segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Agronegócio: Sistema Indústria e Odebrecht firmam acordo com foco em qualificação profissional

O Sistema Indústria e a empresa Odebrecht Agroindustrial selaram acordo, (11/12/2013), para revitalizar a parceria já existente há seis anos e padronizar o atendimento à empresa em todo o país. Serão ministrados cursos para qualificação profissional e oferecidos serviços na área de qualidade de vida, tecnologia e inovação.

Odebrecht Agroindustrial em números
(Fonte OdebrechtAgorindustrial.com.br)

“Temos um grande desafio pela frente. Esperamos consolidar nosso atendimento, ampliar o projeto de educação profissional e apoiar a promoção de ações de segurança, saúde e a capacidade de inovação da empresa”, disse o diretor-adjunto de Educação e Tecnologia do Sistema Indústria, Sérgio Moreira.

O acordo estabelece as linhas de ação prioritárias e prevê a promoção de pelo menos 69 cursos de Educação profissional para colaboradores da empresa em 2014.

Em novembro passado, o Senai firmou parceria para qualificar 770 trabalhadores da empresa em Angola.

Fonte Portal da Indústria


Mercado de trabalho: negócio em casa é realidade para milhões de brasileiros

Quase 80% dos artesãos trabalham na própria residência, porém vale separar ambiente doméstico daquele dedicado à atividade profissional

Por Marcelo Araújo

Com organização e disciplina, trabalhar em casa pode ser uma alternativa para reduzir custos e tempo gasto com longos deslocamentos, engarrafamentos e outros problemas da vida moderna. Dois dados do Sebrae mostram que essa se torna cada vez mais uma opção de empreender para milhões de brasileiros.

Dos 3,5 milhões de microempreendedores individuais (MEI), 48,6% trabalham na própria residência. Ainda segundo a instituição, 77% dos profissionais de artesanato também utilizam o lar como espaço criativo.

Por conta do crescimento da demanda no período que antecede ao Natal, é preciso que o empresário estabeleça critérios de gestão para controlar possíveis conflitos na utilização do espaço de trabalho e moradia, o que pode acarretar em diminuição da produtividade. “O trabalho em casa abre uma série de possibilidades para os donos de pequenos negócios, como atuar com certa flexibilidade de horário e reduzir gastos que teria, por exemplo, com a manutenção de um escritório.

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Mas vale ficar atento à capacidade produtiva e aos prazos de entrega, principalmente no final de ano, quando há crescimento forte das demandas para atender o cliente de forma satisfatória”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

Com 12 anos de mercado, a artesã carioca Teresa Merheb trabalha na própria casa, no Itanhangá, na zona oeste do Rio de Janeiro, há seis anos. Com a premissa de não misturar os ambientes profissional e doméstico e atuar de forma mais profissional, a artista transformou a garagem no local de trabalho, com acesso independente.

No local, estão os fornos e tornos que ela utiliza para produzir peças em cerâmica, como pratos, vasos e luminárias. "Com pequenas reformas para aumentar a área útil, montei o espaço de produção, onde também dou aulas e recebo clientes de forma adequada”, conta.

Paulo César Alfeu, também do Rio de Janeiro, é outro empreendedor que utiliza a moradia como espaço para criação de suas peças artesanais, no bairro carioca de Jacarepaguá. Ele confecciona em torno de 3 mil sacolas e 800 caixas decoradas por mês.

Por conta da grande quantidade de matéria-prima, o artesão admite que nem sempre consegue impedir que seu trabalho acabe se expandindo por toda a casa. “Minha preocupação maior e de minha esposa, Luciana, com quem trabalho, é não deixar que o lado profissional afete o familiar, particularmente a relação com o nosso filho, Lucas”, afirma.

Paulo diz que, durante o dia, o casal divide a atenção entre o artesanato e tarefas particulares, como deixar e pegar o filho na escola, onde Lucas cursa o oitavo ano do Ensino Fundamental, e levá-lo à escolinha de basquete do Flamengo, na Gávea. “À noite e nos fins de semana, damos um gás na produção. Às vezes, ficando no batente até tarde, para não deixar a peteca cair e nem faltar com atenção ao garoto”, revela o artista.

