quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Frase de Hoje


"Talento é quando um atirador atinge um alvo
que os outros não conseguem.
Gênio é quando um atirador atinge um alvo
que os outros não vêem”

Comportamento, formas e cores: Feiras de Decoração em Paris mostram as tendências do inverno 2012

Entre 9 e 13 de setembro, a Maison et Objet – uma das mais importantes feiras de decoração do mundo – apresentará as tendências de outono-inverno 2012. O evento ocorrerá no centro de exposições Paris Nord Villepinte, próximo à capital francesa. Durante os cinco dias, compradores de diversos países e especialistas em arquitetura e design de interiores vão conhecer propostas de expositores de diversas áreas e estilos: tecidos, objetos e acessórios, mobiliário, decoração e design. Mais do que uma feira de tendências, o evento é uma troca de experiências e cultura, com uma programação que estimula as emoções e os sentidos.


Além do ambiente de compras, a feira oferece uma série de ações que a tornam ainda mais interessante. Três espaços revelam as inspirações de comportamento, formas e cores e entrevistas com especialistas de diversos campos. Os compradores poderão receber dicas, ideias e inspirações para melhorar as vendas, assim como tirar dúvidas em relação às novas possibilidades do mercado atual em meio ao crescimento do comércio on-line.

No Business Lounge, os visitantes trocarão ideias e farão negócios e no Labo Matério, será lançamento o livro Material World 3, que mostra 20 referências de materiais apresentadas na publicação dedicada ao design de interiores. Além disso, será exibida a mostra Talents à La Carte, que homenageia grandes talentos japoneses, e outra dedicada à Édouard François, um dos maiores nomes da arquitetura sustentável. A Maison et Objet também homenageia os eleitos a designers do ano: Édouard François, Gilles e Boissier, Ronan e Erwan Bouroullec.

A novidade deste ano é a primeira semana de design de Paris. Por ser o berço de grandes nomes da área criativa e cultural e receber visitantes de todos os cantos do mundo, a cidade foi escolhida para ser um ponto de referência internacional, com o objetivo de atrair talentos da área e discutir as oportunidades do design atual.

Tendo como referência as semanas de Londres, Milão, Tókio e Moscou, a Paris Design Week apresentará uma programação aberta ao público, entre os dias 12 e 18 de setembro. Serão 100 eventos de consumo e tendências com foco cultural, comercial e profissional, incluindo a Maison et Objet, que apresentarão exposições, novas coleções, instalações, palestras e debates.
Fonte Portal Senai Design

Ações internacionais: Sistema Indústria fortalece portfólio de serviços e produtos


A partir deste agora, o Sistema Indústria, via Senai, Sesi e IEL, terá presença ainda mais forte no exterior com a integração das áreas internacionais das três organizações. A apresentação de um portfólio conjunto dos serviços e produtos oferecidos é um dos grandes benefícios desta união. O Senai trabalha dentro de três eixos principais: captação de parcerias internacionais, que trazem tecnologias e conhecimento de ponta para fortalecer o atendimento e repasse às industrial; cooperação Sul-Sul, que leva experiência nas áreas de trabalho, educação e tecnologia a países em desenvolvimento, em especial no hemisfério sul; e prestação de serviços internacionais junto às empresas brasileiras que estão no exterior, consequência direta do Sul-Sul.


O Sesi possui acordos internacionais na área de segurança e saúde do trabalho (STT). Recentemente, especialistas da Universidade de Nottingham, da Inglaterra, estiveram em Brasília para falar um pouco mais sobre o assunto. Em outubro, a agência alemã de cooperação (GTZ, na sigla em alemão) capacitará técnicos da organização para trabalhar em projetos da cooperação Sul-Sul. Outras parcerias estão sendo fechadas, entre elas o acordo com a Echanges et Consultations Techniques Internationaux (ECTI), pela qual peritos franceses apoiarão o Sesi para atender empresas e prestar consultoria em SST.

O IEL está em fase de prospecção e identificação de novos parceiros na área de educação executiva. Entre os mercados mais atrativos para a instituição estão Alemanha e Itália. O principal desafio do IEL é encontrar formas de capacitação para compor o quadro de funcionários da empresa que atuarão em projetos internacionais. Para o gerente-executivo de Relações Internacionais do Sistema Indústria, Frederico Lamego, a logística que envolve a união das três organizações está sendo feita. “Com o suporte da Symnetics, consultoria especializada de São Paulo, estamos desenvolvendo um plano de negócios para organizar a atuação das três organizações”.

Primeiro emprego: Jovens vencem barreiras e investem em uma profissão


Kézia Lopes, 20 anos, mãe de Luiza, com apenas três meses de vida, integra a turma de aprendizes que recebeu certificado de eletricista instalador predial de baixa tensão, na sexta (26/8), do Senai do Amazonas. A nova eletricista lembra que durante a gravidez conseguiu quebrar barreira do preconceito, com plena condição de estudar e trabalhar dignamente. “Recebi apoio da instituição que me proporcionou o aprendizado.

Agora dedico este certificado à minha filha, prometendo que darei continuidade à formação profissional até alcançar o nível superior em engenharia elétrica.” Se formaram junto com Kézia, neste ano, 739 aprendizes. Os jovens estudaram em três unidades da organização, desde 2010, cumprindo 1.600 horas/aula, metade no Senai e o restante em empresas conveniadas.

Kézia, com a pequena Luiza, pensa grande: o futuro é a faculdade de engenharia elétrica – Foto Senai-AM
Kézia, com a pequena Luiza, pensa grande: o futuro é a faculdade de engenharia elétrica – Foto Senai-AM
Mãe do formando Cesar Santos, 16 anos, Elane Santos estava feliz com a decisão tomada no ano passado de sair de Porto Velho para ampliar as possibilidades de estudos do filho, agora operador de linha de montagem para a indústria eletroeletrônica.

Desde que voltou para Manaus, Elane incentiva Cesar a apostar na qualificação profissional, com estágio na maior empresa do Polo de Duas Rodas da capital amazonense.


Cesar opera na linha de montagem da Honda como menor aprendiz. Entra às 7h15 e sai às 11h15, interagindo com sete operadores. “O curso de aprendizagem me ajudará a entrar na indústria que muitos gostariam de trabalhar. Agora tenho condições de mostrar o meu comprometimento nos estudos e no trabalho para quando terminar o prazo de aprendiz ser contratado."

Experiência marcante também foi para a irmã Liliana Daou, responsável por seis formandas da Casa Mamãe Margarida. As alunas participaram do curso de aprendizagem em Assistente Administrativo. “É um programa de dimensão muito grande que leva a proposta de formar o jovem e apresentá-lo à indústria como um aprendiz. Nesta perspectiva, tanto o aluno quanto a empresa ganham, pois se trata da capacitação dos novos trabalhadores que atenderá as carências do mercado de trabalho”, avaliou a irmã Liliana.

Atualmente a Casa Mamãe Margarida atende 350 crianças e adolescentes em regime de abrigo e meio aberto. Todas as meninas que chegam passam por situações de risco pessoal e social. A irmã Liliana ressalta que o programa de aprendizagem do Senai não atende número maior de abrigadas por conta da escolaridade exigida nos cursos quanto ao ensino médio incompleto, mas que é a segunda turma de meninas da Casa que são beneficiadas pelo Senai. "Tenho o privilégio de atuar no setor de Recursos Humanos da Petrobras, graças ao curso de auxiliar administrativo do Senai. Minha formação me fará conquistar um emprego decente para me manter, pois neste ano completo 18 anos, idade máxima para as abrigadas da Casa Mamãe Margarida. Agora é só se esforçar para firmar todos os conceitos aprendidos”, destacou a aluna Ana Gleyce Correa.

