segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Design e inovação: revista eletrônica abre prazo de submissão de trabalhos


Periódico científico multidisciplinar, a revista de design, inovação e gestão estratégica – REDIGE – está convidando a comunidade acadêmica para submeter trabalhos em sua próxima edição, de abril de 2014. O prazo para submissão é 10 de março de 2014, e os artigos enviados são avaliados por meio do método Blind Review.

Clique aqui para ler a edição de dezembro de 2013, e aqui para saber mais sobre a submissão de trabalhos

A REDIGE é uma publicação eletrônica bilíngue criada pelo Senai Cetiqt em 2010, com periodicidade quadrimestral. Suas páginas são dedicadas à publicação de artigos e ensaios da comunidade científica nacional e internacional que investiguem questões de interesse estratégico para o desenvolvimento da cadeia têxtil, de confecção e conhecimentos transversais às outras áreas.

O público-alvo do periódico é formado por pesquisadores, professores, empresários, profissionais e estudantes com interesse na cadeia de valor têxtil, de confecção, moda e suas interseções com outras atividades econômicas e industriais.


Inovação e tecnologia: Brasil começa a explorar energia limpa das ondas

Já existe nova forma de produzir energia elétrica proveniente de fontes limpas e a primeira grande experiência brasileira está em andamento: tirar energia das ondas do mar. Localizada no Porto de Pecém, no Ceará, a primeira usina para esse tipo de produção está em desenvolvimento.

 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Mercado de trabalho: indústria do MS precisa contratar mais 9 mil trabalhadores qualificados até 2015

A indústria de Mato Grosso do Sul precisará contratar cerca de 4,3 mil profissionais por ano para atender à demanda entre 2014 e 2015, o que corresponderia a quase 9 mil trabalhadores no período, segundo estudo do Sistema Indústria. O levantamento revela ainda que os três segmentos industriais sul-mato-grossenses que concentram a demanda por formação para novos empregos são construção civil, sucroenergético e alimentos e bebidas.

O segmento de alimentos e bebidas deve abrir
1,5 mil vagas em dois anos (foto divulgação internet)

Segundo a projeção do Mapa do Trabalho Industrial, juntos, esses segmentos respondem por 58,7% da demanda por formação para atender a novos empregos industriais nesses dois anos, ou seja, 2,5 mil trabalhadores. Ainda conforme o estudo, esses trabalhadores deverão ser contratados não apenas na indústria, mas também em outros segmentos da economia, como serviços, que também exigem profissionais com formação industrial, incluindo todos os tipos de ocupações (baixa e média qualificação, técnicos e profissionais de nível superior).

De acordo com o levantamento do Sistema Indústria, apenas o segmento de alimentos e bebidas deve abrir 1,5 mil vagas em dois anos, enquanto a indústria da construção civil oferecerá outras 757 vagas e o sucroenergético mais 297 postos de trabalho. Para atender essa demanda, o Senai vai oferecer somente neste ano mais de 80 mil vagas e outras cerca de 80 mil em 2015. Serão mais de 160 mil vagas, a maioria gratuita, em diversos cursos nas modalidades de nível superior, técnica, de qualificação, de aperfeiçoamento, de treinamento e de aprendizagem.

Dados nacionais
No Brasil, segundo as projeções do Mapa do Trabalho Industrial, até 2015 a necessidade é pela formação de 570 mil novos trabalhadores por ano para atender a novos postos. Os cinco segmentos que concentram a maior demanda são construção, alimentos e bebidas, automotiva, máquinas e equipamentos e produtos de minerais não-metálicos.

Juntos, esses segmentos devem responder por 53% da demanda por formação profissional. Se considerarmos o crescimento médio anual relativo projetado no emprego na indústria para os próximos anos destacam-se os seguintes segmentos: extração de petróleo e serviços relacionados, montagem de veículos automotores, extração de minerais metálicos, sucroenergética e celulose e papel.

A falta de profissionais qualificados é uma reclamação generalizada na indústria, porém é mais intensa entre trabalhadores de menor qualificação, que respondem pela maior parte do emprego na indústria. As queixas sobre a dificuldade em encontrar técnicos qualificados também são elevadas. Logo, os segmentos com maior proporção de trabalhadores de nível qualificado e técnicos, como construção civil e alimentação, são os que têm mais problemas de qualificação.