Dicas para quem trabalha em casa
Importante para quem trabalha em casa, a formalização pode ser feita por meio do registro como Microempreendedor Individual, no Portal do Empreendedor. A regularização traz mais segurança ao dono do pequeno negócio, deixa as regras a serem cumpridas mais claras e amplia mercado por conta da possibilidade de se emitir nota fiscal. Quem pretende montar um negócio nessa circunstância também deve se informar na prefeitura do município sobre normais locais para licenciamento e funcionamento das atividades. 

  • Uma dica importante é separar o ambiente de negócio do familiar. Se puder, instale uma entrada própria para receber os clientes e os fornecedores, em um cômodo independente e bem organizado, com uma estrutura de móveis, computador e material de escritório. Essa medida dá um aspecto mais profissional à empresa e evita constrangimentos como um visitante se deparar com a família almoçando ou alguém deitado no sofá da sala vendo TV.
  • O empresário não pode misturar a rotina do escritório com questões familiares. Ele também não deve confundir o caixa da empresa com o da família.
  • Estabeleça horários para o início e o fim das atividades. A disciplina contribui não só para que o trabalho flua com mais eficiência, como para que o empreendedor consiga usufruir o tempo livre ao lado da família.
  • O empreendedor também tem que ficar atento ao cumprimento de prazos, à qualidade do produto e à competitividade do preço da mesma forma que o empresário responsável por um comércio, escritório ou fábrica. 
  • Cuidado com a aparência torna-se fundamental. Não é por trabalhar em casa que o dono do empreendimento pode apresentar-se com trajes excessivamente informais, como bermuda ou chinelo. O ideal é vestir-se da mesma maneira como se fosse trabalhar em um escritório. Essa postura ajuda a conquistar a confiança das pessoas com quem se trabalha.
  • Se possível, mantenha um número de telefone exclusivo para a empresa. Sugere-se que se instale uma secretária eletrônica para atender às ligações na ausência do empresário, ao invés de se recorrer às pessoas de casa para essa tarefa.
  • O Sebrae recomenda a capacitação e disponibiliza uma série de soluções para os pequenos negócios, como cursos, palestras, seminários, consultorias e educação a distância. 

Fonte Agência Sebrae


Educação: adesão a programa do livro didático será encerrada nesta quarta

Acaba nesta quarta (18/12/2013) o prazo para que os gestores das secretarias municipais de Educação façam a adesão ao Programa Nacional do Livro Didático para Jovens e Adultos (PNLD-EJA) 2013-2014. A adesão é requisito para que o município possa escolher os livros didáticos no próximo ano. Serão contempladas todas as séries da Educação de jovens e adultos – das classes de alfabetização ao ensino médio.

Dados da diretoria de políticas de alfabetização e Educação de jovens e adultos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), de sexta (13/12/2013), mostram que, enquanto 100% dos municípios do Ceará já aderiram ao programa, secretarias de Educação de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo não atingiram nem 50% de suas redes. A adesão é ainda menor em municípios de Goiás, Mato Grosso, Bahia e Maranhão, segundo a Secadi.

A adesão garante ao gestor senha específica emitida pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que dá acesso à escolha dos livros. Ao fazer a adesão, o gestor deve informar: nome do dirigente municipal que escolherá as obras didáticas, CPF, RG, telefone de contato e e-mail. A informação da senha será comunicada pelo e-mail informado.

Em 2014, o FNDE, autarquia responsável pelo Programa, distribuirá livros para todos os estudantes matriculados na Educação de jovens e adultos – classes de alfabetização, anos iniciais e anos finais do ensino fundamental, e ensino médio. Em janeiro, as secretarias terão acesso ao Guia do Livro Didático, que é um instrumento que orienta a escolha das obras, com indicações e resenhas dos livros aprovados pelo MEC.

Vinte editoras cadastraram obras para o programa do livro dirigido a jovens e adultos. O PNLD-EJA 2013-2014 contempla também obras regionais das diversas áreas do conhecimento.