Os jovens participaram de uma das 16 ocupações de aprendizagem oferecidas no Senai-AM, nas áreas de refrigeração e climatização, informática, eletroeletrônica, administração industrial, eletricidade, construção civil, automotiva, plástico, usinagem e solda. “A aprendizagem é uma das modalidades mais importantes ministradas pelo Senai, em virtude do papel de formar jovens entre 14 a 24 anos nos segmentos produtivos do Polo Industrial de Manaus”, disse Ivana Ayrton, gerente de uma das escolas da organização. Segundo ela, os adolescentes que estão nesta faixa etária tendem a ter uma vida ociosa, sem muitas perspectivas de futuro.

De acordo com Ivana, as fábricas do Polo aproveitam quase 100% dos aprendizes do Senai, pois mesmo com pouca idade são qualificados como profissionais e com todas as responsabilidades de segurança e técnica de um industriário.

WorldSkills 2011: Distrito Federal emplaca dois alunos na equipe que vai defender o Brasil em Londres

Jecivaldo de Oliveira e Willian Ramon Grassioti são dois brasilienses que carimbaram seus passaportes para competir no principal torneio mundial de educação profissional e tecnológica, o WorldSkills, cuja 41ª edição ocorrerá de 5 a 8 de outubro, em Londres. Jecivaldo e Willian vão competir nas ocupações de Aplicação de Revestimento Cerâmico e Mecânico de Refrigeração, respectivamente. Outros 26 jovens estudantes do Senai e do Senac formam a delegação brasileira.

Para alcançar esse status, os alunos do Senai do Distrito Federal treinaram mais de um ano e passaram por severas provas seletivas. O Brasil vai buscar o pódio e medalhas em 25 ocupações profissionais, como design gráfico, tecnologia da informação, mecatrônica, robótica móvel, eletricidade predial e industrial, entre outras. Ouro em Mecânica de Refrigeração na 6ª Olimpíada do Conhecimento, William atribui, naquela oportunidade, a Deus e aos professores o bom resultado. “Quando subi ao pódio, um filme passou pela minha cabeça. Tudo que tive que abrir mão, que deixar pra depois, agora, se resume nesse ouro. Agradeço ao Senai-DF, aos meus ilustres professores e a Deus por essa vitória.

País-membro do WorldSkills International desde 1982, o Brasil teve excelentes colocações no ranking das duas últimas edições. Em 2007, no Japão, ficou em segundo lugar. Em 2009, no Canadá, em terceiro. José Luís Gonçalves Leitão, chefe da delegação brasileira, espera que o Brasil permaneça em Londres entre os melhores do mundo. “Estamos trabalhando para ficar entre os cinco primeiros colocados. Queremos chegar a uma faixa de 520 pontos, numa escala que vai de 0 a 600. Isso representará entre um quinto e um terceiro lugar."
Clique aqui para conhecer o Brasil que vai ao WorldSkills de Londres.

Olimpíada do Conhecimento bate recordes em Pernambuco
A etapa estadual de Pernambuco da 7ª edição da Olimpíada do Conhecimento bateu os recordes de número de competidores, de público; de atendimentos de serviço. Competiram cerca de 150 alunos (foto) do Senai, em 29 ocupações profissionais, e do Senac, em nove ocupações, que foram vistos por 17.200 visitantes, somando-se alunos da rede pública de ensino. O atendimento contou com cinco patrocinadores-âncora e mais 12 empresas apoiadoras. O evento foi realizado na semana passada (23 e 26/8), no Senai do Cabo.


Para o presidente do Sistema Fiepe, Jorge Côrte Real, que visitou as competições, os espaços Café Cultural, Cidadania e Indústria de Talentos, o tamanho do evento impressionou. “A Olimpíada desperta o interesse de jovens para a capacitação profissional. Com ela damos prova das competências do Sistema “S”, a exemplo da união de esforços da Fiepe com a Fecomércio, que devem potencializar a questão da formação profissional em sintonia com o nível de conhecimento que o mercado exige dos novos profissionais."

Clique aqui para conhecer os vencedores que irão representar Pernambuco na etapa nacional da competição, a ser realizada pelo Senai e parceiros em novembro de 2012, em São Paulo.
Foto Senai-PE

Moulage e inovação: Moda brasiliense com sotaque francês

Os produtos criados a partir da técnica francesa moulage acaba de ser ensinada pelo estilista Gustavo Lins (foto) a modelistas das mais importantes empresas do vestuário de Brasília, no workshop Ateliê de Criação e Construção de Estrutura de Vestuário, no Senai de Taguatinga, a 20 quilômetros de Brasília. Moulage deriva do francês moule, que significa forma.




Esta é uma técnica artesanal que consiste em moldar o tecido sobre um manequim que possui as mesmas medidas do corpo humano. Utilizada há décadas em ateliês de estilistas de destaque, a técnica francesa começou a ganhar espaço no Brasil nos últimos anos, mas ainda é pouco conhecida, sendo preterida pela modelagem plana.

“Para ensinar o moulage, falo aos alunos que não tenham medo de inovar e que tenham a coragem de esquecer as regras pré-estabelecidas, pois trata-se de uma criação de altíssimo nível”, disse Lins, em palestra no edifício-sede do Sistema Fibra. Ainda segundo o estilista, o moulage abre a inteligência, já que é um exercício tridimensional. “Costumo chamar o moulage de corte intuitivo. Para aprendê-lo, busquei estudar a anatomia humana."

Atualmente, Lins é único brasileiro membro oficial da Federação Francesa de Alta-Costura. O designer aprendeu a técnica da moulage trabalhando como aprendiz em grandes maisons parisienses, como Louis Vuitton e Jean Paul Gaultier, a japonesa Kenzo e, principalmente, com o estilista britânico John Galliano, talentoso ex-diretor artístico da maison Dior.
Foto Cristiano Costa/Unicam-Fibra

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Pela educação profissional: Senador Paim diz que críticas ao Sistema S são um equívoco.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Paulo Paim (PT/RS), disse ser “um equívoco” criticar sem fundamentos o Sistema S, que, segundo ele, desfruta de “um carinho muito grande” no Congresso. A afirmação foi feita em audiência pública, na segunda (29/8), proposta por Paim para discutir a redução da jornada de trabalho e a desoneração da folha de pessoal.

Paulo Paim - Divulgação

O diretor de Operações do Senai Nacional, Gustavo Leal, um dos participantes da audiência pública, disse que as organizações (Senai, Sesi, Sebrae, Sesc, Senac, Senar, Senat e outras) que compõem o Sistema S são fundamentais ao desenvolvimento do país, em especial em uma conjuntura de escassez de profissionais qualificados, como agora, e por isso têm de ser “preservadas e fortalecidas”.

Anunciou, na audiência pública, promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Subcomissão Permanente de Defesa do Emprego, que a organização irá criar Centros Tecnológicos de Alta Performance (Ctaps). De acordo com Leal, cada um deles terá uma especialização, como automação ou biotecnologia, e irá operar em estreita articulação com as universidades, seguindo o modelo adotado na Alemanha.

