quinta-feira, 30 de junho de 2011

Tecnologia Renault: Carros da montadora vão ser usados em cursos de qualificação profissional

A montadora Renault doou ao Senai oito automóveis para uso em cursos de qualificação profissional. A parceria foi ratificada nesta semana, pelo presidente da Renault do Brasil, Jean-Michel Jalinier, e pelo diretor de Operações do Senai Nacional, Gustavo Leal. A ação faz parte do programa Parcerias de Base Tecnológica, que é executado com empresas de âmbito nacional e de diferentes segmentos para dissemina conhecimento e tecnologias entre técnicos e alunos do Senai. “Temos parcerias de longa data com todas as montadoras do Brasil. Agora, estamos ampliando essa relação com a Renault e colocando à disposição de nossas unidades operacionais acesso à tecnologia da montadora”, explicou Leal.

Dos automóveis doados – dois modelos Sandero, dois Mégane e quatro Aprio – quatro serão usados em escolas de São Paulo e os demais serão entregues a unidades do Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Paraná e Ceará. “Essa parceria tem dois pontos positivos. A formação de técnicos para a indústria automobilística, porque hoje falta mão de obra para o setor, e o fato do Senai ter escolas em todo o país, o que é muito importante para a formação dos técnicos da rede”, destacou Jalinier. A Renault é a quinta maior montadora do país, e pretende fabricar cerca de 200 mil unidades este ano.
Foto Divulgação

Inclusão social: Dilma quer que Pronatec incorpore direitos dos deficientes, diz Haddad

O ministro da Educação, Fernando Haddad (foto), disse nesta quarta (29/6) que a presidenta Dilma Rousseff "determinou" que sua pasta "sinalizasse positivamente" para que o Congresso incorpore o direito das pessoas com deficiência ao Pronatec. Ele participou de audiência pública na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados.

"Conversei semana passada com a presidenta e ela determinou, quando soube das emendas que estavam sendo criadas para o projeto, que o ministério nesta audiência sinalizasse positivamente para incorporação dos direitos dos deficiência neste programa", disse o ministro. "Ela quer que o Pronatec também tenha um dispositivo que garanta um atendimento adequado aos deficientes nos moldes do programa."

Para a deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), que é cadeirante e participou da audiência, o pedido da presidenta Dilma é um grande avanço para a qualificação profissional dos deficientes físicos. "Nós não estamos pedindo cota. As empresas estão levando muitas multas por não contratarem profissionais deficientes, mas porque eles não estão encontrando público capacitado. Hoje o cenário é caótico, já que a empregabilidade deste público caiu, desde 2008, 17%".

Haddad informou que a previsão do governo é de investir cerca de R$ 2 bilhões em bolsas-formação para os alunos do ensino profissionalizante até 2012. "Nós vamos consignar no orçamento do ano que vem, já que não temos uma reserva para este ano, se a lei for aprovada a tempo", disse o ministro, destacando não haver atualmente previsão dos custos totais do projeto.

A proposta do Pronatec é reforçar os investimentos no ensino técnico, com ênfase nos jovens que deixam o ambiente escolar sem profissionalização. "Eu sou fã incondicional da nossa rede federal de Educação profissional, mas nossa dívida com a Educação é grande e de um século", defendeu Haddad. O Projeto de Lei que trata do programa tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados e, se for aprovado pelo plenário, segue para votação no Senado.

O programa pretende ampliar as vagas e expandir as redes estaduais de educação profissional. Outra ação será a ampliação da Escola Técnica Aberta do Brasil (E-Tec), modalidade a distância, que instalou 259 polos em 19 estados até 2010, atendendo a cerca de 29 mil estudantes. Em 2011, serão mais de 47 mil vagas; 77 mil em 2012; mais de 197 mil em 2013 e cerca de 263 mil em 2014.

Segundo o governo, a ideia é “dar mais celeridade” ao acordo firmado no governo anterior com o Sistema S, segundo o qual as entidades devem aplicar dois terços de seus recursos advindos do imposto sobre a folha de pagamentos do trabalhador na oferta de cursos gratuitos. Dessa forma, as escolas do Senai e Senac receberão alunos das redes estaduais do ensino médio, que complementarão a sua formação com a capacitação técnica e profissional.

As escolas também ofertarão cursos de formação inicial e continuada para capacitar os favorecidos do seguro-desemprego, reincidentes nesse benefício. A ação se aplicará também ao público beneficiado pelos programas de inclusão produtiva, como o Bolsa Família.
Fonte: G1 – Foto Antônio Cruz/Agência Brasil

Qualifica Paraná: Governo estadual e Senai vão intensificar capacitação de profissionais

O Senai do Paraná está atendendo a quase mil alunos com cursos do Plano Territorial de Qualificação – Planteq  2011. Agora organização é parceira do governo estadual no programa Qualifica Paraná, que acaba de ser lançado. O acordo foi formalizado pelo governador Beto Richa; pelo presidente do Sistema Fiep, Rodrigo da Rocha Loures; pelo secretário Estadual do Emprego e Trabalho, Luiz Cláudio Romanelli; e pelo diretor regional do Senai-PR, João Barreto Lopes.

