sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Propriedade intelectual: Empresários discutem adesão ao Protocolo de Madri

A adesão do Brasil ao Protocolo de Madri, tratado internacional que promove registro único de marcas em 84 países signatários, será positiva ou negativa para a indústria nacional? O sistema brasileiro de análise e concessão de registros está preparado para a integração? Representantes da indústria, do governo e de organizações ligadas à propriedade intelectual vão debater essas e outras questões nesta sexta (11/11), no escritório da CNI, na Vila Olímpia, em São Paulo.

Participarão representantes da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (Ompi), do United Kingdom Intellectual Property Office (Ukipo), do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual ( ABPI). A visão empresarial será comentada pela diretora jurídica da Natura, Lucilene Prado. A abertura da reunião será feita pelo diretor de Operações da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi, a partir das 9h.

A propriedade intelectual é o primeiro item da agenda da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), movimento liderado pela CNI para disseminar a inovação nas empresas.
Especialistas em propriedade intelectual garantem que os maiores benefícios da adesão ao Protocolo de Madri são o ganho de tempo e a economia de dinheiro no registro internacional de marcas. No entanto, dizem que é preciso assegurar que o INPI tenha plenas condições de cumprir todos os prazos e obrigações provenientes do protocolo. O governo brasileiro discute há anos a assinatura desse convênio – o Protocolo de Madri foi criado em 1989. A programação pode ser acessa pelo www.propintelectual.com.br.

Mais informações: com Theo Saad, 11 9306-8274 e 11 3040-3874.

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