“Atuando em rede, os Ctaps terão papel relevante na solução de gargalos tecnológicos”, acrescentou Leal. Confirmou que a meta do Senai, como um dos principais parceiros do Pronatec, é duplicar para 4 milhões, até 2014, o número de matrículas anuais, que atingiu 2,3 milhões ano passado.

Leal enfatizou que Senai e Sesi trabalham com absoluta transparência, cumprindo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) ao divulgar em seus sites indicadores de aplicação de recursos por área de atuação, atividades e categoria econômica. Lembrou que as duas organizações prestam contas anualmente ao Tribunal de Contas da União (TCU) e são auditadas pela Controladoria Geral da União (CGU).

O gerente-executivo da Unidade de Relações de Trabalho da CNI, Emerson Casali, que também participou da audiência pública, alertou que a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, como estabelece Proposta de Emenda Constitucional (PEC) na pauta de votação da Câmara dos Deputados, agravará a perda de competitividade das empresas e a informalidade.

Participaram ainda da audiência pública os vice-presidentes da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), deputado Laércio de Oliveira (PP-SE), e da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), José Ricardo Alves, o chefe da Assessoria Jurídica da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Cristiano Zaranza, e o diretor do Departamento Sindical do Sistema Fiesp, Cassius Zomignani.

Artigo: O Sistema S e sua importante contribuição à nação brasileira


Utilizando-se da tribuna do Senado Federal, dia 24 de agosto, o senador do nosso Estado Ataides de Oliveira teceu novamente críticas ao Sistema S afirmando que as instituições não cumprem a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) não publicando seus balanços com vistas a maior transparência aos seus gastos.
Roberto Pires

O tema é recorrente e ressurge estimulado por razões políticas ou fatos conjunturais.  Ora se questionam a eficiência da gestão privada e a liderança empresarial na formação de recursos humanos, ora se aponta, de forma equivocada, a ausência de controle externo sobre as instituições, forçando a imagem de que todo o Sistema é uma "caixa preta".

É curioso o repentino interesse do nobre senador ao provocar esse debate. Entretanto, é uma boa hora de dar à sociedade argumentos corretos para que forme opinião sobre os S.  Afinal há mitos que precisam ser destruídos.

Um deles é o de que não há controle externo sobre o sistema. Essa afirmação revela desconhecimento. O controle existe, é abrangente e rigoroso. As entidades são e sempre foram auditadas pela Controladoria-Geral da União e pelo Tribunal de Contas da União. Isso sem contar com o acompanhamento permanente das unidades de controle interno, das auditorias dos departamentos nacionais e auditorias externas independentes, além é claro do Conselho Fiscal de cada unidade regional e nacional.

Em sua maioria, as instituições que compõem o Sistema S atuam na vanguarda da transparência, todas têm suas contas na internet, permitindo livre acesso aos dados de gestão. E foram pioneiras no modelo de gestão por resultados, planejamento monitorado por indicadores e mapas estratégicos construídos e consolidados de forma participativa.

O modelo de financiamento do Sistema S é e deve continuar a ser compulsório.  A sociedade deve conhecer e se posicionar a favor da continuidade desse modelo – e por razão relevante: a capacitação é essencial para o desenvolvimento da indústria, do comércio e das empresas prestadoras de serviços e não pode ficar à mercê de decisões individuais e do humor dos ciclos econômicos ou políticos. O sistema privado de formação profissional deve ser avaliado, mas de forma rigorosa, à luz da realidade da rede pública e do papel do Estado, responsável pelas políticas na área da educação.

Esse modelo não é singularidade brasileira. Na Europa, apóia-se em contribuições compulsórias das empresas, semelhante ao formato brasileiro. No modelo americano, a formação é feita basicamente por empresas de grande porte. O sistema não pode ser estatizado e sofrer descontinuidades geradas por instabilidades, seja política, econômicas ou ideológicas.

Que há falta de trabalhadores qualificados em alguns setores da economia tocantinense e brasileira isso é fato. É um argumento real e decorre da aceleração do crescimento nos últimos anos, em especial na Construção Civil.  Mas é incorreto atribuir apenas ao Sistema S a responsabilidade pelo descompasso entre necessidade das empresas e habilidade e competência dos trabalhadores.
Há que considerar, ainda, que o percurso de evolução econômica é dinâmico e se altera no tempo. 

Em seis décadas de existência da experiência do Sistema S no Brasil (o pioneiro é o Senai), os ciclos de expansão econômica foram colocando novos desafios à medida que se ampliou a complexidade da matriz industrial; a complexidade e diversidade do comércio e a expansão fabulosa da prestação de serviços com a urbanização do nosso País. Sem esquecer a crescente incorporação de tecnologias que modificaram o perfil requerido para a força de trabalho, inclusive na área rural com a velocidade do Agronegócio.

A mobilidade do capital produtivo é outro fator e cria demanda por escolaridade em que o sistema público exibe infraestrutura frágil, apesar do esforço da brilhante iniciativa do governo federal da proposta pedagógica da educação integral.

As três maiores Confederações econômicas: Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e Confederação Nacional da Agricultura (CNA) há tempo já diagnosticaram  que o baixo nível educacional é fator limitador do crescimento sustentável que o país tanto precisa.

Em resposta, desenvolvem programas na área da Educação com níveis de excelência em ternos de proposta pedagógica, transversalidade e tecnologias adequadas à realidade da posição econômica de vanguarda que o Brasil descortina para um futuro próximo. Afinal se o país pretende ser a quinta economia do Planeta, significativos recursos estão sendo e deverão ser aplicados em educação, lazer, cultura, saúde, gestão empresarial e bem-estar dos trabalhadores e seus familiares, além dos inúmeros programas de responsabilidade social que são oferecidos gratuitamente a toda comunidade.

Esses argumentos certamente não esgotam o assunto. Mas são elementos para a construção de um debate mais substantivo sobre o Sistema S. 

Parabéns aos senadores Kátia Abreu e Armando Monteiro, deputado federal César Halum e demais parlamentares que defendem o Sistema S, que vem, ao longo de décadas contribuindo de maneira correta e transparente para o desenvolvimento do nosso país.
Roberto Pires, presidente do Sistema Fieto e do Conselho do Sebrae do Tocantins 
presidência@fieto.com.br

Universidade e empresa: Conferência discute educação como solução para os desafios da sustentabilidade


O papel das universidades e empresas na construção de um mundo sustentável e a necessidade de mudança na forma de educar foram temas da abertura do Global Forum América Latina 2011 (GFAL), na segunda (29/8), o Centro Integrado dos Empresários e Trabalhadores das Indústrias do Paraná (Cietep), em Curitiba. Os palestrantes foram unânimes em afirmar a necessidade de se inserir questões, como sustentabilidade, nos currículos, em todos os níveis de ensino.

 “A solução para os desafios da sustentabilidade está nas pessoas. O primeiro passo é a educação. Temos que começar por nós mesmos. O que temos que mudar em nós, em nossos sistemas, principalmente aqueles que possuem impacto nas atividades de educação e consumo para que o futuro seja mais sustentável?”, questionou o presidente do Sistema Fiep, Rodrigo da Rocha Loures, na abertura da conferência, que é uma iniciativa do Sistema Fiep, por meio da Universidade da Indústria (Unindus), em parceria com a universidade norte-americana Case Western Reserve University, de Cleveland.