Rocha Loures define a parceria como histórica. “É um momento relevante, pois há anos não firmávamos um documento como esse com o governo do estado, o que mostra a disposição para a cooperação e o trabalho conjunto." Essa parceria faz parte da série de ações que inicia o programa. Foram assinados quatro convênios com instituições que oferecerão cursos gratuitos para profissionalizar e capacitar mais de 2,5 mil trabalhadores em cem municípios. O investimento será de R$ 2 milhões, compartilhados entre os governos estadual e federal, por meio do Plantec.

“Vamos qualifica nossos trabalhadores para que aproveitem o bom momento da economia, com o estado recebendo investimentos produtivos”, afirmou Richa, destacando que “firmamos parceria com o Sistema S, que têm competência reconhecida e tradição e, sobretudo, transparência nas ações." Segundo Barreto Lopes, o Senai vai ministrar cursos para a indústria de transformação, construção civil e as situadas em arranjos produtivos locais de software. São 920 alunos, em 51 municípios. “As aulas tiveram início no último dia 20. O Senai participa do Planteq desde 2005, atendendo cerca de 7 mil pessoas.

O secretário Romanelli  espera que com as ações o Paraná dê um salto qualitativo no que se refere ao trabalho e emprego e no desenvolvimento da qualidade de vida da população de baixa renda. Ele apresentou alguns números do setor, que indicam o avanço da geração de empregos no estado. “O Paraná gerou em maio mais de 16 mil empregos com carteira assinada. Um dado importante que mostra o novo ambiente de desenvolvimento do estado."

Mercado de trabalho 2: Jovens relutam em buscar formação técnica

Apesar do aquecimento econômico e da crescente demanda por profissionais qualificados, o Brasil enfrenta grande dificuldade para atrair os jovens aos programas que não sejam de bacharelado. "O país tem longa tradição, muito nefasta, de desvalorizar profissões manuais e uma grande parte da nova tecnologia está exigindo a preparação de pessoas que lidam bem com máquinas e equipamentos", analisa José Pastore, especialista em recursos humanos e Educação profissional da Universidade de São Paulo. "Esse preconceito está arraigado na cultura brasileira e não será rapidamente que vamos nos livrar dele".

Pastore estima que nos próximos anos de 20% a 25% da força de trabalho brasileira, que ultrapassa 100 milhões de pessoas, seja requerida a realizar algum curso profissionalizante. "Com a oferta crescente de oportunidades de emprego e também com salários crescentes, como está ocorrendo agora, acredito que vamos vencer esse preconceito com mais velocidade do que até então fizemos."

O diretor regional do Senai de Santa Catarina, Sérgio Roberto Arruda, observa que o Brasil deve criar 8 milhões de postos de trabalho até 2015, número equivalente ao de pessoas desempregadas. "O desafio será ter essas pessoas com a capacitação requerida pelo mundo do trabalho." O grande problema está exatamente na formação de técnicos de nível médio. "O Brasil tem um índice de 588 matrículas em cursos técnicos para cada 100 mil habitantes, um índice muito inferior ao da Austrália, por exemplo, que lidera o ranking, com 4,87 mil", explica Arruda.

Também acima do Brasil estão Chile, Alemanha, França, México, Turquia, China, Rússia, Reino Unido, Coréia, Japão e outros. O Brasil também tem um número relativamente baixo de estudantes de nível médio matriculados em cursos técnicos. São 8,7% dos brasileiros, contra 37,2% dos chilenos e 42,6% dos chineses. Para José Pastore, "o Brasil vive um momento peculiar, com grande falta de profissionais de nível médio e isso está se alastrando por todos os setores".

Segundo Arruda, a demanda por formação profissional de nível técnico em Santa Catarina é de 48 mil matrículas em 2011, elevando-se para 52,7 mil em 2012, 56 mil em 2013 e 56,8 mil em 2014. O diretor disse em palestra no Seminário Educação: Tendências e Perspectivas, promovido pelo Conselho Estadual de Educação, que a Educação profissional destaca-se na nova ordem econômica mundial como fator estratégico, com impactos na competitividade, no desenvolvimento humano, na qualidade de vida e no acesso de jovens e adultos no mercado de trabalho. "As chances de uma pessoa obter emprego após passar por um curso de Educação profissional aumentam 48% e de esse emprego ser com carteira assinada eleva-se em 38%", explicou Arruda, referindo-se a estudos divulgados pela Fundação Getúlio Vargas.

Arruda ainda assegurou que a Educação profissional deve, cada vez mais, dar ênfase na construção de competências e menos na mera na transmissão do conhecimento. "Isso significa construir esquemas de mobilização dos conhecimentos, das emoções e do fazer", destacou, ressaltando que, nesse contexto, "o aluno torna-se agente do processo, faz pesquisa, descobre, cria e aprende". Arruda citou duas experiências internacionais que podem contribuir para a construção de uma nova proposta pedagógica. Da escola americana de ensino médio Brockton High School, que saiu de desempenho medíocre para o topo do ranking em avaliação a partir do desenvolvimento das capacidades de leitura, expressão oral e escrita e do raciocínio lógico.

Outro exemplo vem da Finlândia. "Fui levar a experiência do Senai na Arábia Saudita e o representante da Finlândia apresentou iniciativa bastante interessante: os estudantes têm acompanhamento durante o processo escolar". Arruda entende que a proposta possa ser aplicada e ampliada para o trabalhador, com acompanhamento em sua carreira profissional, com orientação, inclusive quanto ao retorno para cursos de aperfeiçoamento, no processo de Educação continuada.

