quinta-feira, 16 de junho de 2011

Combate à exploração sexual: Distrito Federal inova na formação profissional de jovens em situação de vulnerabilidade social

Nesta semana (13 a 17/6), 46 jovens do Distrito Federal que vivem em situação de vulnerabilidade social, iniciam uma nova fase de suas vidas. Os meninos e meninas com idades entre 16 a 21 anos serão acolhidos pelo ViraVida, iniciativa do Conselho Nacional do Sesi. O programa atende adolescentes e jovens que foram ou são vítimas de exploração sexual, promovendo a defesa dos direitos humanos, com um processo socioeducativo, desde acompanhamento psicológico até a formação profissional.

A novidade do programa neste ano é como se dará a qualificação profissional dos jovens. Segundo a coordenadora do ViraVida no DF, Cida Lima, o aluno vai fazer o curso de Auxiliar Administrativo no Senac. Já no Senai, ele vai "caminhar" por seis áreas do conhecimento: automobilística, elétrica, eletroeletrônica, alimentação, vestuário e informática. “Assim, ao fim do programa, ele irá para o mercado de trabalho com um currículo mais amplo.”

Cida Lima explica ainda que os alunos terão atendimento integral. Pela manhã, estarão cursando o programa Educação para Jovens e Adultos. À tarde, freqüentarão aulas de qualificação profissional, além de participarem de programação recreativa, com esporte, lazer e saúde no Sesc. “Nas sextas, os jovens participarão do Projeto Conviver, fortalecendo os vínculos com a escola, colegas e família, momento este que trabalharemos as atitudes e os valores dos adolescentes”, ressalta Cida.

Essa é a segunda turma do ViraVida no DF. Em 2010, 24 jovens foram diplomados nos cursos de Assistente Administrativo e de Recepcionista, ministrados pelo Senai e pelo Senac, respectivamente.

Exploração sexual on-line
Brasil e Canadá debatem nesta semana (13 a 16/6) a Parceria para Proteção da Criança e Adolescente (CPP). Comitiva de autoridades canadenses estão em Brasília visando trabalho em conjunto no combate à violência sexual infantojuvenil via uso das Tecnologias de Comunicação e Informação (TICs), como internet e celular. A intenção é compartilhar experiências e fortalecer ações e formas de cooperação em relação a estratégias e técnicas para ajudar os países a proteger crianças e adolescentes de riscos como a exploração sexual online.
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