terça-feira, 22 de abril de 2014

Pesquisa do Pisa: meninas leem mais, e meninos são melhores em matemática

Pesquisa internacional com alunos de 15 anos comprova diferença de aptidão por gênero, mas especialistas veem razões culturais

Fonte: O Globo

De um lado, meninas com melhor desempenho em leitura. Do outro, meninos com performance superior em matemática. O quadro, que muita gente já observou, é comprovado em números numa recente publicação da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com base em dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) 2012.

Nervosa com matemática. Desde cedo Giovana Ribeiro prefere história e gramática e quer fazer Direito ou Medicina (foto Leo Martins/Agênncia O Globo)

Jovens de 15 anos que vivem 65 países participam da análise, e uma das conclusões é que o hiato se deve menos à capacidade e mais às diferenças de autoconfiança de meninos e meninas na hora de aprender.

Os dados da publicação "Meninos e meninas estão igualmente preparados para a vida?" mostram que garotas superam garotos em leitura numa proporção que equivale a um ano inteiro de Escola, em média. Já os adolescentes do sexo masculino, por sua vez, estão à frente em matemática cerca de três meses. E 15% dos meninos, mas apenas 11% das meninas, atingem os níveis mais altos na disciplina. No Brasil, meninos estão 18 pontos à frente em matemática.

A publicação afirma que "a confiança de estudantes em suas habilidades e motivações em aprender tem um papel central em moldar sua performance em assuntos acadêmicos específicos", acrescentando que a percepção das meninas a respeito do seu próprio aprendizado em números determina quão bem elas motivam a si próprias.

A avaliação é confirmada por especialistas em Educação, que sustentam: questões culturais são determinantes no aprendizado.
- Não há nada que comprove cientificamente que os homens têm mais capacidade nas ciências exatas, mas, historicamente, é o que vemos. Na minha geração, a mulher era formada para ser Professora - opina Bertha do Valle, Professora da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Para Norma Lúcia de Queiroz, da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), a diferença no aprendizado começa na Alfabetização:
- O dado a respeito da leitura é coerente e pode ser observado no início da Escolarização. Num projeto do Observatório da Educação da UnB, de 20 Alunos com dificuldade em alfabetização, 18 são meninos.

Capazes e sem autoconfiança
A publicação da OCDE indica ainda que muitas meninas escolhem não seguir carreiras de ciência, tecnologia, engenharia e matemática por não confiarem em suas habilidades na área, "apesar de terem capacidade e ferramentas para fazer isso". Apenas 38% das meninas, mas 53% dos meninos, planejam seguir carreira que envolva matemática. Por outro lado, meninas são representadas em excesso entre estudantes que imaginam trabalhar na área de saúde e ciências sociais.

É o caso de Giovanna Ribeiro, de 15 anos, aluna do 1º ano do colégio carioca Mopi. Desde pequena, a menina prefere as lições de história e gramática. Para a vida adulta, planeja uma carreira em Direito ou Medicina.
- Eu sempre odiei matemática. Não entra na minha cabeça, fico nervosa na hora de fazer a prova - conta.

Já Luiz Henrique Alves, do 2º ano do também carioca Pensi, é o clássico caso do menino que tem notas melhores nas matérias que envolvem cálculos e sonha com uma faculdade de Engenharia.
- Em matemática costumo tirar 9. Já nas outras matérias, em geral, fico entre 7,5 e 8 - explica o menino, que frequenta aulas preparatórias para concursos militares, cuja relação é de 20 rapazes para cada 10 garotas em sala.

Para Márcia Malavasi, da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), muitas vezes as escolhas profissionais estão ligadas à crença de que as meninas são inclinadas "a desenvolver relações interpessoais":
- Meninas são muito mais orientadas para carreiras de ciências humanas. Isso tem a ver com o fato de a sociedade acreditar que elas são mais capazes de fazer doações psicológicas, o que é uma visão equivocada que vem da história de servidão das mulheres aos homens.

A Professora acrescenta que há menos mulheres ocupando cargos que exigem o domínio de exatas. E, mesmo quando elas ocupam essas posições, ganham salários mais baixos.
- Isso ocorre até em países desenvolvidos. É um percurso social que a humanidade ainda terá de fazer - afirma.

Esforço coletivo para mudar
Na publicação, a OCDE destaca que a diferença entre os sexos no desempenho em matemática se manteve estável na maioria dos países desde 2003, assim como a diferença de gênero na autoconfiança. Segundo a organização, a redução do hiato de gênero no desempenho vai exigir, a longo prazo, o esforço de pais, Professores e sociedade para mudar noções estereotipadas.

A curto prazo, pondera a OCDE, pode ser necessário tornar a matemática mais interessante para meninas, identificando e eliminando os estereótipos de gênero nos livros didáticos.