Fonte Ministério da Educação



sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Automação: empregabilidade será um dos temas de encontro da Sociedade Internacional em Campina Grande

O International Society of Automation (ISA), o Núcleo de Automação Industrial do Senai da Paraíba, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e a Datasonic Indústria e Distribuição de Eletrônicos promoverão na próxima segunda (16/12/2013), em Campina Grande, o Encontro Técnico Profissional ISA Seção Recife.

Duas palestras serão ministras das 14h às 17h, no Centro de Treinamento Rosiélio Porto: a primeira, Automação de Sistemas Industriais: Visões, Empregabilidade e Oportunidades no Mercado Técnico Futuro no Nordeste Brasileiro, será ministrada pelo mestre em Controle e Automação Industrial, Wilsom Campos, consultor europeu pelo Centro Interdisciplinar de Estudos Econômicos (Cidec), e pesquisador do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, ambos de Portugal.

Em seguida, engenheiro de aplicação da empresa Datasonic falará sobre Medição Desafios da Aquisição de Dados. Podem participar profissionais da área de automação, professores, estudantes de nível técnico e superior e representantes de empresas. As inscrições para o encontro, que é gratuito, podem ser realizadas pelo prbarros@dee.ufcg.eedu.br.

O ISA atua no mercado desde 1945, promovendo a normatização internacional nas áreas de instrumentação, automação e controle e processos; em mais de 380 países, com ênfase na capacitação e transmissão de tecnologia por meio de seminários, cursos, palestras e encontros técnicos realizados em seus núcleos.

Saiba mais: 83 3182-3712.

Fonte Senai-PB


Tecnologias do gás: Fapesp e BG Brasil debatem propostas para criação de centro de pesquisa

A Fapesp e a BG Brasil, membro do BG Group, sediado no Reino Unido, realizaram na terça-feira (10/12/2013) reunião com pesquisadores e lideranças acadêmicas para debater questões sobre a chamada de propostas, lançada em outubro pelas duas instituições, para a criação de um centro de pesquisa para inovação em gás.

Para a implementação do centro, a ser instalado no Estado de São Paulo no ano que vem, e para o desenvolvimento de pesquisas sobre gás natural em diferentes áreas, serão investidos até US$ 20 milhões ao longo de cinco anos, a contar da aprovação das propostas para sua constituição. O investimento será feito em partes iguais entre as duas instituições.

As propostas de pesquisa deverão ser apresentadas em áreas voltadas para o aprimoramento do consumo de energia limpa, visando à redução da emissão de gases de efeito estufa; ao desenvolvimento de gás natural como combustível para transporte marítimo; à melhoria de técnicas de engenharia para a produção de gás natural; e à conversão de gás em matérias primas para a indústria química, incluindo hidrogênio.

Resultado de um acordo de cooperação assinado em setembro pela FAPESP e pela BG Brasil, a chamada de propostas foi debatida em encontro realizado na sede da Fundação. Estiveram reunidos pesquisadores e lideranças acadêmicas, que discutiram as condições para a apresentação de projetos, os pré-requisitos dos proponentes, os contornos acadêmicos e científicos esperados das propostas e os critérios de seleção.

Clique aqui para ler a reportagem completa publicada na Agência Fapesp


Emprego x pobreza: 870 milhões de trabalhadores vivem com US$ 2 por dia


(Foto OIT/Kemal Jufri)
No Dia dos Direitos Humanos, em 10/12/2013, agências das Nações Unidas fizeram um apelo, entre outros, pelo fim da exclusão social.

O diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho, OIT, Guy Ryder, lembrou que a Declaração de Viena, que completa 20 anos, pede o fim da pobreza extrema e coloca a justiça social no centro dos compromissos pelos direitos humanos.

Mas duas décadas depois, o mundo ainda tem 870 milhões de trabalhadores e suas famílias sobrevivendo, cada um, com US$ 2 por dia. Ryder destacou que deste total, 400 milhões vivem na pobreza extrema.

O chefe da OIT lamentou ainda que 20,9 milhões de pessoas estejam no trabalho forçado e que 168 milhões de crianças sejam obrigadas a trabalhar. Ryder explicou que a promoção do trabalho decente é reconhecida como um direito humano e precisa continuar sendo uma das prioridades globais.