Arruda defendeu que o processo educativo seja permeado por períodos no mercado de trabalho. Seria adequado, ainda segundo ele, que, a partir do ensino médio, existissem hiatos no processo educacional, para que os estudantes entrem no mercado de trabalho e apliquem os conhecimentos adquiridos. Além de aperfeiçoar a formação, as organizações também podem contribuir para atrair mais estudantes às profissões que têm maior perspectivas de crescimento.

Mercado de trabalho 1: Educação não deve se subordinar às exigências do mercado, diz presidente do Ipea

“Não devemos subordinar a educação às exigências do mercado de trabalho”, diz o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, em entrevista ao Portal Aprendiz. Para o economista, apenas o nível educacional não é fator determinante para a garantia de um bom emprego.

Como a geração de vagas disponíveis depende também de variáveis macroeconômicas, Pochmann defende que o ensino deve ser pensado não somente para suprir a demanda da economia, mas para a construção de uma sociedade superior. “Uma educação que esteja diretamente relacionada à capacidade das pessoas dialogarem”, afirma.

De acordo com estimativa do Ipea, o ritmo de 5% da expansão da economia em 2011 tende a afetar positivamente o mercado de trabalho brasileiro. Deverão ser gerados 1,7 milhão de novos empregos formais até o final do ano. Em 2010, o Brasil atingiu 2,5 milhões, quando a expansão econômica alcançou 7,5%.
Clique aqui para leia na íntegra a entrevista feita por Desirèe Luíse para o Portal Aprendiz.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Ciência e tecnologia: Brasil é o destaque na América Latina, diz presidente do BID

“Esta é a década da América Latina e por isso é importante fazer investimentos em ciência, tecnologia e infraestrutura. Sem dúvida, neste cenário, o Brasil é o país que mais brilha”. O destaque é do presidente do BID, Luiz Alberto Moreno, que assinou na terça-feira (28/6) com o Sistema Indústria, em Brasília, acordos de apoio a pequenas e médias empresas. Segundo ele, a América Latina vive um momento excepcional, que deve ser aproveitado para ampliar o desenvolvimento. O presidente do Sistema, Robson Braga de Andrade, está otimista quanto ao sucesso dos acordos e acreditar em novas ações com o BID. “O Banco pode ser um grande parceiro da indústria para aumentar a geração de emprego e a qualidade de vida dos trabalhadores.”

Um dos acordos beneficiará inicialmente 120 pequenas e médias empresas de Pernambuco, Ceará e Paraíba, com diagnóstico que permitirá eliminar as dificuldades na obtenção de crédito. Trata-se do programa Finpyme, executado pelo BID em outros países pela sua subsidiária Corporação Interamericana de Investimentos (CII).

Outro acordo firmado por Moreno e Andrade determina que o Sesi e o Fundo Multilateral de Investimento, vinculado ao BID, investirão US$ 4 milhões em programas de melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores de pequenas e microempresas. Serão beneficiadas 360 empreendimentos do Distrito Federal, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Roraima e Ceará.

Moreno e Andrade assinaram ainda memorando prevendo, entre outras medidas, estímulo à transferência de tecnologia em qualificação profissional do Senai a países da América Latina, modernização dos centros tecnológicos do Senai e compra de tecnologias avançadas em educação pelo Sesi.

Caminho de sucesso: Parcerias entre grifes brasileiras e internacionais marcam os lançamentos de calçados do verão 2012

Parcerias entre designs nacionais e internacionais deram o tom dos calçados nas semanas de moda nacionais. O primeiro destaque é o estilista britânico Gareth Pugh, que lançou uma linha dentro das tão desejadas Melissas. O outro, a londrina Kat Maconie que desenhou, com exclusividade, os calçados para a brasileira Triya.



No caso de Gareth, a parceria representa a renovação de uma estratégia utilizada para a linha Melissa, que já contou com outras assinaturas de peso para renovação de estilo e posicionamento de imagem. A linha assinada por ele é de sapatilhas. A opção foi pelo pop, com estrelas gráficas em cores variadas como elemento decorativo, mas é o tipo de modelo que chama a atenção. No mercado de grande volume, a sapatilha tornou-se uma fatia disputada, adotada no Brasil por faixas etárias variadas e de poder econômico distintos.

Para a Triya, a parceria com Maconie surgiu em um encontro de afinidades de público e temática. A designer inglesa ressalta que seu trabalho possui uma paleta menor e mais discreta de cores e, no caso, houve uma adaptação à cartela da marca. Modelos de salto alto e cheio, como os da foto, que ela projetou, têm referência na década de 1970, base de boa parte das coleções de verão.




Seja partindo de orientação segura da eficiência de determinada modelagem, caso da sapatilha, ou e de tendência sazonal, no caso da Trya, a parceria com nomes conhecidos entra na estratégia para atrair mídia espontânea e identificação com o público-alvo. Funciona.

Educação a distância: Senai projeta dobrar matrículas no ensino profissional até 2014

A três anos do início da Copa do Mundo de Futebol e a cinco das Olimpíadas, o Senai concentra esforços na ampliação do número de matrículas no ensino profissionalizante para suprir a alta demanda de profissionais, resultante do crescimento econômico do país. O objetivo é duplicar a quantidade de atendimentos até 2014. “Em 2010, eram 2 milhões de matriculados. Para 2014, a meta é atingir 4 milhões”, afirma o diretor de Operações do Senai Nacional, Gustavo Leal.