A solenidade de abertura foi o único momento presencial da GFAL 2011. As palestras e debates, que serão realizadas até amanhã quarta (31/8), são virtuais, com conteúdos ao vivo pela internet. Os participantes podem organizar a programação de acordo com seu interesse. A interação com os palestrantes será por meio de fóruns online, que estarão disponíveis durante a conferência. Ainda é possível se inscrever no www.globalforum.com.br. Todas as palestras de segunda podem ser consultadas no site do Global Fórum.

Ronald Fry, PhD do Instituto de Tecnologia de Massachusetts e coformulador da teoria e metodologia da Investigação Apreciativa, compartilha da opinião de Rocha Loures. “Uma educação nos negócios, com foco na sustentabilidade, pode contribuir para minimizar os problemas globais e sociais enfrentados pela sociedade. Isso é parte de um novo currículo, que pensa de forma sistêmica e sustentável”, disse Fry, destacando que, como a sustentabilidade é um conceito holístico, as estratégias para lidar com ela também precisam ser. Para Antonio Freitas, pró-reitor de Ensino, Pesquisa e Pós-graduação e diretor de Integração Acadêmica da Fundação Getúlio Vargas (FGV), é necessário começar a mudança em todos os níveis da educação não apenas no Brasil, mas no mundo.

“Nas escolas de administração, os alunos são ensinados a obter um maior retorno financeiro em seus negócios, e não a tratar sobre questões sustentáveis. Não se ensina sustentabilidade no curso de engenharia, mas não se constrói um prédio sem fazer um levantamento dos impactos ambientais. As questões sobre sustentabilidade fazem parte do dia a dia. Agora é preciso levá-las para as salas de aula”, sugeriu Freitas. A organização da sociedade em prol de causas relacionadas ao desenvolvimento também podem incentivar mudanças.

Segundo Rocha Loures, o Paraná possui um trabalho intenso em prol do alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). São mais de 100 mil voluntários atuando pelo desenvolvimento dos municípios e melhoria de qualidade de vida da população. “Temos que fomentar projetos de mudanças que concorram para a mudança da sociedade”, observou.

Segundo Sergio Scheer, pró-reitor de pesquisa e pós-graduação da Universidade Federal do Paraná (UFPR), a universidade tem papel fundamental nas discussões sobre desenvolvimento sustentável. “Esse tipo de discussão traz um complemento à formação acadêmica e coloca o aluno frente a frente com os desafios do mercado”, disse Scheer, citando o programa Administração Sustentável, realizado em parceria com o Sistema Fiep e que formou sua segunda turma na semana passada.

“A Itaipu, como empresa geradora de energia, tem grande preocupação com a sustentabilidade. Além do cuidado com o meio ambiente, também trabalhamos com a questão social e inclusão”, afirmou a diretora financeira da Itaipu Binacional, Margeret Groff.

Wilson Nobre, professor do Departamento de Administração da Produção e de Operações Industriais da FGV-Eaesp, acredita que a universidade passou por uma transformação intensa nos últimos anos. “Há 10 anos, criamos o Fórum de Inovação, um grupo de empresas e acadêmicos que discute a inovação. Os empresários são chamados a participar e direcionar as pesquisas. Isso é de extrema importância, pois aproximamos os grandes atores do desenvolvimento: a universidade e o setor produtivo”.

Trabalho e cidadania: Escola móvel oferece nova perspectiva a comunidades do interior de Minas Gerais


O município de Capim Branco, localizado a 50 quilômetros de Belo Horizonte, foi palco no sábado (27/8) da festa de formatura dos 441 alunos que participaram do Programa Escola Móvel Sesi e Senai. O evento, que contou ainda com dezenas de atividades de lazer e com serviços de cidadania para a comunidade, marcou também o encerramento do programa no município, que segue para o município de Confins, na região metropolitana da capital mineira.

Realizado desde julho em Capim Branco, o Programa ministrou os cursos gratuitos de costureiro, encanador, mecânica de motos, eletricista predial, pedreiro de alvenaria, atendimento, educação e sustentabilidade, além de oficinas de bijouteria, bordado e decoupage em madeira. A moradora Maria Auxiliadora Moraes, 58 anos, foi uma das alunas do programa. Ela, que nunca tinha operado máquinas industriais, recebeu, após o curso de costureira, ofertas de empregos. “Fui convidada para trabalhar em uma empresa da região. Isso só foi possível devido ao conhecimento adquirido durante o curso”, diz.

Segundo o gerente do Programa, Levindo Costa, o objetivo da iniciativa, que tem na agenda a realização de cursos em outras dez cidades até setembro do ano que vem, é formar profissionais em curto espaço de tempo. “Pretendemos criar fonte de renda para populações de localidades onde não possuem unidades do Sesi e do Senai. Além disso, buscamos ensinar ofícios que hoje estão em falta, sempre valorizando a empregabilidade. Devemos formar, até setembro de 2012, cerca de 7.500 mil pessoas no estado”, ressalta.

Para o prefeito de Capim Branco, que acompanhou a cerimônia de entrega dos certificados, Remáculo Souza, o Programa foi fundamental para a geração de renda da população local. “Foi muito importante essa iniciativa. Tenho certeza que os alunos terão, a partir de agora, melhores oportunidades de trabalho e de renda”, afirma.
Para saber mais ligue 31 3263-4566.

Novas competências: Senai-SC pretende ampliar formação universal dos estudantes

Mais do que formar profissionais para o mercado de trabalho, o Senai de Santa Catarina pretende ampliar a formação universal de seus estudantes. Em 2012, o programa terá ênfase no desenvolvimento da leitura, em 2013, da escrita e, em 2014, da resolução de problemas.

Apesar desse cronograma, as ações, nas três linhas, se iniciam nesta semana como projetos-pilotos e atividades complementares dos professores na capacitação. São 16 professores do ensino médio, que depois se tornarão tutores dos demais docentes. No primeiro semestre de 2012, serão capacitados os demais professores de Língua Portuguesa e, no segundo semestre de 2012, todos os docentes da organização.

Para a professora Mary Elizabeth Cerutti-Rizzatti, da UFSC e que atua como consultora no programa do Senai-SC, a crise da leitura que a sociedade enfrenta está associada à carência de capital cultural de grande parte da sociedade e das dificuldades de aprendizado. "Somente 38% dos estudantes brasileiros alcançam o alfabetismo pleno e sem ele a leitura não se concretiza", destaca.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Novo Pronatec: Programa está pronto para votação após desobstrução da pauta


Após a desobstrução da pauta do plenário da Câmara dos Deputados, trancada por cinco medidas provisórias, está pronto para votação o projeto de lei que cria oPronatec, do qual o Senai é um dos principais parceiros. O projeto, que tramita em regime de urgência, foi aprovado na quarta (24/8), nas Comissões de Educação e de Finanças e Tributação, última etapa para a apreciação no plenário.

O projeto de lei 1209/2011, que cria o Pronatec, destinado a ampliar a oferta de vagas nos cursos de educação profissional, foi aprovado nas comissões com emenda defendida pela pelo Sistema Indústria. A mudança dá autonomia aos serviços nacionais de aprendizagem, como o Senai, para criar e oferecer cursos e programas de educação profissional e tecnológica e de educação superior, presenciais e à distância. Em nota técnica, a CNI alertara que a execução do Pronatec corria riscos diante da demora dos conselhos estaduais de educação em aprovar os planos dos cursos profissionalizantes, como ocorre atualmente na maioria dos estados. Tal risco, agora, está afastado, segundo a CNI.