Emprego e recuperação econômica
É provável que a persistente fraqueza da recuperação econômica aumente ainda mais a pressão sobre a situação mundial do emprego, advertiu o Diretor Geral da OIT, Guy Ryder.

Em discurso perante o Conselho de Administração da OIT, Ryder referiu-se aos dados publicados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em outubro, que revisou para baixo os números relativos ao crescimento mundial, de 3,2% previstos para 2013 para 2,9%, a taxa mais baixa desde 2010. As estimativas para 2014 também foram rebaixadas de 3,8% para 3,6%.

“Esta revisão das projeções reflete as dificuldades enfrentadas pelos principais componentes das economias avançadas, emergentes e em desenvolvimento. Além disso, reflete a difícil situação enfrentada pelas empresas e pelos trabalhadores na economia real”, acrescentou.

Ryder mencionou os níveis sem precedentes de desemprego, a estagnação dos salários em muitos países, um investimento privado abaixo dos níveis anteriores à crise e um setor público sob pressão para reduzir os gastos. “Estas tendências agravarão ainda mais a situação mundial do emprego”, assinalou.

A previsão é de que o desemprego juvenil, disse Ryder, permaneça alto em muitas regiões e que o trabalho informal continue aumentando, contribuindo para o aumento das desigualdades em muitos países.

Vários países adotaram uma estratégia de estímulo às exportações para compensar a fraqueza do consumo e dos investimentos internos, mas isto, assinalou o diretor geral da OIT, somente pode funcionar com um crescimento sustentado. “Necessitamos que a demanda cresça e também toda a economia, não de uma competição entre mercados cada vez menores”, disse.

No entanto, Ryder assinalou alguns progressos. Diversos países emergentes ou em desenvolvimento demonstraram maior resistência em relação a crises anteriores. Alguns dos países europeus que foram mais afetados pela crise econômica podem começar a crescer novamente, acrescentou. “Mas, fundamentalmente, existe uma compreensão crescente no mundo sobre a importância de conceder maior prioridade às estratégias centradas no emprego”, indicou.

A discussão sobre a economia mundial e a situação do emprego foi realizada durante recente reunião do Conselho de Administração da OIT. Os delegados discutiram a contribuição que as políticas sociais e de emprego podem dar à recuperação econômica e ao crescimento sustentável.

Fonte OIT, com informações da Rádio ONU


Tecnologia: empresas podem obter financiamentos subsidiados para investir em eficiência energética

Empresas interessadas em desenvolver projetos de eficiência energética ou de redução de impactos ambientais podem recorrer a linhas de financiamento, por da Agência Estadual de Fomento (AgeRio). O valor de financiamento pode chegar a R$ 30 milhões por projeto, se o recurso for captado diretamente pela agência, com taxa mensal de 0,93% ao mês e até cinco anos para pagar o empréstimo.

Clique aqui para saber tudo sobre  as formas de obtenção das linhas de financiamento

De acordo com o presidente da AgeRio, Domingos Vargas, o tomador também pode optar por mais duas fontes de recursos. Por meio do Inovacred, da Agência Brasileira da Inovação (Finep), podem ser obtidos até R$ 10 milhões, com juros de 0,41% e até 96 meses para quitação, e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), até R$ 20 milhões, com juro de 0,67% ao mês e até 60 meses para pagar.

“A eficiência energética tem uma série de componentes fundamentais, entre elas a de melhorar a rentabilidade e a produtividade das empresas, além do respeito ao meio ambiente. É uma oportunidade para que se tenha financiamento que a coloque em sintonia ao que há de mais adequado hoje no mundo”, disse Vargas.

Entre os projetos que podem ser financiados, estão melhorias em sistemas de iluminação, de fornecimento de energia e de refrigeração. Um exemplo é a troca de parte do fornecimento de energia pela rede habitual por placas solares. Também a instalação de iluminação por tecnologias mais eficientes, como lâmpadas de LED (light emitting diode). Ou ainda podem ser financiados sistemas de reutilização da água, dentro do conceito de redução de impacto ambiental.