Para alcançar o objetivo, uma das ações do Senai será investir em educação a distância (EAD), modalidade capaz de atrair um alto volume de interessados, já que possibilita a flexibilidade de horários aos estudantes. O Senai Nacional reuniu em Brasília representantes de Regionais de sete estados, responsáveis pela elaboração e implantação dos cursos a distância para serem oferecidos em todo país.

Entre as propostas apresentadas a garantia de alto padrão de qualidade dos cursos. Outras soluções para EAD serão conhecidas durante a videoconferência programada para quinta (30/6), aberta às localidades da Infovia do Sistema Indústria. Um dos temas do debate, que começará às 14h, irá analisar formas de atender à intensa demanda pela formação de profissionais no Brasil, com prioridade para o Pronatec, do governo federal.

Parceria França-Paraná: Indústrias estudam novos acordos estratégicos

O embaixador da França no Brasil, Yves Saint-Geours, acompanhado do cônsul-geral da França em São Paulo, Sylvain Itté, e da consulesa honorária da França em Curitiba, Emilie Dely, visitou o Sistema Fiep buscando identificar novas possibilidades de parcerias entre a indústria francesa e a paranaense. No Senai Cietep, em Curitiba, foi apresentado o projeto Setores Portadores de Futuro para o estado, um exercício prospectivo que projeta a posição dos setores industriais paranaenses em relação às tendências internacionais em termos de tecnologia, economia e indústria num horizonte de 10 anos.

"O interesse é de construir parcerias estratégicas, ver quais tipos de novos projetos econômicos e comerciais podemos imaginar, além de ampliar as parcerias científicas e universitárias que já temos", afirmou Saint-Geours. O Sistema Fiep mantém parcerias com entidades francesas, especialmente entre o Senai e a Universidade de Tecnologia de Compiègne, para formação em gerenciamento de projetos industriais, e na formação da Associação de Rhône-Alpes de apoio à internacionalização da pequena e média empresa, que estreita os negócios entre empresas paranaenses e da região francesa de Rhône-Alpes.

"Estamos procurando fortalecer parcerias para aproximar as pequenas e microindústrias paranaenses da internacionalização de negócios. Nosso papel é dar suporte às indústrias que desejam parcerias como essas e precisam de algum apoio", disse o vice-presidente da Fiep Rommel Barion. No encontro, os diplomatas franceses também conheceram mais sobre o C2i - Centro Internacional de Inovação do Sistema Fiep, que articula produtos e serviços de inovação do Sesi, do Senai e do IEL e parceiros.

"Fazemos um convite para olhar para as plataformas de trabalho do C2i e levar aos empresários franceses informações de um dos mais importantes e desenvolvidos centros do mundo nessa área", afirmou o presidente do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial da Fiep, Victor Barbosa.

"Não sabia de todo o potencial formidável apresentado pela Fiep. Uma das tarefas que temos na França é incentivar a chegada de pequenas e médias empresas aqui no Brasil. Se já há estratégias fortes e parcerias bem sucedidas podemos pensar em passar para outro nível de interação", disse o embaixador Saint-Geours, destacando que "a Fiep tem uma capacidade aglutinadora do meio das empresas. Para nós ela é a porta de entrada mais eficiente para novos projetos.”

terça-feira, 28 de junho de 2011

Acordo BID-Sistema Indústria: Empresas terão mais créditos para tecnologia em qualificação profissional

O presidente do BID, Luiz Alberto Moreno, acaba de assina nesta terça (28/6), em Brasília, acordos com o Sistema Indústria de apoio às pequenas e médias empresas e de melhoria na qualificação profissional. A solenidade ocorrerá durante a reunião mensal de diretoria do Sistema, da qual participam cerca de 50 dirigentes empresariais.

Entre outras medidas, os acordos prevêem capacitar inicialmente 120 pequenas e médias empresas de Pernambuco, Paraíba e Ceará para que tenham condições de obter financiamentos. Estabelecem ainda programas de transferência de tecnologia em qualificação profissional do Senai para países da América Latina, modernização dos centros tecnológicos do Senai e compra de tecnologias avançadas em Educação pelo Sesi.

Meio ambiente: Escola Ebep de Maceió promove mês de educação ambiental

Conscientização ambiental é o principal objetivo das atividades que a Unidade Integrada Sesi/Senai Ebep de Maceió vem promovendo neste mês para seus alunos. Uma programação integrada, em parceria do Ibama e a Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente, inclui maratonas, seminários e distribuição de mudas na comunidade do entorno da unidade, que fica no bairro do Poço. O trabalho envolve todas as disciplinas da escola, inclusive as do curso técnico profissionalizante. 



Entre as propostas, o Lanche Alimentação Saudável; o festival Cante uma Canção – Mostre seu Talento; a distribuição de panfletos e exibição de faixas nos semáforos em frente à unidade; e a palestra Formação do Cidadão Ecológico, com o professor Ricardo Keipestaits.

