terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Emprego garantido: Indústrias preferem profissionais formados no Senai

Os profissionais que estudam no Senai têm emprego garantido. Um total de 76,6% dos formados nos cursos técnicos da organização em 2009 estavam trabalhando em 2010. Desses, 80,1% tinham carteira assinada.

Com renda mensal média de 2,47 salários mínimos ao mês, que equivaliam a R$ 1.259 em 2010, os técnicos também foram muito bem avaliados por seus supervisores nas empresas. Em uma escala de zero a dez, receberam nota 8,4 no quesito competências básicas e 8,3 em competências específicas e de gestão. As informações são da pesquisa anual do Programa de Acompanhamento de Egressos, elaborada pelo Senai.

O estudo mostra que 94,5% das empresas preferem contratar técnicos formados pela principal organização de educação profissional e tecnológica das Américas. Os cursos técnicos preparam para o mercado de trabalho estudantes matriculados ou egressos do ensino médio. De acordo com a pesquisa, os cursos de aprendizagem e de qualificação do Senai também são referência entre as indústrias.

Na hora de contratar, 96,9% das empresas preferem os profissionais com cursos de qualificação do Senai, e 96% dos empresários elegem os formados em cursos de aprendizagem da organização. Os programas de qualificação preparam pessoas para exercer uma ocupação, independentemente da idade, e os de aprendizagem são voltados para jovens de 14 a 24 anos.

“Todos gostam do meu trabalho”, conta o paulistano Douglas Bezerra, que trabalha há cinco meses como operador de máquina de tornearia e fresagem na Mazzoni Indústria de Peças e Tratores, em São Paulo. Formado em 2009, no curso de aprendizagem mecânico de usinagem, Douglas tem 18 anos e recebe R$ 1.600 ao mês. Para ele, a formação no Senai foi decisiva na conquista da vaga.  “Tive uma boa formação e sei o que estou fazendo.”

Segundo o diretor-geral do Senai Nacional, Rafael Lucchesi, os resultados da pesquisa orientam o trabalho da organização. “É com base nesses dados que planejamos desde o conteúdo das disciplinas até a grade de ofertas de cursos, de forma que nossas escolas ofereçam uma formação alinhada com as necessidades da indústria.”

No triênio 2009-2011, o programa acompanhou 21.311 estudantes formados em cursos técnicos, de aprendizagem e de qualificação. A pesquisa também entrevistou 3.315 supervisores diretos dos egressos nas empresas.

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