Fonte Agência Brasil


Capes: 12% dos programas de pós-graduação brasileiros têm padrão internacional

Dos 3.337 programas de pós-graduação existentes no país, 406 (12%) têm padrão de qualidade internacional, conforme dados divulgados nesta terça (10/12/2013) pelo Ministério da Educação a partir de avaliações feitas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), entre 2010 e 2012. A avaliação usa escala de 1 (pior nota) a 7 (melhor nota). Os programas com nível internacional obtiveram pontuações 6 e 7.


Os 3.337 programas de pós-graduação somam 5.082 cursos, sendo 2.903 de mestrado, 1.792 de doutorado e 397 de mestrado profissional.

As notas dos programas podem ser consultadas no site da Capes

Do total, 1,8% dos programas (equivalente a 60) tiveram as notas mais baixas, 1 e 2, e poderão ser descredenciados. "É só 1,8% dos cursos, são poucos cursos. Mas de qualquer forma nós não negociamos o que é o padrão mínimo de qualidade", disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Na avaliação de 2010, 2,2% dos programas foram descredenciados, na ocasião, pouco mais de 4 mil foram avaliados.

Conforme os dados divulgados hoje, quase 70% dos programas mantiveram a mesma nota da última avaliação, em 2010, enquanto 23% conseguiram melhorar a pontuação. Os resultados apontam que 4,2% tiveram nota máxima (7); 8% tiveram nota 6; 17,9% conseguiram nota 5; 36,5% obtiveram pontuação 4; e 31,6% tiveram nota 3.

Formação do professores, produção intelectual e infraestrutura estão entre os quesitos avaliados. A maioria dos programas concentra-se nas áreas de ciências da saúde e humanas.

De acordo com a Capes, o número de mestres e doutores cresceu no período analisado. Em 2012, 42.780 mestres se formaram no país, ante 35.965, em 2010. Os doutores titulados passaram de 11.210 para 13.879 no mesmo período, e os mestres profissionais, voltados para o mercado de trabalho, aumentaram de 3.236 para 4.251.

Os cursos de pós-graduação têm, atualmente, 56.890 professores permanentes e uma produção de quase 1,5 milhão de artigos, livros e produções técnicas.

Entre 2010 e 2013, o Brasil teve 23% de crescimento na quantidade de programas de pós-graduação. Segundo a avaliação, nesse período, a alta chegou a 40% na Região Norte, passando de 121 para 170. No Nordeste, com 655 programas, houve um crescimento de 33%; no Sudeste, são 1.560 programas, o aumento registrado é 14%; no Sul, são 648, alta de 25%; e no Centro-Oeste, o aumento chegou a 37% (268 programas).


Fonte Agência Brasil

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Vestuário: apoio à inovação e à qualificação profissional são demandas do setor para 2014

Fortalecimento do Paraná Business Collection, incentivo à inovação e suporte para a qualificação profissional. As três demandas foram apresentadas por representantes de sindicatos da indústria do Vestuário e Têxtil, durante recente fórum setorial, realizado pelo Sistema Fiep. A reunião ocorreu logo após a apresentação de estudo de competitividade do segmento, que apontou possíveis caminhos para o desenvolvimento dos setores do vestuário e têxtil no Paraná.

Paraná Business Collection terá edição em Maringá e Curitiba em 2014

O mapeamento revela que o setor precisa se preparar para enfrentar a concorrência internacional. Com baixa carga tributária, poucos encargos e profissionais mais baratos que no Brasil, os países que lideram as exportações de vestuário conseguem entregar um produto final com um custo menor que a produção brasileira.

O Paraná, no entanto, tem algumas vantagens que lhe garantem diferenciais competitivos, com possibilidades de desenvolvimento – como proximidade de principais polos consumidores do país e alta produtividade.

“Precisamos de todo o suporte do Sistema Fiep – com cursos de qualificação, novas tecnologias e missões internacionais –  para conseguirmos, principalmente, reverter a queda nas vendas do setor”, pediu a empresária Luciana Bechara, presidente do Sindivest, de Curitiba.

Maria Abigail Fortuna, do Sivale, de Apucarana, enfatizou a necessidade de mais iniciativas inovadoras. “Nosso forte é o produto promocional, principalmente os bonés. Acredito que venceremos o desafio de inovar com um laboratório de pesquisa”, pediu.