Norma Lúcia, da UnB, concorda e diz que o mesmo pode ser feito em relação ao interesse de meninos pela leitura:
- Nós, Professores, precisamos investigar se as atividades que proporcionamos na Escola têm a ver com isso. Será, por exemplo, que as meninas não se identificam mais com o tipo de história que costumamos ler em sala de aula? Talvez sejam necessárias práticas pedagógicas diferentes para meninos e meninas. 


Plano Nacional de Educação: Deputados reúnem-se nesta segunda para tentar votar o PNE

A comissão especial que analisa o Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10) reúne-se nesta segunda (22/4/2014), às 14h30, para votar o parecer do relator, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR). O texto vem sendo discutido desde o começo do mês, quando também Vanhoni apresentou novas mudanças ao sobre o que já havia sido apresentado ao colegiado.


O PNE define metas para o ensino nos próximos dez anos. Um dos objetivos é aumentar a escolaridade dos brasileiros. O relator mantém o investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na Educação pública pela União, estados e municípios.

O projeto, que já havia sido aprovado pelos deputados em 2012, voltou para exame na Câmara porque foi modificado pelos senadores.

O foco maior das discussões tem sido o dispositivo do relatório que incluiu, entre as diretrizes do PNE, a superação das desigualdades educacionais, "com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual". Estes dois últimos eixos têm sido criticados por diversos deputados.

A reunião será realizada no plenário 5.

Fonte Agência Câmara Notícias


Entrevista: "10% do PIB para Educação é garantir padrão mínimo"

Com Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação

Fonte O Estado de S. Paulo (SP)

O Plano Nacional de Educação (PNE) chegou ao Congresso em 2010 e, depois de um longo período de debates na Câmara e no Senado, deve ser votado definitivamente nesta semana. É o que espera Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, principal articuladora da sociedade civil no Congresso.

A previsão é de que passe na Comissão Especial da Câmara nesta terça-feira, 22, e possa seguir nesta quarta-feira, 23, para o plenário. Por causa do calendário da Copa e das eleições, teme-se que novos adiamentos inviabilizem a aprovação do PNE ainda neste ano - o que seria um prejuízo para a área e um desgaste para o governo Dilma Rousseff (PT).

O que indica que o PNE deve ser votado agora?
Se não votar nesta semana, votam na próxima. Não tem mais por que segurar na comissão especial. O relator já apresentou a terceira complementação do voto, o tema está praticamente esgotado. Tem posição consolidada de votar o texto do relator, ressalvando os destaques. E os destaques podem ser deliberados pela comissão especial.

O texto teve várias alterações. Qual é a versão final em relação ao investimento em Educação?
No Senado foi aprovado dinheiro público para Educação, que incluía todas as parcerias público-privadas. Hoje na Câmara, é dinheiro público para Educação pública, ressalvando os programas que o governo considera essenciais, como ProUni, Pronatec, Fies, Ciência sem Fronteiras. O problema é que estão transformando esses programas em Educação pública, e eles não são.

Por que lutar pelos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para Educação pública?
É fruto de uma conta. Em 2010, o projeto do governo indicava 7% do PIB para Educação. Mas os cálculos só apresentavam a expansão de matrículas, não incluindo padrão de qualidade. O problema é que o Brasil sempre expandiu matrículas sem qualidade. Então, incluímos questões de qualidade, como valorização dos profissionais, todas as Escolas com laboratórios, quadra, biblioteca. Uma Escola que de fato garanta o Ensino e a aprendizagem dos Alunos. A luta pelos 10% é pelo padrão mínimo.

Tem um foco grande na valorização do Professor?
A gente prevê que a Educação básica custe cerca de 8% do PIB. E 80% disso é para a valorização dos profissionais.

Quais as perspectivas de que esse plano seja cumprido?
O plano passado (2001-2010), criado no governo Fernando Henrique Cardoso, foi construído com pouca participação da sociedade. A realidade agora é que a Educação se tornou um tema mais importante e esse PNE foi construído com base nessa nova composição de participação social. A cada dois anos, o Inep (instituto do governo) vai ter de apresentar relatório sobre andamento do plano, metas e estratégias. Além disso, agora o custo (político) dos governos pela não implementação do plano será maior do que antes, porque só um terço das metas do PNE passado foi cumprido. Demos um passo além no sentido de ter muita participação social.

Plano estabelece diretrizes para os próximos 10 anos
O PNE estabelece diretrizes para a Educação a serem cumpridas em 10 anos, como metas de investimento público na área – atualmente, são investidos 5,3% do PIB brasileiro. A meta é chegar a 10% do PIB. A tramitação começou em 2011 na Câmara, quando recebeu quase 3 mil emendas.

