terça-feira, 23 de outubro de 2012

Esporte e design: pesquisa revela oportunidades de negócios em eventos esportivos


Resultado da pesquisa Design e Macro Eventos Esportivos no Brasil revela que é de R$ 86 bilhões a previsão de impacto no PIB brasileiro com as oportunidades geradas nos setores de construção civil, infraestrutura, mídia, tecnologia de informação, turismo e segurança, entre outros.

A pesquisa, contratada pela Apex-Brasil e pelo Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC), pretende contribuir para o desenvolvimento do design brasileiro enquanto instrumento de agregação de valor aos produtos e serviços brasileiros. Resultado da pesquisa será apresentado nesta quarta (24/10/2012), na sede do Sistema Fiemg.

O estudo revela que outros países que já sediaram a Copa do Mundo conseguiram potencializar os resultados dos investimentos de forma a transformar a economia local. A Coréia, quatro anos antes de sediar os jogos, registrava um PIB negativo de -5,71%, passando para 5,18% após quatro anos de sua realização. A Alemanha passou de 0,02% nos quatro anos que antecederam a competição, para 3,50% no mesmo período pós-torneio.

“Queremos promover a mobilização e sensibilização de representantes do poder público estadual e municipal, de designers e de empresas nessas cidades, de forma que todos estejam preparados para aproveitar as oportunidades que estes eventos trarão para nosso país”, comenta Marco Aurélio Lobo, coordenador da Unidade de Inovação e Design da Apex-Brasil.

Segundo o estudo, o Brasil conta com 900 designers espalhados pelas cidades-sede da Copa, e dentre as atividades econômicas que causarão maior impacto sobre o PIB estão a construção civil e infraestrutura (R$ 53,4 bilhões), turismo (R$ 6,8 bilhões), mídia (R$ 6,5 bilhões) e tecnologia de informação (R$ 5,3 bilhões).

A pesquisa também aponta as potencialidades locais das cidades-sede da Copa do Mundo 2014, como Manaus, que oferece oportunidades nos setores de fitoterápicos e fitocosméticos, móveis e artigos em madeira e ecoturismo, entre outros. Brasília  destaca-se pela construção civil, serviços financeiros e alimentos, enquanto Porto Alegre é referencial para alimentos, confecções e calçados.

Clique aqui para saber mais sobre a divulgação da pesquisa.


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