Por meio de atividades interdisciplinares, a Escola também reforça o aumento dos índices de absorção de CO2 durante a Semana do Meio Ambiente, lançando a campanha Cidade limpa é cidade que não se suja – adotando a prática de tratar o lixo na origem. O Ebep é um programa desenvolvido em todo o país que articula o entre o ensino médio regular oferecido pelo Sesi e a capacitação técnica ministrada pelo Senai.
Para saber mais ligue 82 3327-8734. Foto Senai-AL

Logística: Indústria do Sul se une pela melhoria da infraestrutura

As Federações das Indústrias dos Estados de Santa Catarina (Fiesc), Paraná (Fiep) e Rio Grande do Sul (Fiergs), com o apoio do Sistema Indústria, vão promover o maior estudo até hoje realizado sobre modais logísticos na Região Sul, interligados ao Chile, Argentina, Uruguai e Paraguai. Na sexta (1/7), será feito o lançamento catarinense do projeto Sul Competitivo, que vai mapear o que há e apresentar soluções integradas para o transporte de produtos por meio de portos, aeroportos, ferrovias, hidrovias, dutovias e rodovias.

A integração técnica desses modais pode gerar redução de custos e dar rapidez a todo o sistema de circulação de mercadorias, gerando maior competitividade da região. O pontapé inicial do estudo será na sede da Fiesc, em Florianópolis, quando empresários, associações produtivas e autoridades estaduais se reúnem para conhecer detalhes sobre o desenvolvimento do projeto. A apresentação oficial também ocorrerá no Paraná, na quinta (30/6).

"O grande diferencial desse estudo é a busca por soluções integradas para os três estados, também com vistas ao Mercosul. Dessa forma, será possível otimizar os recursos buscando a competitividade da região", diz o presidente do Sistema Fiesc, Alcantaro Corrêa. 

Durante a primeira fase do Sul Competitivo, uma equipe de 12 profissionais fará um amplo diagnóstico das condições da infraestrutura de transportes na região sul e no Mercosul, bem como estudará as 19 principais cadeias produtivas produzidas, exportadas e/ou importadas pela região Sul do país – o que representa cerca de 70 produtos agrícolas, minerais, florestais e industriais –, levantando os gargalos logísticos e respectivas soluções.

Também serão analisados números sobre a produção atual e futura e o local de consumo de todas essas cadeias, bem como as matrizes origem-destino e o impacto destas no custo logístico. “Visitaremos portos e outros modais do Chile, Argentina, Uruguai e Paraguai para entender como funciona a logística de escoamento dos três estados sulistas por essas vias. O objetivo final será o de realizar uma priorização dos projetos de infra-estrutura de transportes necessários na região sul com base no seu potencial de redução do custo logístico e conseqüente aumento da competitividade da região", explica Olivier Girard, sócio da empresa de consultoria Macrologística.

A empresa está à frente do desenvolvimento do estudo, incluindo diagnóstico e propostas de soluções. Ela é a responsável pelo Projeto Norte Competitivo, um conjunto de soluções logísticas para os nove estados que integram a Amazônia Legal, entregue ao governo federal em março passado.

Frase de Hoje

"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso
intensivo de como amar alguém além de nós mesmos,
de como mudar nossos piores defeitos para darmos
os melhores exemplos. Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente."

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Informática nos negócios: ONU, HP e Senai vão ampliar inclusão digital de empreendedores

A empresa norte-americana HP e o Senai lançam nesta segunda (27/6), em Araguaína, a cerca de 350 quilômetros de Palmas, o Programa de Inclusão Digital para Empreendedores. Deverão ser treinados empresários potenciais e donos de pequenas e microempresas para o uso da informática na ampliação dos seus negócios.

O programa tornou-se possível porque a Unido/ONU, escolheu o Senai como operador no Brasil do programa HP Life. Essa iniciativa de responsabilidade social da empresa vem sendo executada na África e no Oriente Médio em parceria com a Unido. O Senai vai instalar quatro laboratórios de informática no Tocantins, Maranhão, Piauí e Rondônia, cada um com 25 computadores e dois laptops.

Os laboratórios irão oferecer cursos de qualificação para quem quer abrir um pequeno negócio ou para microempresário que querem modernizar a gestão da sua empresa. O pacote tecnológico inclui ainda US$ 65 mil para instalação dos laboratórios e capacitação dos monitores. O Senai vai oferecer inicialmente quatro cursos para turmas de 25 alunos, com possibilidade de ampliação conforme o comportamento da demanda.

O gerente-executivo da Unidade de Relações Internacionais do Senai Nacional, Frederico Lamego, explica que a organização vai executar o programa no país por operar o maior sistema de Educação profissional e tecnológica da América Latina e um dos maiores do mundo. Lamedo anunciou que o Senai vai negociar com a Unido a extensão do HP Life a outras regiões do país em 2012. 

“Fomentar o desenvolvimento social dos países em que a HP está presente, principalmente nas regiões onde o acesso à tecnologia não é tão fácil, é algo que está em seu DNA e o programa HP Life tem justamente esse objetivo. Para se ter uma ideia, somente em 2010 atingimos 500 mil pessoas em mais de 300 centros de treinamentos localizados em 47 países. Nossa meta até 2012 é atingir a marca de 1 milhão de estudantes”, afirma a responsável pela área Social da HP, Tarsila Arnone.