Seguiu para o Senado em 2012 e, após novas alterações, voltou à Câmara. Uma diretriz que trata da questão de gênero e orientação sexual tem travado a votação. Além do relatório final, os deputados deverão analisar cerca de 20 destaques.


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Pesquisa e inovação: Embrapii lança primeiro edital para credenciar centros de tecnologia

A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) publicou o primeiro edital para credenciamento de novas unidades de pesquisa e inovação de todo o país. Nesta primeira fase, dez centros serão certificados e poderão investir em projetos utilizando o selo Embrapii.

A meta é ter, até o início de 2015, 23 unidades aplicando R$ 260 milhões no desenvolvimento de projetos inovadores. O edital, que estabelece os critérios que as instituições científicas e tecnológicas (ICTs) devem atender para utilizarem os recursos, está publicado no site da empresa.



"O edital estabelece os critérios de elegibilidade de uma ICT. Vamos analisar se os centros têm área de competência bem definida, se sua proposta está compatível com a política de governo, se ele possui estrutura, entre outros critérios. Caso esteja apto, o ICT submete seu plano de ação e vamos verificar se a proposta é consistente", afirma o presidente da Embrapii, João Fernando Gomes de Oliveira.

Parcerias
As unidades credenciadas são o elo da parceria que envolve as empresas responsáveis pelos projetos e a Embrapii. Cada um contribui com um terço do valor global dos recursos necessários. Os institutos de tecnologia e inovação certificados entram com os recursos humanos, estrutura, máquinas e equipamentos.

Para firmar tais parcerias, as instituições de pesquisa deverão ser credenciadas a partir de critérios como foco em uma área de competência, infraestrutura e experiência em parcerias anteriores com outras empresas.

O principal ganho com a criação da Embrapii é o início de uma política de investimentos públicos no período pré-competitivo das atividades de pesquisa e desenvolvimento. Essa fase, posterior à escala laboratorial e anterior à comercial, é de alto risco. Daí a importância do compartilhamento técnico e econômico com o setor produtivo.

Até agora foram aprovados na experiência-piloto 68 projetos nas áreas de manufatura, automação, bionanotecnologia, saúde e energia que, juntos, somam R$ 188 milhões. Desse total, R$ 62 milhões são recursos públicos – que triplicaram o aporte inicial. Das empresas que participam via projeto piloto, 30,7% são de alta tecnologia e 61,5% são de média tecnologia.


A Embrapii foi criada a partir das propostas da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), movimento liderado pelo Sistema Indústria que pretende colocar a inovação no centro das estratégias das empresas brasileiras. 

Fonte Portal da Indústria


segunda-feira, 14 de abril de 2014

Cursos gratuitos: são 30 mil vagas em programas de iniciação profissional ministrados a distância

Atualizar e desenvolver competências exigidas pelo mercado de trabalho é o que o Senai do Rio de Janeiro está oferecendo gratuitamente. São 30 mil vagas gratuitas em cursos a distância, que abordam temas relacionados a empreendedorismo, segurança no trabalho, tecnologia da informação e comunicação, legislação trabalhista, meio ambiente e propriedade intelectual.

As inscrições permanecem abertas durante todo o ano, com formação de novas turmas a cada mês. Os cursos têm duração de 14h e são 100% online, sem necessidade de comparecimento à unidade física.

O acesso é imediato e o interessado pode optar por 1 ou mais cursos. Podem participar pessoas com, no mínimo, ensino fundamental completo. Os aprovados recebem certificado de conclusão.

Clique aqui para saber mais ou ligue 0800 0231 231.


segunda-feira, 7 de abril de 2014

A Educação que funciona: Veja destaca ensino técnico e tecnológico como contraponto ao ensino superior

Reportagem enfatiza o contraponto histórico existente no Brasil entre o ensino superior e o ensino técnico profissionalizante.

O Senai é destaque em reportagem especial da revista Veja na edição de 29/3/2014. A matéria, Educação Técnicos, com muito orgulho, escrita por Cecilia Ritto, Cintia Thomaz e Helena Borges, mostra que a faculdade não é a única via para alcançar realização profissional e altos salários.

Clique aqui para ler a reportagem na íntegra

Até 2015, ressalta a reportagem, 7,2 milhões de vagas surgirão no país em cargos técnicos, sendo 1,1 milhão de novas posições, conforme Mapa do Trabalho Industrial do Senai.

O Senai de Jaraguá do Sul, Santa Catarina, é um dos destaques da matéria como a escola de ensino técnico que melhor prepara profissionais na área metalmecânica no país, segundo avaliação das próprias empresas.