O presidente do Sistema Fiep, Edson Campagnolo, que também é empresário do setor, lembrou que uma entre quatro empresas abertas recentemente no Paraná é do segmento vestuário e têxtil. O setor é o segundo que mais emprega no estado.

“Percebo que há muitas oportunidades para as indústrias do vestuário paranaenses. Se mantivermos a união que sinto neste segmento, não será difícil vencermos os obstáculos”, disse Campagnolo. O presidente também falou sobre a necessidade de união dos empresários e representantes do sindicato para o fortalecimento do Paraná Business Collection. “É um evento que precisa da união de todos em torno dele. Conseguiremos visibilidade e representatividade investindo e acreditando em nosso evento de moda”, pediu.

O diretor regional do Senai-PR, Marco Secco, e o superintendente do Sesi-PR, José Antonio Fares, destacaram a relevância do estudo encomendado pelo setor, para alinhar as ofertas de serviços às demandas e necessidades da indústria. “Com este mapeamento, podemos ser mais assertivos com o atendimento ao setor, na oferta de cursos que possam agregar mais valor”, avaliou Secco.

Fonte Sistema Fiep


Educação: apagão de mão de obra qualificada afeta inovação na indústria

Por Carla Jiménez

No país em que foram gerados mais de 14 milhões de empregos entre 2002 e 2012, a falta de mão de obra qualificada transformou-se num problema real, que já afeta a capacidade de inovação do setor privado. Esse foi um dos principais obstáculos apontados por 72,5% das 128.699 empresas que responderam à Pesquisa de Inovação (Pintec) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para inovar no mercado. A maior barreira, em todo caso, para mais de 80% das indústrias, são os custos altos no Brasil.

Seja como for, a pesquisa do IBGE reaviva o fantasma do “apagão de mão de obra”, que rondou o Brasil quando o país cresceu 7,5% em 2010. A retração econômica nos anos seguintes dissipou esse temor, mas a Pintec aponta que a baixa qualificação dos empregados afeta a área mais cara para o Brasil, que é avançar em inovação e, consequentemente, em competitividade.

“A formação de recursos humanos para inovação integra uma das agendas prioritárias da indústria brasileira”, afirma Rodrigo de Araújo Teixeira, gerente executivo de inovação da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Segundo ele, menos de 30% dos engenheiros no país atuam de fato em inovação. “Para equilibrar a oferta e demanda de engenharia, trabalhamos pela revisão do currículo nas universidades de Exatas”, completa.

Cerca de 103.000 pessoas no Brasil, em 2011, em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), a maioria na indústria, um aumento de quase 50% na comparação com a Pintec realizada entre 2006 e 2008.

O estudo do IBGE, divulgado hoje, levantou informações entre 2009 e 2011. A pesquisa revela que a aquisição de máquinas e equipamentos foi prioridade para quase dois terços das empresas inovadoras. Treinamento foi uma preocupação para quase 60% das companhias entrevistadas, e a compra de software, para 33,2%.

Na comparação com a Pintec anterior, o número de indústrias que implementaram produtos ou serviços novos teve uma queda de 38,1% para 35,6%. Ao todo, as empresas industriais destinaram 0,71% de sua receita líquida de vendas para pesquisa e desenvolvimento em 2011, acima dos 0,62% registrados em 2008.

Na divisão por setores, 44,1% das empresas de eletricidade e gás inovaram, seguidas pelo setor de serviços, com 36,8%. O investimento total em processos e produtos inovadores foi de 64,9 bilhões de reais em 2011, 2,56% da receita líquida de vendas das empresas.

Os investimentos em P&D na fábrica ainda estavam restritos a um universo de cerca de 7.500 empresas inovadoras em 2011. Os gastos para esse fim, no investimento geral com inovação, subiram entre 2008 e 2011: de 24,5% para 29,8%.


Fonte El País


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Frase de Hoje

Nelson Mandela por ele mesmo!