Mercado de trabalho: emprego na construção deverá bater recorde histórico em 2014, diz SindusCon-SP

Pesquisa elaborada em parceria com o FGV aponta que até junho deste ano o setor deve estar empregando 3,6 milhões de trabalhadores

Pesquisa divulgada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), em 4/2/214, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que o emprego na construção civil deverá bater recorde histórico em 2014, com mais de 3,6 milhões empregados formais até junho deste ano.

(Foto Divulgação Internet)

A melhor marca histórica do setor que é de 3,547 milhões de trabalhadores, registrada em setembro do ano passado. Atualmente, o setor emprega 3,426 milhões de pessoas.

De acordo com a projeção, o crescimento do emprego em 2014, comparado ao ano passado, deverá ser de cerca de 3%. De acordo com a coordenadora de estudos de construção civil da FGV, Ana Maria Castelo, o indicador em dezembro de 2013 já indicava a recuperação do setor. “A taxa do emprego em relação aos últimos 12 meses de dezembro de 2013 comparado à de dezembro de 2012 foi de 1,54%, portanto, superior à média do ano para quase todos os segmentos”, afirma Castelo.

Vale lembrar que no fim de janeiro o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, destacou que o crescimento de dezembro de 2013 foi abaixo das expectativas. “De fato, para a construção, 2013 foi um ano que não deixará saudades, devido ao baixo crescimento da atividade do setor”, afirmou Watanabe.


Reportagem de Rodrigo Louzas, do Portal PINIweb


Energia heliotérmica: Ceará vai promover pesquisa para novos empreendimentos

Colocar o Ceará na ponta das pesquisas na área de energia heliotérmica e fomentar o surgimento de novos empreendimentos com uso de energia renovável.

Este é o objetivo de convênio que o Sistema Fiec e a Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit, da Alemanha, vão fechar nesta quarta (12/2/2014), às 9h, na Casa da Indústria, em Fortaleza.

O protocolo de entendimento definirá os termos de mútua colaboração entre as duas instituições.


Fonte Sistema Fiec


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Pronatec: Dilma quer chegar a 8 milhões de matrículas em 2014

A presidenta Dilma Rousseff disse na terça (3/2/2014) que o Pronatec já conta com 5,7 milhões de matrículas, das quais 4 milhões feitas nos cursos de qualificação profissional e 1,7 milhão, nos cursos técnicos. “Até o final do ano, vamos chegar aos 8 milhões de matrículas que tínhamos nos comprometido quando lançamos esse programa”, disse.

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No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma informou que 60% das matrículas do Pronatec foram feitas por jovens com idade entre 17 e 29 anos, o que, segundo ela, mostra que eles veem no programa a oportunidade de melhorar a formação e conseguir um bom emprego. “[Isso] também é ótimo para o Brasil, que precisa, cada vez mais, de técnicos e de trabalhadores qualificados, para aumentar a produtividade nas nossas empresas e a competitividade da economia brasileira”, acrescentou. Ela destacou que, em 2013, os cursos do Pronatec podiam ser encontrados em 3.200 municípios e que, este ano, chegarão a 4.260 cidades.

Dilma explicou que o Pronatec oferece cursos técnicos que podem durar até dois anos, e cursos de qualificação com duração menor, de até quatro meses. Os cursos técnicos são oferecidos para quem está fazendo ou já terminou o Ensino Médio, disse. “Até o final de 2014, estarão em funcionamento mais 208 escolas técnicas federais. Já no início de março, teremos, em funcionamento, mais 151 escolas técnicas”, acrescentou. A presidente informou que o governo fez parceria com o Sistema S, como o Senai e o Senac, para a formação de técnicos nas mais variadas áreas.

Nos cursos de qualificação profissional, mais de 4 milhões de trabalhadores fizeram a matrícula para melhorar a capacitação, dos quais 900 mil eram beneficiários do Programa Brasil sem Miséria. “Esse esforço tem sido especialmente importante para a indústria”, disse. Com o Pronatec, o governo oferece mais de 300 mil vagas em cursos em setores estratégicos, como petróleo e gás, tecnologia da informação, construção civil, energias renováveis, entre outros.