Calendário do programa em Araguaína
  • 27/6, das 13h às 18h – Introdução ao HP Life Curriculum;
  • 28/6, das 9h às 18h – Life Curriculum - Conteúdo de Negócios;
  • 29/6, das 9h às 18h – Life Curriculum – Conteúdo de Tecnologia;
  • 30/6, das 9h às 18h – Apresentações dos grupos;
  • 1/7, das 9h às 17h – Encerramento, certificação dos Centros HP Life e workshop programático.

Meio ambiente: Seminário debate design sustentável de produtos

O programa de serviços técnicos e tecnológicos coordenado pelo Senai Nacional promoverá de amanhã até sexta (28/6 a 1/7), no Centro de Comunicação, Design e Tecnologia Gráfica (Cecoteg), do Senai, em Belo Horizonte, o seminário Design Sustentável de Produtos. Participarão 37 técnicos das áreas de design de embalagens, vestuário, mobiliário, calçados, produtos e meio ambiente de 24 Regionais do Senai, além de técnicos do Senai de Minas Gerais e empresários.

A programação do evento, que tem a parceria com a empresa SolidWorks, terá as apresentações Meio ambiente – O design de produtos e a Política Nacional de Resíduos Sólidos; Desenvolvimento de produtos em CAD 3D, Sustainability e casos de sucesso da Solidworks; Tecnologia de Prototipagem e Manufatura Rápida por processo aditivo FDM – Aplicações e Tendências.

A proposta do seminário, de acordo com o gestor do programa, Júlio Augusto Zorzal dos Santos é "disseminar a importância do design sustentável frente à nova Política Nacional de Resíduos Sólidos". Essa política prevê, ainda segundo Santos, "itens importantes durante o desenvolvimento de produtos quanto à logística reversa, analise do ciclo de vida dos materiais, destinação adequada e a responsabilidade compartilhada abrangendo os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, os consumidores e os titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos."

Emprego e renda: Profissões sem nível superior ainda enfrentam preconceito, mas têm maiores ganhos salariais

O Brasil tem longa "tradição nefasta de desvalorizar as profissões manuais", analisa José Pastore, especialista em recursos humanos e Educação profissional da Universidade de São Paulo. Ele acredita, entretanto, que esse quadro venha a mudar com a valorização que as profissões técnicas estão tendo em virtude da grande demanda. O técnico em planejamento e pesquisa do Ipea, Paulo Meyer Nascimento, destaca que "no Brasil existe um viés muito grande para formar administradores, advogados e educadores, o que não é necessariamente ruim, o problema é formar pouco pessoal de caráter mais técnico-científico, como engenheiros, profissionais mais ligados a setores de pesquisa e desenvolvimento tecnológico".

Brasil tem 588 matrículas em cursos técnicos para cada 100 mil habitantes – Foto Edson Junckes
Brasil tem 588 matrículas em cursos técnicos para cada 100 mil habitantes – Foto Edson Junckes

Isso significa que nas carreiras de ensino superior cuja carência ainda é grande o crescimento na remuneração foi bem superior à média. São "engenheiros, tecnólogos e profissões mais relacionadas ao setor produtivo mesmo e a tecnologia", afirma Nascimento. O diretor regional do Senai de Santa Catarina, Sérgio Roberto Arruda, observa que o Brasil deve criar 8 milhões de postos de trabalho até 2015, número equivalente ao de pessoas desempregadas. "O desafio será ter essas pessoas com a capacitação requerida pelo mundo do trabalho."
Clique aqui para saber mais>

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Cursos de férias no Agreste/PE

Férias também é tempo para se reciclar e aprender. Por isso, o Senai de Santa Cruz do Capibaribe está lançando a Uniagreste, evento que reúne 22 cursos que vão da área de contabilidade prática a gestão estratégica do design na empresa. As aulas serão ministradas de 11 a 22 de julho. As inscrições podem ser feitas na Câmara de Dirigentes Lojistas, na Associação Empresarial e na Associação Santacruzense de Contabilistas, que são parceiras da iniciativa.

A diretora do Senai local, Cristina Barbosa, explica que Uniagreste surgiu a partir da constatação de que os trabalhadores da cidade não têm se qualificado devido a muito trabalho e a falta de tempo. “Cinco pesquisas realizadas por diferentes entidades nos últimos dois anos evidenciaram a dificuldade de qualificação. Sem ela o polo de confecções fica enfraquecido”.

A partir daí surgiu a necessidade de realizar a Uniagreste a cada seis meses, nos períodos de janeiro e julho, época de férias. Outra facilidade para os alunos são os horários dos cursos programados para a noite durante a semana e nos dois turnos aos sábados. A Uniagreste conta ainda com a parceria das Tintas Quimilson e o apoio do Sebrae, Banco do Brasil, Faculdade Cesac e Moda Center de Santa Cruz.
Clique aqui para saber mais sobre os cursos

Dica de Brasileiro



Frase de Hoje

"Para ver muita coisa é preciso
despregar os olhos de si mesmo."

Pegada Ecológica: Estudo mede os impactos causados pelo Homem no meio ambiente em Curitiba

O Senai do Paraná apresentou o resultado do primeiro estudo feito no estado usando a metodologia Pegada Ecológica, que mede o impacto das atividades de uma cidade, ou de empresa e até mesmo de uma pessoa sobre o meio ambiente. O trabalho mediu a Pegada Ecológica de Curitiba e foi realizado pelo Senai e pelo Sesi-PR, em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, com a orientação da Global Footprint Network, organização não-governamental norte-americana que criou e detém a metodologia e mede a Pegada Ecológica de mais de 150 países.