"Uma boa cabeça, um bom coração,
formam uma formidável combinação!"
 Nelson Mandela




terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Ciência sem Fronteiras: oferta de bolsas passa a abranger também curso de mestrado profissional

O programa Ciência sem Fronteiras começa a oferecer bolsas de estudo no exterior para cursos de mestrado profissional, com duração de dois anos e formação específica, voltada para o mercado de trabalho. A novidade foi anunciada pela presidenta da República, Dilma Rousseff, nesta segunda (2/12/2013), no programa semanal de rádio Café com a Presidenta.

As primeiras bolsas serão oferecidas nas principais universidades dos Estados Unidos, como Harvard, Columbia, Illinois, Stanford, Carnegie Mellon, Yale e Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

As bolsas de mestrado profissional atendem as áreas prioritárias do Ciência sem Fronteiras, como engenharias; ciências exatas (matemática, química, física, biologia e ciências médicas); ciências da computação; ciências da área de energia e ciências da natureza. “Tenho certeza que essa nova modalidade de bolsas vai ajudar a dar um salto na formação profissional e tecnológica dos trabalhadores nas nossas empresas”, disse a presidenta.

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Dilma falou também sobre outras modalidades de bolsas do programa, ao destacar que em dois anos o governo federal já concedeu 60 mil bolsas. Dessas, 48 mil a estudantes da graduação. Segundo a presidenta, 14,6 mil estudantes já terminaram os estudos no exterior e voltaram ao Brasil para continuar o curso superior. “Os jovens do Ciência sem Fronteiras estão voltando com novas ideias, buscando melhorar o processo de ensino da sua própria universidade”, disse. “Eles têm acesso às últimas novidades em suas áreas de conhecimento e preparam-se para um mercado de trabalho cada vez mais competitivo.”

Inscrições
O Ciência sem Fronteiras mantém seleção aberta para graduação-sanduíche em 20 países — Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Estados Unidos, China, Coréia do Sul, Japão, Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Noruega, Reino Unido e Suécia. As inscrições terminam na sexta (6/12/2013).

Para participar do programa, o estudante precisa ter feito pelo menos, 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e comprovar bom desempenho no curso de graduação no Brasil. O governo federal garante todos os custos da viagem, a mensalidade da universidade no exterior, alojamento, alimentação e também um curso para quem precisa melhorar o domínio sobre o idioma do país de destino.

A meta do programa é oferecer 101 mil bolsas até o fim de 2014 — 75 mil oferecidas pelo governo federal e 26 mil, por empresas. Além da nova modalidade, a oferta de bolsas prevê graduação-sanduíche, educação profissional e tecnológica e pós-graduação — doutorado-sanduíche, doutorado pleno e pós-doutorado.

Pelo programa, estudantes de graduação e de pós-graduação podem fazer estágio no exterior para manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação. Além disso, o Ciência sem Fronteiras tenta atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar, por tempo determinado, no Brasil.


Fonte Portal MEC


Qualidade na Educação: apesar de avanços no setor, Brasil ocupa baixa posição no Pisa

Apesar de ter conseguido uma evolução significativa nos itens avaliados pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), o Brasil ainda está nas posições mais baixas do ranking. Entre os 65 países comparados, o Brasil ficou em 58º lugar. No entanto, desde 2003, o Brasil conseguiu os maiores ganhos na performance em matemática, saindo dos 356 pontos naquele ano e chegando aos 391 pontos em 2012, segundo os dados divulgados hoje (3/12/2013).

A avaliação, feita pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), é aplicada a jovens de 15 anos a cada três anos. A pesquisa mede o desempenho dos estudantes em três áreas do conhecimento – leitura, matemática e ciências. Em 2009, o Brasil ficou na 54ª posição no ranking.

Entre os pontos destacados em relação ao Brasil também está o aumento percentual de estudantes matriculados. De acordo com o estudo, em 2003, 65% dos jovens com 15 anos frequentavam a escola. Em 2012, o país conseguiu matricular 78% dos adolescentes nessa faixa etária.

"Não só a maioria dos estudantes brasileiros melhorou o desempenho, mas também o Brasil aumentou a taxa de matrículas nas escolas primárias e secundárias", informa o relatório. Segundo o texto, as taxas de escolaridade para jovens de 15 anos aumentaram de 65% em 2003 para 78% em 2012. "Muitos dos alunos que agora estão incluídos no sistema escolar vêm de comunidades rurais ou famílias socioeconomicamente desfavorecidas, de modo que a população de alunos que participaram na avaliação do Pisa 2012 é muito diferente da de 2003", destaca o documento.

