terça-feira, 4 de outubro de 2011

WorldSkills Londres 2011: É hora de conhecer o campo das provas

Os 28 competidores que representam o Brasil no WorldSkills Londres 2011, o maior torneio de formação profissional e tecnológica do mundo, conheceram a arena de provas nesta segunda (3/10). Na competição, cujas provas ocorrerão no centro de exposições ExCel, em Londres, desta quarta a sábado (5 a 8/10), cerca de mil estudantes de cursos técnicos e de aprendizagem profissional de 51 países, de todos os continentes, serão desafiados a executar tarefas do dia a dia do trabalho em suas profissões dentro de rigorosos padrões internacionais de qualidade.

A ambientação nas bancadas de trabalho e a conferência dos materiais, das ferramentas, do funcionamento das máquinas e dos computadores são decisivas para os competidores fazerem uma boa prova.

“É o dia de tirar dúvidas para vencer os desafios com tranquilidade e alcançar o objetivo, que é ganhar a medalha”, diz o líder da equipe brasileira Antonio Carlos Dias. “É neste dia que eu arrumo a bancada e preparo o material que vou usar nas provas”, conta Priscila Silva Teixeira, competidora brasileira da ocupação de confeitaria. Ela tem 22 anos de idade e aprendeu o ofício de confeiteira no Sena de Minas Gerais. Nas provas, ela e os competidores dos outros países terão de preparar bolos decorados, esculturas de chocolate e sobremesas de dar água na boca.

O competidor Guilherme de Souza Vieira, da ocupação de design gráfico, aproveita o dia de ambientação para checar todas as máquinas e garantir que tudo estará funcionando nas provas. “Estou tranquilo. Vou seguir toda a lista de procedimentos”, garante Guilherme, do Senai de São Paulo. “É um dia de concentração total”, explica Lucas Rodrigues de Souza, da ocupação de eletricidade predial, estudante do Senai de Minas Gerais.

Formada por 23 estudantes do Senai e cinco do Senac, a equipe brasileira desembarcou sexta-feira passada em Londres. No domingo, foi dia de fazer um passeio pelos pontos turísticos da cidade, em um ônibus vermelho de dois andares, característico da capital inglesa. O roteiro incluiu atrações como a Torre e a Ponte de Londres, a Praça do Parlamento, o Big Ben, a Abadia de Westminster e o Palácio de Buckingham.

“É muito bom conhecer uma cidade que tem a cultura do design”, observou Guilherme. “A cidade é bonita. Faz parte da história”, comentou Priscila. A confeiteira brasileira só lamenta não ter encontrado ainda um doce inglês que agradasse seu paladar. “Prefiro a simplicidade de um brigadeiro.”

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