“O Senai atua na área de meio ambiente há muitos anos e a iniciativa de trazer essa metodologia faz parte da estratégia da entidade de dar apoio às indústrias e à sociedade nas suas iniciativas voltadas à sustentabilidade”, explicou o diretor de Operações da organização, Marco Secco, no encontro em que foram apresentados os resultados do estudo de Curitiba, na Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre).

“O estudo é um piloto. O foco é ajudar a indústria a identificarem sua pegada ecológica e, por meio de mecanismos de desenvolvimento limpo, implantar medidas que reduzam o impacto de suas atividades sobre o meio ambiente, como a mudança de matriz energética, o que contribuirá para a redução do efeito estufa”, ressaltou Secco. Agora, a metodologia da Pegada Ecológica tornou-se um serviço ofertado pelo Senai Empresas.
 
Segundo Elcio Herbst, do Senai-PR, que coordenou o projeto de Curitiba, o estudo é uma ferramenta de orientação de ações na área ambiental e, também, para educar e conscientizar a população sobre a consequência do estilo de vida para o planeta e às gerações futuras. No caso de Curitiba, o estudo mostrou que consumo de alimentos, em especial de carnes, compra e consumo de bens e os transportes – individual e público –, são os fatores que mais pesam impactam sobre o meio ambiente. Essas atividades exigem pastagens, terras cultiváveis, florestas para produção de madeira e combustíveis, terrenos para construção e infraestrutura, áreas para seqüestro de emissões de dióxido de carbono.

A medida usada pela metodologia é a hectares globais (gha). O estudo mostrou que a pegada ecológica média per capita de Curitiba é de 3,4 gha. “É uma pegada considerada baixa, em relação a cidades do mesmo porte”, disse Herbst. Ele lembrou que a capital do Paraná já possui ações que reduzem sua pegada, como a existência de uma rede inovadora de transporte público, que ajuda a reduzir o transporte individual, e a manutenção de áreas verdes.
A Pegada Ecológica média per capita de Curitiba é 40% superior à média brasileira.  Segundo Elcio Herbst, a diferença entre Curitiba e a média brasileira pode ser atribuída a uma série de fatores, principalmente o elevado nível de bem-estar e demanda econômica das famílias.

O resultado de Curitiba é bem próximo ao de Campo Grande (3,14 gha) e bem inferior à pegada ecológica de outras cidades do mundo, como Sonoma, nos Estados Unidos, com 9,02 gha; Victoria, na Austrália, com 8,01 gha; e Ontário, no Canadá, cuja pegada é de 8,4 gha. A pegada média da União Européia é de 4,7 gha.

Bullying não é brincadeira: Alunos do Senai combatem agressões físicas e verbais

Para prevenir e esclarecer as consequências do bullying, caracterizado por frequentes agressões físicas ou verbais, o Senai de Taguatinga, no Distrito Federal, com o auxílio dos alunos de multimídia, confeccionou vários cartazes sobre o tema e afixou nos murais da unidade. Todo o material produzido pode ser livremente reproduzido. Antes da produção dos informativos, docentes e mais de 1,2 mil alunos dos cursos técnicos, de aprendizagem e qualificação profissional participaram do ciclo de palestras Bullying, promovido em maio pelo Serviço de Orientação Educacional (SOE), com apoio do Batalhão Escolar da Polícia Militar do DF.


De acordo com a psicóloga do SOE, Ana Lúcia Lourenço de Souza, a divulgação é importante para  esclarecer as consequências desse tipo de violência, além de sensibilizar os alunos a não praticá-la. “Se cada um reconhece que a situação de agressão não é apenas uma brincadeira, fica mais fácil prevenir o problema." Segundo ela, foi possível perceber que os alunos do Senai demonstraram interesse sobre o assunto e estão refletindo sobre a situação. “Muitos estudantes já relataram ter sofrido agressões e até se identificaram com algumas situações descritas nos cartazes”, disse Ana Lúcia.

Outro destaque desenvolvido pela ação é a importância de o público aprender a respeitar às diferenças e valorizar cada indivíduo na sua integridade. Ana Lúcia explica que o bullying acontece quando um ou mais indivíduos praticam agressões verbais ou físicas de forma intencional contra outra pessoa. “Para se caracterizar bullying, a agressão deve ser repetitiva. Normalmente, as agressões são públicas e causam sentimento de humilhação.

O próximo tema a ser trabalhado no Senai de Taguatinga é Paz nas Escolas. A ideia é levar o poeta brasiliense Nestor Kirjner para apresentar a cultura de paz nas escolas e a não violência, de maneira proveitosa e atraente, usando, para isso, a arte e a poesia como principal instrumento.

Transparência e ética: Sistema Fiesc lança Código de Conduta

O Sistema Fiesc acaba de lançar o seu Código de Conduta, documento que representa um compromisso da organização e dos seus colaboradores com base na transparência, integridade, na dignidade e na relação sustentável com o meio ambiente. A iniciativa é um desdobramento da adesão da Fiesc ao Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção, assinado em novembro de 2010, a convite da Controladoria Geral da União (CGU).