Mesmo com a evolução dos alunos em relação à matemática, o Brasil ainda está abaixo da média da OCDE, ficando no patamar de países como a Albania, Jordânia, Argentina e Tunísia. Comparando com a América Latina, a performance brasileira está abaixo do Chile, México, Uruguai e da Costa Rica. Porém, o país se saiu melhor do que a Colômbia e o Peru. A pesquisa ressalta que metade dos ganhos obtidos pelo Brasil em matemática se deve ao desenvolvimento econômico, social e cultural dos estudantes.

Apesar dos avanços, o Pisa mostra que há desafios em relação ao aprendizado de matemática. Na área, são seis os níveis de proficiência, sendo que o sexto nível é atingido apenas por 4,2% dos estudantes dos países que participaram do exame. A média brasileira atinge apenas o nível 1. Em um gráfico mais detalhado é possível observar que pouco mais de 60% dos estudantes brasileiros que participaram do exame estão no nível 1 ou abaixo dele. Pouco mais de 20% atingiram o nível 2. A porcentagem de estudantes que atingiu os níveis de 3 a 6 não chega a 20%.

Em leitura, o Brasil subiu de 396 pontos em 2000 para 410 pontos em 2012, colocando o país no mesmo patamar da Colômbia, da Tunísia e do Uruguai, abaixo da média da OCDE. Na América Latina, os estudantes brasileiros tiveram performance inferior aos colegas chilenos, costa-riquenhos e mexicanos. Mas, se saíram melhor do que os argentinos e peruanos. O estudo atribui a evolução do Brasil nesse item somente aos avanços econômicos e sociais no período.

A pesquisa mostra que 49,2% dos estudantes brasileiros conseguem, no máximo entender, a ideia geral de um texto que trate de um tema familiar ou fazer uma conexão simples entre as informações lidas e o conhecimento cotidiano. Apenas um em cada duzentos alunos atinge o nível máximo de leitura. Ou seja, cerca 0,5% dos jovens são capazes de compreender um texto desconhecido tanto na forma quanto no conteúdo e fazer uma análise elaborada a respeito.

Em ciências, o desempenho brasileiro também ficou abaixo da média, no nível da Argentina, Colômbia, Jordânia e Tunísia. O Brasil ficou, nesse item, atrás do Chile, da Costa Rica, do Uruguai e do México, mas à frente do Peru. Desde 2006, a performance brasileira saiu dos 390 pontos e chegou aos 405 em 2012. O estudo mostra que cerca da metade dessa evolução deve ser atribuída a mudanças demográficas e socioeconômicas da população.


Fonte Agência Brasil


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Ciência sem Fronteiras: você tem ainda dois dias para se inscrever no programa

Termina na sexta (29/11/2013) o prazo para a inscrição no Programa Ciência sem Fronteiras. Entre os requisitos está exigência de o candidato ter obtido nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) igual ou superior a 600 pontos, em exames feitos no período de 2009 a 2013.

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O candidato ainda deve apresentar teste de proficiência no idioma aceito pela instituição de destino e ter integralizado no mínimo 20% e, no máximo, 90% do currículo previsto para seu curso, no momento do início previsto da viagem de estudos.

Para participar, é necessário também cursar uma das áreas contempladas pelo programa: ciências exatas (matemática e química), engenharia, tecnologia e ciências da saúde. O programa mantém parcerias em 35 países. Até junho, implementou 29.192 bolsas em todas as modalidades de graduação, doutorado e pós-doutorado. A previsão é a distribuição de até 101 mil bolsas, ao longo de quatro anos, para alunos de graduação e pós-graduação.

Os estudantes podem concorrer a bolsas de estudo na Bélgica, Canadá, Holanda, Finlândia, Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Alemanha, França, Itália, Suécia, Noruega, Irlanda, China, Hungria, Japão, Áustria e Reino Unido.

Fonte Agência Brasil