sexta-feira, 15 de março de 2013

Logística reversa: estudo propõe modelo para resíduos eletroeletrônicos

Em 2010, o presidente Lula sancionou a Lei nº 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Regulamentada pelo Decreto nº 7.404, a legislação determina os parâmetros para o estabelecimento de um sistema de gestão integrado e o gerenciamento ambientalmente adequado de resíduos sólidos.

Para viabilizar a implementação da PNRS, o governo criou comitês e grupos de trabalho interministeriais responsáveis por realizar análises técnicas e propor diretrizes e responsabilidades dos diversos atores envolvidos na cadeia produtiva – Poder Público, setor privado e terceiro setor. “Essa política estabelece uma responsabilidade compartilhada, em que desde o fabricante até o consumidor todos devem se articular para promover a destinação de resíduos de forma ambientalmente adequada”, explica Bruno Moreira, diretor-executivo da Inventta+drive.

Um dos grupos criados no âmbito da PNRS é o Grupo de Trabalho Temático (GTT) – Eletroeletrônicos, que tem entre suas atribuições apresentar um modelo para a implantação da logística reversa da cadeia de resíduos de eletroeletrônicos de consumo, tais como: refrigeradores, equipamentos de TV, telefones celulares e eletrodomésticos, dentre outros. A logística reversa baseia-se exatamente no fluxo contrário que um produto deve fazer alcançado o fim da sua vida útil.

Continue lendo esta reportagem publicada originalmente no Radar Inovação


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