Lançado no final de abril último pela presidenta Dilma Rousseff, em solenidade no Palácio do Planalto, o Pronatec tem como meta abrir oito milhões de novas vagas no ensino profissionalizante até 2014, instalando novas unidades de ensino, concedendo bolsas de estudo, financiando estudantes e empresas que queiram qualificar melhor seus trabalhadores.

O objetivo é atenuar um grave problema existente hoje na economia brasileira, que é a escassez de mão de obra especializada. “A solução desse problema é primordial para termos uma economia de alto desempenho nos próximos anos”, assinala o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. Anunciou ele que, como parceiro do Pronatec, o SENAI pretende atingir quatro milhões de matrículas anuais até 2014, quase o dobro das matrículas efetuadas no ano passado.

WorldSkills 2011: Representante do Rio Grande do Norte quer fazer história em Londres


Às vésperas de viajar para Londres, onde vai representar o Brasil no WorldSkills 2011, Lucas Landriny Costa Filgueira (foto), se prepara psicologicamente para encarar o desafio internacional e a responsabilidade de competir com os melhores alunos do ensino profissional e tecnológico do mundo.

Aluno da unidade do Senai de do Rio Grande do Norte instalado em Mossoró espera outubro chegar com expectativa. “É muito bom ter a chance de representar o meu país em Londres. Foi algo que sempre sonhei e batalhei, mas até então era apenas um sonho, não imaginava que um dia iria se tornar realidade”, disse Lucas.

Ele conquistou o direito de disputar o WorldSkills 2011, que ocorrerá de 5 a 8 de outubro, na capital inglesa, depois de vencer no ano passado a Olimpíada do Conhecimento,
principal torneio de educação profissional e tecnológica das Américas, que foi promovido pelo Senai e empresas em 2010, no Rio de Janeiro. Ele é o novo 'garoto de ouro' do Senai-RN na ocupação profissional de Soldagem.


A confiança no trabalho que trás a expectativa de mais uma medalha de ouro se dá pela rotina intensa de estudos. Em Mossoró, sua instrução foi realizada por Max Wendel, ex-aluno do Senai-RN que também venceu uma etapa nacional da Olimpíada do Conhecimento e foi contratado para repassar seu conhecimento aos novos estudantes.

Desde a sua confirmação na delegação brasileira, que também conta com quatro alunos do Senac, para o 41º WorldSkills, o treinamento de Lucas – de cerca de 12 horas diárias, sete dias por semana – é feito em Brasília, com o apoio do Senai Nacional. “Passo um mês no Distrito Federal e uma semana em Mossoró, mas mesmo em casa continuo treinando”.

Educação profissional: Fornecedores de equipamentos são parceiros do Senai em programas de qualificação

Indústrias e fornecedores de equipamentos e componentes contribuem para a qualidade dos cursos do Senai, compartilhando seus produtos com os laboratórios da organização. Exemplos recentes de empresas que adotam esta política são a Pioneiro e a Silmaq, que nesta semana doaram, respectivamente, baterias e máquinas de costura para as unidades do Senai de Santa Catarina instalada em São José e Blumenau.

"Nossa proposta é estimular o ensino da parte elétrica nos cursos de mecânica automotiva. Muitas vezes, o consumidor leva seu carro na oficina mecânica com problemas na parte elétrica e o mecânico, se não tiver uma capacitação adequada, simplesmente troca a bateria, esquecendo-se de realizar testes que possam identificar as verdadeiras causas daquele problema", explica o diretor comercial da Pioneiro, Sirivaldo José Barbieri.

"O Senai é um nome forte, uma referência, e pode nos ajudar a melhorar esse quadro", assegura. Segundo Barbieri, o Brasil possui 40 indústrias (15 na região Sul), que produzem 2 milhões de baterias por mês. Fundada há 21 anos, a Pioneiro está entre as 10 maiores, que fabricam acima de 50 mil unidades mensais. É também uma das maiores recicladoras de baterias do país. O convênio entre as duas organizações, que acaba de ser firmado, atenderá os cursos em São José e Palhoça.

As três máquinas de costura domésticas, do modelo Siruba, doadas pela Silmaq serão utilizadas pelos estudantes de cursos técnicos e superiores da área de vestuário no desenvolvimento de peças. São duas de ponto reto e uma overloque, que foram instaladas no laboratório de moulage - modelagem comum na alta costura e alfaiataria, tridimensional, realizada direto no manequim; o tecido é formatado no manequim e depois é planificado em desenhos no papel ou computador. A Silmaq mantém parceria com o Senai há vários anos, fornecendo máquinas industriais, assistência técnica e consultoria.

Pesquisa aplicada: Senai dá suporte tecnológico ao Projeto Cão-Guia do Sesi


Acessório básico para a condução segura do deficiente visual, a coleira deve ser confortável para o cão-guia e prática para o manuseio. E desde que foi criado o Projeto Cão-Guia do Sesi de São Paulo esta tem sido uma preocupação da unidade do Senai instalada no bairro do Bom Retiro, na capital paulista, e especializada na área do vestuário. Parceira no projeto, a unidade assumiu o compromisso de desenvolver uma coleira aperfeiçoada aos filhotes, atualmente em fase de socialização sob os cuidados das famílias acolhedoras.

Para Maria e Moisés, o projeto é gratificante – Foto Julia Moraes

“As coleiras comuns de cães-guia são de couro, bem acabadas, mas com o tempo pegam cheiro e umidade. A nova peça vai proporcionar mais comodidade e higiene, além de durabilidade”, assegurou Moisés José de Abreu, instrutor de mecânica do Senai, ao apresentar o protótipo feito de aço inoxidável leve, desenhado por ele. Na nova coleira, também as tiras que envolvem o peitoral do cão-guia ganharão material especial: o tecido em algodão dará lugar às faixas de polipropileno, que garantirão maior vida útil ao conjunto. E estão incluídas ainda melhorias como a substituição das presilhas parafusadas por encaixes de rosca, para facilitar uma possível troca do componente. A conclusão do novo modelo está prevista para setembro próximo.


Segundo Abreu, a unidade  analisa o desenvolvimento de fitas refletivas para a coleira, produzidas pela 3M (fabricante de adesivos industriais). “Este item é importante porque vai proporcionar segurança ao deficiente visual e ao cão-guia, ao torná-los mais visíveis nos deslocamentos noturnos." Os profissionais do Senai do Bom Retiro não estão focados apenas nas coleiras. Maísa Alves de Carvalho, instrutora de costura e modelagem, cuidou da confecção das bandanas vermelhas para os cães-guia do projeto do Sesi. “Fizemos também o enforcador, o arreio e a guia personalizada. O próximo passo é a criação de uma cama para os animais."