A revista elegeu o caso de Kreice Kinelt, 30 anos, de Jaraguá do Sul. Formada no Senai local, Kreice hoje comanda a linha de montagem de motores da Weg, composta por 30 funcionários. Ela começou operando máquinas e fez o curso técnico à revelia da família, que queria vê-la costureira, como a mãe. "No princípio desconfiavam de mim, mas mostrei que sou capaz", afirma, a respeito de como foi recebida pelos colegas de trabalho.

A reportagem enfatiza o contraponto histórico existente no Brasil entre o ensino superior e o ensino técnico profissionalizante. "Quanto mais se implantam novas tecnologias nas fábricas, mais vai perdendo o sentido contrapor ensino superior a ensino técnico, como se o primeiro fosse a única e determinante mola de ascensão social", afirma a revista. A publicação ressalta que, quando se se trata de Educação universitária no Brasil "há diplomas e diplomas".

A criação indiscriminada de cursos resultou numa "miríade de escolas de baixíssima qualidade". O texto cita estudo da Universidade de Stanford, Estados Unidos, sobre a expansão do ensino superior nos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Um dos coordenadores do estudo, o russo Isak Froumin, afirma que "o mercado está aprendendo a discernir entre excelência e Educação de segunda classe; a primeira nunca foi tão valorizada e a outra, tão malvista".

Outro estudo citado pela reportagem, de autoria da Fundação Getúlio Vargas, mostra que a cada ano de estudo os técnicos somam 14% ao salário. Além disso, 72% dos técnicos e tecnólogos formados no país têm emprego certo. "Estamos falando de um diploma com muito mais liquidez dos que os oferecidos por universidades de quinta", afirmou o sociólogo Simon Schwartzman.

Outra constatação é de que, apesar do crescimento de 74% no número de alunos em cursos técnicos na última década, menos de 10% dos brasileiros de 15 a 19 anos estão nesta modalidade educacional. Um índice muito abaixo do percebido em outros países: Alemanha (53%), Coreia do Sul (65%), França (44%), China (42%), Estados Unidos (40%) e Chile (37%).

A matéria especial também destaca os centros de tecnologia Senai Cetind, da Bahia; CTGas&ER, do Rio Grande do Norte; e CTS do Maracanã, no Rio de Janeiro.


WorldSkills Américas: Brasil conquista 30 medalhas em competição de Educação profissional e tecnológica

O Brasil é o país com maior número de medalhas na terceira edição da WorldSkills Américas, competição interamericana de profissões técnicas e tecnológicas, que acaba de ser realizada em Bogotá (1 a 5/4/2014), Colômbia. Foram 25 medalhas de ouro, quatro de prata e uma de bronze para a delegação brasileira, que competiu em 31 modalidades profissionais.

Dos 34 jovens que formaram a equipe brasileira, 30 são estudantes de cursos técnicos e de aprendizagem profissional do Senai e quatro do Senac. Nas provas, os estudantes precisam executar tarefas do dia a dia do trabalho nas profissões que escolheram, seguindo padrões internacionais de qualidade. Vencem aqueles que conseguem resolver o desafio dentro do menor prazo com o menor número de falhas.

A competição, que reuniu 186 jovens, teve, no total, 36 modalidades profissionais, das quais cinco ocorreram de forma demonstrativa. O Brasil alcançou a maior pontuação entre todas as delegações (16.755 pontos), mais de 3 mil pontos à frente da Colômbia, a segunda colocada, com 13.029 pontos. Esse somatório leva em conta o desempenho de toda a delegação de cada país.


Rafael: melhor desempenho entre todos
(Foto Divulgação)
O melhor
O potiguar Rafael Pereira, 20 anos, teve o melhor desempenho entre todos os 186 competidores da WorldSkills Américas em Bogotá. Disputando com dez concorrentes na ocupação soldagem, ele alcançou 576, quase a nota máxima que era de 600 pontos. Veterano em competições desse tipo, ele foi ouro na Olimpíada do Conhecimento de 2012, competição nacional, e prata na WorldSkills International, realizada ano passado em Leipzig, Alemanha, disputando com mais 35 jovens.

Técnico em mecânica, formado no Senai de Mossoró, Rafael acredita que a participação e os bons resultados nas competições surtem efeito positivo no dia a dia das escolas e ajudam a mudar a Educação profissional como um todo. “Hoje, quando se fala em solda, no Brasil, a gente pensa em Mossoró. Depois da minha medalha, por exemplo, agora temos uma unidade móvel que permite ensinar solda em vários municípios do estado”, disse o campeão.

Foi dessa mesma escola que saíram competidores dessa modalidade para os mundiais do Japão, em 2007, e da Inglaterra, em 2011. Em Shizuoka, Max Pereira, irmão de Rafael, conquistou um diploma de excelência, e, em Londres, Lucas Filgueiras ficou com o bronze.

Clique aqui para ver o ranking de pontos por medalhas na competição.

Fonte Portal da Indústria