terça-feira, 18 de setembro de 2012


Da Carta na Escola: O desafio do ensino técnico

Entre 2002 e 2010, a rede federal de ensino profissional cresceu 114% no país. O setor, em clara expansão no Brasil, ganhou combustível com o anúncio pela presidenta Dilma Rousseff, em outubro do ano passado (2011), do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), que propõe o fortalecimento da rede atual e a ampliação da oferta de vagas nos próximos quatro anos.

É um incentivo positivo, analisa Maria Clara Schneider (foto), reitora do Instituto Federal de Educação de Santa Catarina (IF-SC), mas que impõe seus desafios, até pelos prazos relativamente exíguos.

Coordenadora-geral do II Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, que reuniu em Florianópolis, em junho, reitores, professores e especialistas de todo o mundo, Schneider vê na área potencial para fomentar e mudar economias locais. Contudo, diagnostica que ainda falta reconhecimento. “O mercado valoriza o bacharelado de forma até discriminatória, e há uma conjuntura cultural de achar que a formação acadêmica é mais importante, mais nobre. É preciso mudar essa lógica.”

Leia aqui a entrevista completa dada à Clarice Cardoso 

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