Expansão no Rio Grande do Sul: Senai de Lajeado ampliará número de profissionais qualificados


Com a proposta estratégica de investir em Centros de Educação Profissional, o presidente do Sistema Fiergs, Heitor José Müller, recém-inaugurou as novas instalações das oficinas de eletroeletrônica do Senai de Lajeado, a cerca de 120 quilômetros de Porto Alegre. Agora a unidade deve capacitar 50% a mais dos 2,5 mil profissionais que prepara por ano, além de atender à crescente demanda das indústrias da região. "Ou seja, 3.750 pessoas passarão por aqui agregando novos valores às suas vidas", destacou Müller. "Neste cenário, em que impera o trabalho, uma herança dos colonizadores açorianos, alemães e italianos, o Sistema Fiergs está presente pela decisão estratégica de investir neste Centro de Educação", afirmou.

O novo espaço abriga oficinas de eletricidade predial e de eletricidade industrial, duas salas de aula e um laboratório de eletrônica. Lá são ministrados  os cursos Instalações Elétricas Industriais, Instalações Elétricas Prediais, Automação Industrial, Eletrotécnica Básica, Eletrônica Básica e Inversores de Frequência. A unidade conta com 24 turmas de aprendizagem e 300 horas de serviços técnicos operacionais. "O Senai trabalha há quase 70 anos com o ideal de formar não só profissionais, mas também cidadãos", assegura o diretor regional do Senai-RS, José Zortéa. 

Atualmente o  Senai de Lajeado trabalha com cursos nas modalidades de aprendizagem, iniciação, aperfeiçoamento e qualificação, nas áreas de gestão, mecânica industrial, eletroeletrônica, calçados, segurança do trabalho, construção civil, alimentação e eletricidade automotiva.

"Os países que emergiram, o fizeram porque investiram em educação. O Senai é um local para se aperfeiçoar e crescer. Eu acredito que com instituições como o Senai, que também tem a educação como prioridade, alcançamos uma profissionalização de qualidade e o desenvolvimento econômico e social que todos almejamos", disse a prefeita de Lajeado, Carmen Regina Cardoso.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Efeito muscular: Designers criam processo de fabricação a partir do uso de poliestireno em moldes de tecido


Os designers Attua Aparício e Iscar Wanless, graduados pela Royal College of Art, criaram uma nova técnica de fabricação de móveis. O processo, intitulado de NSEPS (Not so expanded polyestyrene), utiliza esferas de poliestireno aquecidas e colocadas em moldes de tecido. O aquecimento a vapor faz com que as esferas derretam, expandam e se fundam, distorcendo os móveis e criando formas musculares. A dupla, que faz parte do escritório de design e pesquisa Silo, explica que o processo é simples.



Eles costuram os moldes de tecido no qual o material será injetado e o aquecem rapidamente. O poliestireno expande e empurra o molde, revelando sua natureza e tomando uma forma de aspecto volumoso e muscular. Ao concluir esta etapa, os designers removem o molde de tecido para expor o padrão e a estrutura da resina. As peças possuem aspecto pixelado, graças aos granulados coloridos que criam padrões expressivos e cheios de personalidade.

A vantagem desta técnica é que ela proporciona o desenvolvimento de diferentes formas, que não seriam possíveis com moldes de metal. Além de permitir a exploração de movimentos, emaranhados e sobreposições, o poliestireno se comporta de maneira diferente a cada vez, fazendo com que cada peça seja única. O projeto surgiu da curiosidade de Aparício e Wanless em descobrir as funções do material.

Ele funciona como isolante térmico, é usado na fabricação de objetos de plástico e é conhecido comercialmente como isopor. Segundo os designers, a intenção era testar alternativas para o termoplástico que não fossem embalagens ou objetos descartáveis e aproveitar suas características mais interessantes, como a flexibilidade, a durabilidade e a vantagem de poder se adequar ao mobiliário
Fonte Portal Senai design – Fotos Dezeen

Edital de Inovação 2011: Empresa aposta em projeto inovador para reciclar lixo tecnológico


A humanidade descarta anualmente de 20 a 50 milhões de toneladas de lixo tecnológico, mas apenas de 10 a 18 milhões de toneladas desses resíduos são recicladas. Pensando no Brasil, a realidade é ainda pior: não existe tecnologia nacional para fazer o total reaproveitamento. Também faltam esclarecimentos da população sobre o tema e empresas especializadas na reciclagem. A Dioxil é a única que presta o serviço em Brasília, há dois anos. Para tornar seu negócio mais lucrativo, a empresa vai desenvolver tecnologia de manufatura reversa para reaproveitamento dos resíduos eletroeletrônicos, com recursos do Edital Senai Sesi de Inovação 2011.

O projeto prevê uma inovação de processo inédita no país, baseada na implantação de processos químicos, de maquinário e de reestruturação da linha de produção. As mudanças vão possibilitar o aproveitamento de materiais que não podem ser extraídos com a tecnologia atual, como o silício e metais nobres presentes nos circuitos eletrônicos. As partes plásticas dos equipamentos também serão recicladas.

Orçado em R$ 808 mil (incluindo as contrapartidas), o projeto vai viabilizar a reciclagem de 200 quilos de circuito impresso (placas-mãe, processadores e memórias) e 150 quilos de polímeros por dia. Durante o desenvolvimento do projeto, está estimado o processamento de mais de 2 mil toneladas. Mas, segundo João Batista, diretor-presidente da Dioxil, a meta é chegar a uma tonelada por dia quando o processo estiver em plena operação.

"Sem a tecnologia, a empresa permaneceria apenas como repassadora de matéria-prima. Com a venda de produto qualificado, conseguiremos faturar cinco vezes o investimento total", vibra o empresário. O momento é oportuno. Com a nova legislação nacional sobre Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) em vigor, os resíduos eletroeletrônicos deverão ser classificados de acordo com normas específicas. Ou seja, não poderão mais ser descartados juntamente com o resíduo doméstico.

O trabalho proposto pela Dioxil conta ainda com inovação social. Os catadores da cooperativa 100 Dimensão, que hoje fornece os resíduos para a empresa, passarão por capacitação para a coleta, triagem e armazenamento de outros tipos de resíduos sólidos. Atualmente, 180 famílias são beneficiadas pela atividade e esse número deve subir para 400 quando o projeto for implantado. "Passaremos a pagar a cooperativa após a venda do produto reprocessado, aumentando assim os valores. Daremos 30% do lucro obtido pela Dioxil", revela Batista. "A nova tecnologia aumentará nossa produtividade e criará empregos. Todo mundo sairá beneficiado".

O projeto da Dioxil ainda nem começou e já rendeu frutos. A indústria conseguiu fechar parceria com o movimento Limpa Brasil, que estimula a limpeza das cidades pela população. Batista conta que o acordo só foi possível devido à credibilidade que o apoio do Senai e do Sesi conferiram à empresa. Para o agente de inovação do Senai do Distrito Federal, Jones Passos Aliendres, técnicos da organização vão participar do desenvolvimento da tecnologia durante todo o cronograma. Eles tanto oferecerão apoio tecnológico, como aprenderão com a Dioxil procedimentos que possam ser replicados em outras empresas.

Além dos benefícios econômicos e sociais da inovação proposta pelo projeto, Aliendres destaca a determinação e o aprendizado como itens determinantes para sua aprovação. "A Dioxil se inscreveu no edital de 2010, mas não conseguiu passar. Nem por isso parou. Continuou trabalhando no projeto ao longo do ano. Sempre tentamos disseminar que o período do edital não é só o lançamento. Nossa equipe está à disposição das empresas todo o tempo para ajustar as propostas e apenas submetê-las quando o edital abrir", aconselha o técnico.