A presidenta Dilma também lembrou que, em março, serão abertas as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec), que seleciona jovens e adultos que já concluíram o Ensino Médio para as vagas dos cursos técnicos do Pronatec.

Mais de 32 mil vagas para presos e egressos
O Pronatec vai abrir 32.722 vagas para presos e egressos em cursos de capacitação no primeiro semestre de 2014. São mais de 600 cursos diferentes e haverá turmas de presos em regime fechado, semiaberto e provisório. Egressos (pessoas que já cumpriram pena) e cumpridores de penas alternativas terão turmas específicas.

As vagas serão distribuídas por todo o país. Os estados de Minas Gerais e São Paulo são recordistas de vagas, com 6.887 e 6.539, respectivamente. O processo de seleção de interessados vai considerar a escolaridade mínima exigida pelo curso, além de verificar se a previsão de progressão de pena (de regime fechado para o semiaberto, por exemplo) é superior à duração do curso.

Os participantes terão pena reduzida em um dia por cada período de 12 horas cursadas. “Os cursos proporcionam à população carcerária e aos egressos uma perspectiva melhor. Além disso, a remissão da pena pelo estudo antecipa a saída do sistema e possibilita a redução da superpopulação nos presídios”, disse o diretor-geral do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Augusto Rossini, ao site do Ministério da Justiça.

O Pronatec foi criado pelo governo federal em 2011 com o objetivo de oferecer cursos de educação profissional e tecnológica. Desde 2013, após parceria entre os ministérios da Educação e Justiça, o programa também alcança os presos e egressos.


Fonte Agência Brasil


Marco Civil da Internet: ativistas dizem que fim da neutralidade põe em risco a inovação

A internet sem neutralidade funcionaria de forma similar a uma TV a cabo, na qual o pacote de programação comprado filtra o que pode ou não ser visto. É assim que ativistas da internet livre explicam a existência de uma rede com acesso controlado. Esse formato está em discussão no Congresso Nacional, no projeto do Marco Civil da Internet, que discute se a neutralidade será ou não um princípio da rede no país. O tema, que é um dos impasses para a aprovação do projeto, foi debatido no quinto dia (31/1/2014) da Campus Party.

Um dos pontos em discussão é proibir as empresas que viabilizam a conexão de privilegiar, por meio de acordos comerciais, sites que paguem para ter suas páginas acessadas com maior velocidade.

“A neutralidade da rede é o princípio que preserva a essência do que é a internet. Questões políticas, culturais, religiosas, financeiras não podem fazer com que determinado tráfego seja privilegiado em detrimento de outro. Todos são iguais perante a rede”, defendeu Carlos Affonso Pereira de Souza, doutor em direito civil e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade.

O publicitário João Carlos Caribé, ativista pela inclusão digital, avalia que, caso não seja garantida a neutralidade da internet, estará sendo criado algo diferente do que existe hoje: "Vamos ter outra coisa, uma rede privada”, declarou. Para ele, a neutralidade é "um princípio basilar" da rede. Os ativistas apostam na internet como uma plataforma de propósito geral, de acesso e produção livre a todo usuário.

Carlos Affonso acredita que uma eventual imposição de limites pode afetar a inovação na rede, que é uma das características da internet. “Gera-se uma barreira econômica para que novos empreendimentos possam se estabelecer. Estamos cada vez mais empurrados para um quartinho murado na internet”, comparou. Ele explica que, em um quadro de ausência de neutralidade, somente empresas estabelecidas teriam uma condições de pagar aos provedores para trafegar com maior velocidade.

De acordo com os ativistas, os provedores iriam atuar como porteiros do que pode ou não ser visto na internet. Daí a similaridade com a TV a cabo. A cada faixa de plano de internet, o usuário acessaria determinado tipo de conteúdo, como redes sociais, ouvir músicas, utilizar e-mail, buscador, entre outros. Empresários do setor, no entanto, criticam a possibilidade de a neutralidade prejudicar os negócios e inviabilizar a venda de pacotes por diferentes velocidades.

Caribé lembra que a internet livre proporciona um debate aberto e amplo da sociedade, sem precisar de intermediários. “Isso é uma ameaça para o poder político, financeiro, para a indústria cultural”, destacou. Durante o debate, foram citadas muitas páginas de divulgação dos protestos de junho no país que foram apagadas das redes sociais.