quinta-feira, 9 de junho de 2011

Competitividade e meio ambiente: Senai-SE alinha metodologia ambiental com órgãos reguladores

O Senai de Sergipe promoveu a primeira Reunião da Área de Meio Ambiente com órgãos do governo federal e estadual. Na agenda o alinhamento da metodologia ambiental da organização com as exigências dos órgãos reguladores e fiscalizadores das atividades ambientais.

Participaram dos debates com Supervisão Técnica e Tecnológica do Senai-SE  representantes do Ibama, Adema, Polícia Ambiental, Crea, Emdagro, Vigilância Sanitária e Secretaria de Meio Ambiente. A reunião serviu também para a apresentação do portfólio da estrutura oferecida pelo Senai, por meio de sua Rede Provedora de Soluções Ambientais Tecnológicas, e outras questões.

Segundo os organizadores do evento, este tipo de diálogo é importante, pois facilita a comunicação entre os órgãos reguladores e o Senai visando oferecer os melhores serviços às empresas. Genival Nunes, secretário de Meio Ambiente de Sergipe, participou do encontro e gostou do que viu. “É bom saber que as indústrias do estado têm guarida em seu sistema para que essas instituições possam atender às questões ambientais mais básicas. As indústrias não podem mais dizer que não tem o suporte”, ponderou o secretário.

A Rede Provedora do Senai intensifica o atendimento às demandas ambientais do segmento industrial produtivo no Nordeste, com vistas ao aumento da competitividade de forma sustentável. O próximo encontro deverá reunir as empresas, para divulgação de conhecimento e orientação ambiental.

Para as empresas desenvolverem suas atividades sem surpresas, é necessário observar se os investimentos atendem aos critérios que evitem a geração de impacto negativo ao ambiente. Para isso, é imprescindível buscar todas as conformidades se tratando de adequação à legislação. Segundo Antônio Martins, supervisor de STT do Senai-SE, essa preocupação não é mais apenas um diferencial competitivo entre as empresas e sim uma questão de sobrevivência de mercado. “As exigência dos órgãos regulamentadores sobre as atividades que são realizadas é muito grande. Existe um rigor maior nesse sentido."

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