Graças ao edital que o Senai e o Senai lançam anualmente, em 2011 98 projetos de empresas estão recebendo apoio de especialistas, suporte tecnológico e financiamento das duas organizações. Dos aprovados entre 399 propostas inscritas, 18 são do Rio Grande do Sul. Com o resultado, o estado mantém o maior índice de aproveitamento desde 2004, quando o primeiro edital foi lançado.

Os projetos são em parceria com 96 empresas do setor industrial que apresentaram propostas para o desenvolvimento de produtos, a melhoria de processos de produção ou para a criação de serviços que proporcionem qualidade de vida aos trabalhadores ou à comunidade onde a indústria está localizada.
A lista completa dos selecionados na 8ª edição do Edital Senai Sesi de Inovação pode ser conferida aqui. Fonte Notícias Protec

Educação e trabalho: Com auxílio do Senai, empresa investe em futuros profissionais


Durante a entrega de certificados (foto) do curso de Instalador-Reparador de Linhas e Aparelhos Telefônicos e Emendador de Cabos Telefônicos, na quarta (24/8), a Telemont anunciou que contratará alunos que mais se destacaram no curso, que foi promovido pelo Senai do Acre, em Rio Branco. “Não é toda empresa que investe em pessoas que não são do seu quadro de funcionários. É muito rara uma iniciativa como essa”, destacou Mozani Mariano, diretor da escola do Senai do Acre que ministrou o curso. A solenidade teve como palco o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações (Sinttel).


Alguns que tiveram bom desempenho no programa já estão trabalhando. É o caso de Isaac Tavares de Sá, 24 anos, que, professor de informática, nunca havia tido contato com o ramo de telefonia. Destacou-se tanto que foi um dos primeiros a ser convidado a trabalhar na Telemont. “Foi um curso maravilhoso. Valeu muita a pena começar nessa nova área”, afirmou.

Para o coordenador-técnico da Telemont – Regional Acre, Sérgio Ferreira da Silva, a parceria com o Senai transcorreu muito bem. “Senti que meu pessoal foi bem atendido e fiquei muito feliz em ver a dedicação deles durante os cursos. Quem foi bem, quem prestou bastante atenção – porque telefonia é detalhe –, será contratado. Não é promessa. Demandamos esses cursos porque estamos precisando de bons profissionais." O programa habilitou profissionais para instalar, dar manutenção e reparar linhas e redes de telecomunicações, em conformidade com as normas técnicas de segurança.
Foto Senai-AC

Educação a distância: Novos programas do Senai serão apresentados em congresso internacional


Quarenta novos cursos a distância do Senai serão divulgados na próxima semana (31/8), no Congresso Internacional de Educação a Distância, em Manaus. Os cursos integram o Programa Nacional de Educação a Distância e, a partir de 2012, estarão disponíveis para o atendimento das demandas da indústria em busca de profissionais qualificados.

O conjunto de cursos é composto por 10 capacitações técnicas: Segurança no Trabalho, Mecânica, Automação Industrial, Manutenção e Suporte de Informática, Logística, Edificações, Petróleo e Gás, Redes de Computadores, Eletroeletrônica e Meio Ambiente. Os demais são de qualificação profissional, com duração média de 300 horas, formando profissionais como eletricista, encanador, almoxarife, soldador, desenhista, operador de máquinas e montador ou reparador de microcomputadores e outros.

Os alunos terão acesso ao ambiente virtual e receberão livros didáticos com conteúdo inédito especialmente preparado. Serão 10 mil recursos multimídia digitais (infográficos, vídeos, animações e jogos digitais) e 240 livros, além de dezenas de kits didáticos móveis e simuladores digitais.

O congresso é organizado pela Associação Brasileira de Educação a Distância e os cursos do Senai serão apresentados no estande do Sistema Indústria, que funcionará durante a realização do evento, até 2 de setembro, no Hotel Tropical Manaus.

Logística portuária: Capacitação de pessoas é a base para reposicionamento da Braskarne


A qualificação dos trabalhadores tem sido o insumo fundamental para o sucesso do reposicionamento de mercado do terminal portuário da Braskarne, em Itajaí, Santa Catarina. Especializado em cargas frigorificadas, congeladas em câmera frigorífica, o terminal percebeu que, para sobreviver, precisava ampliar o escopo de atividades. A virada começou há dois anos, mas a grande dificuldade foi a especialização das pessoas no antigo negócio. Hoje, além dos produtos congelados, o terminal armazena uma diversidade de mercadorias de carga seca, incluindo automóveis, lanchas, brinquedos e roupa.

A solução veio com o programa Navegando pelo negócio Braskarne, desenvolvido em parceria com o Senai de Itajaí graças ao programa da organização especializado em logística. Trata-se de um conjunto de cursos de qualificação e aperfeiçoamento, desenvolvido desde o final de 2010 e que vai treinar 420 profissionais da empresa em um ano. As áreas são comunicação, informática, matemática, conferente, vistoriador de contêiner, peação e despeação (a forma como a carga é embarcada e desembarcada) e ferramentas da qualidade. São programas intensivos, de 20 horas, com 14 turmas.

Braskarne ampliou escopo de serviços – Foto Braskarne
Braskarne ampliou escopo de serviços – Foto Braskarne

Para a coordenadora de recursos humanos da Braskarne, Jussara Antonievicz, o programa tem se mostrado essencial para a sobrevivência do negócio. "As pessoas estão respondendo muito bem ao treinamento. Melhorou na hora de fazer um e-mail, de calcular onde colocar uma carga dentro do armazém. Estamos vendo um resultando muito interessante para o nosso negócio".

Jussara observa que o modelo de treinamento também é determinante para o sucesso. "Os cursos foram planejados em conjunto, para atender às necessidades específicas da empresa." Além disso, ela ressalta, os professores "são muito qualificados e trazem o treinamento para a realidade da empresa; os casos que acontece são trabalhados em sala".

Positivo para a empresa, o programa revela-se importante também para os funcionários. "Observamos o desenvolvimento de cada indivíduo, como profissional e como ser humano. É importante para o negócio e para as pessoas". Especialista em gestão de pessoas, Jussara afirma que a qualificação é o caminho para que as empresas alcancem melhores padrões de competitividade.

Coordenado pelo Senai de Itajaí e desenvolvido em parceria com o Instituto de Fluxos de Materiais da Sociedade Fraunhofer da Alemanha, o programa de logística consiste em um conjunto de serviços, de consultoria e educação profissional, que permitem melhorias no processo produtivo, com o aumento da produtividade e da competitividade. São buscadas soluções que atendem necessidades específicas de cada empresa. Entre os trabalhos já desenvolvidos, estão o mapeamento de todos os processos de um centro de distribuição, que resultou no layout final das operações, ou programas de treinamento, como este desenvolvido na Braskarne.

WorldSkills 2011: Alagoas garante representante no torneio de Londres


Braskarne ampliou escopo de serviços – Foto Braskarne
Avner Santos e Marcos Ponte - Foto Senai-AL

O alagoano Avner Miguel de Lima Santos carimbou o passaporte para Londres, onde vai competir na  41ª edição do maior torneio de formação profissional e tecnológica do mundo, o WorldSkills 2011, que ocorrerá de 5 a 8 de outubro. Aluno do Senai de Alagoas, ele vai competir na ocupação Manutenção de Redes. O último desafio antes da competição na capital inglesa foi o simulado realizado em São Paulo, na semana passada.


Avner e mais 27 jovens alunos do Senai e do Senac defenderam a vaga na competição internacional por meio de provas semelhantes as que serão aplicadas no torneio internacional. Nesta etapa, Avner teve que alcançar o índice internacional de sua área de conhecimento e foi aprovado sem restrições.

Além da simulação, os jovens alunos assistiram à palestra com o astronauta brasileiro Marcos Pontes. O Plano de Treinamento do representante alagoano para o WorldSkills 2011 é conduzido por Rogério Oliveira, colaborador da Área Compartilhada de Tecnologia da Informação (ACTI) do Sistema Indústria, em Brasília.

Ele conta com o apoio do colaborador do Senai-AL e competidor da Olimpíada do Conhecimento 2008, Marcelo Ricardo. Além de Avner, dois colaboradores do Núcleo de Tecnologia Multimídia (NTM) do Senai alagoano  farão parte da delegação brasileira no evento, Robert Knowles e Marcelo Strehl. Como experts internacionais, os dois vão acompanhar alunos e terão a oportunidade de trocar informações e experiências com outros experts de diversos países sobre o futuro em termos de aplicação de técnicas, processos produtivos e inovações tecnológicas.


O WorldSkills foi criado há 61 anos e é realizado a cada dois anos ímpares. Reúne alunos e profissionais de até 23 anos de idade, de todo o mundo, que trocam experiências e conhecimentos técnicos e tecnológicos. Na edição de 2011, serão mil competidores de 50 países, disputando medalhas e certificados de excelência em 46 ocupações. São esperados 150 mil visitantes.

Qualificação de mecânicos em Campo Grande


A Faculdade de Tecnologia do Senai de Campo Grande o Sindicato das Concessionárias de Mato Grosso do Sul (Sincovems) firmaram parceria para formar novos mecânicos automotivos e aprimoramento dos profissionais existente para atender à demanda das oficinas das concessionárias de veículos. A capacitação beneficiará principalmente os segmentos de motores a diesel, como caminhões, tratores e máquinas agrícolas. São 40 vagas.

Segundo o gerente da FatecSenai Campo Grande, Artur Quintella, a primeira turma vai qualificar 20 mecânicos e a segunda vai aperfeiçoar profissionais que trabalham com mecânica a diesel. “Iniciaremos os cursos de mecânica de motores a diesel e mecânico de câmbio e diferencial. Para o aprimoramento de profissionais serão oferecidos os cursos de manutenção preventiva e corretiva de motor a diesel e manutenção no sistema de injeção eletrônica diesel”, informou.

Quintella destacou que novos cursos serão oferecidos graças à parceria. O presidente do Sincovems, Luiz Antonio de Souza Campos, explicou que a parceria com o Senai-MS é resultado de uma reivindicação da rede de concessionários de veículos. “A maior necessidade é atender à demanda da rede de caminhões e máquinas agrícolas."
Saiba mais: 67 3231-0063.

Curso para deficiente visual


O Senai da Bahia está inscrevendo para o curso gratuito de atendimento e rotinas administrativas voltado para pessoas com deficiência visual. A proposta, quer tem o apoio da Associação Baiana de Cegos (ABC), é qualificar pessoal para trabalhos administrativos e serviços de atendimento ao cliente em áreas com suporte, vendas e cobrança. As inscrições para as 40 vagas (manhã e tarde) estão abertas até 2 de setembro, ou até o preenchimento das vagas.


Para participar, é preciso ter o nível médio concluído ou em curso, além de dispor de conhecimentos básicos de informática. Com a duração de 240 horas, o curso será ministrado de 5 de setembro a 5 de dezembro deste ano, no Laboratório de Informática da Associação Baiana de Cegos, em Barris, Salvador. As aulas serão realizadas com a ajuda de ambiente virtual de aprendizagem e o acompanhamento de docentes e tutores. O Núcleo de Educação à Distância do Senai-BA oferece desde 2009 cursos de informática para pessoas com deficiência visual.
Para saber mais ligue 71 3287-8351.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Prêmio de Jornalismo: Os temas Educação e Inovação são os destaques



Estão abertas as inscrições para o Prêmio CNI de Jornalismo. Nesta primeira edição, serão contemplados os melhores trabalhos nas categorias jornal, rádio, revista, TV e internet. Haverá ainda prêmios para destaques regionais e para reportagens sobre Educação Profissional voltadas à indústria e sobre Inovação para a competitividade industrial. O melhor trabalho entre todos os inscritos levará o Grande Prêmio José Alencar de Jornalismo e R$ 40 mil. Ao todo, serão distribuídos R$ 240 mil aos vencedores.


Promovido e organizado pela CNI, o Prêmio vai reconhecer o papel da imprensa e seu compromisso com a agenda do desenvolvimento do país. “O Brasil tem uma imprensa atuante, moderna e, absolutamente, conectada. O Prêmio CNI de Jornalismo valoriza o papel da mídia na construção de um novo país. O futuro está na educação e na inovação, por isso também decidimos prestigiar os melhores trabalhos jornalísticos nessas áreas”, diz o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

Poderão concorrer reportagens publicadas/veiculadas em veículos de empresas jornalísticas entre 1º de abril de 2011 e 31 de março de 2012. Serão considerados os trabalhos cuja pauta tenha relação direta com o setor industrial e com a agenda estratégica definida no documento A Indústria e o Brasil - Uma agenda para Crescer Mais e Melhor. Ele é constituído por 12 pilares estratégicos: segurança jurídica; macroeconomia; tributação e gasto público; financiamento; relações do trabalho; infraestrutura; educação; inovação; comércio exterior; meio ambiente; burocracia; e micro e pequena empresa.

A ficha de inscrição preenchida e os trabalhos jornalísticos deverão ser enviados até 5 de abril de 2012 para a sede da CNI, em Brasília. A premiação ocorrerá em 25 de maio de 2012, Dia da Indústria. Antes disso, em 4 de maio de 2012, haverá a divulgação dos três trabalhos finalistas em cada modalidade. Os participantes poderão inscrever, no máximo, cinco reportagens, que concorrerão em todas as categorias, destaques regionais, prêmios especiais e ao Grande Prêmio José Alencar de Jornalismo. As matérias inscritas concorrerão nas seguintes modalidades e as vencedoras receberão os prêmios a seguir:

Categorias
  • Impresso Jornal – R$ 20 mi
  • Impresso Revista – R$ 20 mil
  • Telejornalismo – R$ 20 mil
  • Radiojornalismo – R$ 20 mil
  • Internet (Sites e Blogs) – R$ 20 mil
Destaques Regionais
  • Destaque Regional Norte – R$ 10 mil
  • Destaque Regional Sul – R$ R$ 10 mil
  • Destaque Regional Centro-Oeste – R$ 10 mil
  • Destaque Regional Nordeste – R$ 10 mil
  • Destaque Regional Sudeste – R$ 10 mil
Prêmios Especiais
  • Educação – Melhor trabalho sobre Educação Profissional voltada à indústria – R$ 25 mil
  • Inovação – Melhor trabalho que aborde a Inovação como pressuposto fundamental para a competitividade industrial – R$ 25 mil
Grande Prêmio
  • José Alencar de Jornalismo – Melhor trabalho entre os inscritos – R$ 40 mil
Para saber mais acesse premiojornalismo@cni.org.br ou ligue 61 3323-1072.