O código, disponível para download no www.fiescnet.com.br/codigodeconduta, poderá ser uma referência para empresas, órgãos governamentais, sindicatos e entidades de classe, que podem adotá-lo como modelo. O documento pode ser editado conforme o perfil do empreendimento interessado em adotá-lo. O hotsite também abre um canal de comunicação com a comunidade para debater aspectos éticos e relacionados à conduta com o setor empresarial.

O pacto estimula as organizações a conhecer a lei, evitar suborno, estabelece parâmetros para doações a campanhas eleitorais e veda relacionamentos imorais com agentes públicos. Também propõe a divulgação do pacto, colaboração em investigações de irregularidades e rigor para assegurar a seleção de fornecedores éticos. Desde 2006, mais de 800 empresas e entidades já assinaram o Pacto Contra a Corrupção. Neste ano será realizada atualização cadastral das signatárias e exigida que todas passem a responder as 70 questões da Plataforma de Monitoramento, que objetiva acompanhar e orientar o cumprimento do pacto.
Conheça também o Código de Ética do Sistema Fiep.

Segurança e saúde no trabalho: Sesi e Senai promovem Concurso Nacional

Alunos do Senai e do Senai de todo o país podem inscrever trabalhos no Concurso Nacional sobre Segurança e Saúde no Trabalho deste ano, cujo tema é Como a segurança e a saúde no trabalho contribuem na promoção da qualidade de vida do trabalhador da indústria. Nas etapas estadual e nacional serão premiados os trabalhos classificados em primeiro lugar nas três subcategorias da categoria Desenho, nas quatro subcategorias da categoria Música e na categoria Contribuição Técnica. A escola deverá enviar os trabalhos selecionados ao Sesi Nacional até 8 de agosto próximo.

As escolas devem realizar a inscrição oficial on-line do trabalho do aluno no Concurso até o dia 25 de julho de 2011. Os resultados do concurso na etapa estadual serão divulgados até 28 de outubro, enquanto o da etapa nacional será apresentado até 30 de março de 2012, no site do Sesi. A solenidade de premiação nacional está prevista para 28 de abril de 2012, em comemoração ao Dia Mundial pela Saúde e Segurança no Trabalho, em local a ser definido.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Olimpíada do Conhecimento 2012: Paraná escolhe equipe para disputar a final da competição

A disputa em Caldeiraria será em Curitiba -  Foto Divulgação
Mais de 150 estudantes e 80 docentes de cursos profissionalizantes do Senai do Paraná vão participar da etapa estadual da 7ª Olimpíada do Conhecimento, cuja final nacional ocorrerá em novembro de 2012, em São Paulo. Os paranaenses competirão de 4 a 8 de julho, no Senai CIC de Curitiba, por medalhas em 14 ocupações industriais, e de 1º a 5 de agosto, no Senai de Ponta Grosso, em 19 ocupações.

As provas são realizadas em três módulos: planejamento, execução e produto. Nelas, os alunos são desafiados a interpretar e resolver situações semelhantes às que enfrentariam no ambiente real de trabalho. O aluno que obtiver a maior pontuação sai vitorioso. A região que mais possui alunos inscritos é a norte, com 45 competidores de Londrina, Apucarana, Arapongas e Santo Antônio da Platina. De Curitiba e RMC serão 38 participantes, e na região dos Campos Gerais, 32. O noroeste estará representado por 23 estudantes e a região oeste-sudoeste, por 20 alunos.

Os campeões da etapa estadual vão brigar pelo pódio na nacional, em São Paulo. Já os vencedores (ouro e prata) da etapa nacional estarão credenciados a buscar os índices para o WorldSkills 2013, na Alemanha, torneio mais importante torneio de formação profissional e tecnológica do mundo que é promovido a cada dois anos ímpares.
Saiba mais: www.pr.senai.br/olimpiada.

Cidadania: Alagoas ampliará atendimento a deficientes físicos

Um número significativo de pessoas com deficiência deixa de estudar e de se qualificar para o mercado de trabalho por causa da dificuldade de transporte e de acessibilidade aos locais das aulas. Essa situação gera, ao mesmo tempo, angústia em quem têm potencial de produzir, mas não conseguem se qualificar, e transtorno às empresas que não contam com pessoal capacitado para cumprir suas cotas de contratações exigidas por lei.
 
Em Alagoas, Senai, que desenvolve um programa de ações (Psai) para a inclusão de deficientes em cursos de qualificação profissional, está ampliando essa proposta com a parceria de 38 entidades que atuam na capital e no interior de Alagoas, todas filiadas à Federação das Entidades de Pessoas com Deficiência Física do estado (Fedefal). Serão realizadas pesquisas de mercado para identificar as necessidades de cada região contemplada. Com os resultados, o Senai vai levar cursos profissionalizantes aos municípios, e os beneficiários não precisarão mais se deslocar a Maceió para serem capacitados.
 
A deputada federal Rosinha da Adefal destaca a importância do convênio e a parceria de longos anos com o Sistema Fiea/Sesi/Senai para a assistência de deficientes. “Infelizmente, nossas cidades cresceram sem planejamento e, se o deslocamento já é difícil para quem não possui limitações físicas, imagine para as pessoas com deficiência. Essa iniciativa vai contribuir com a melhoria da qualidade de vida de todos”, afirma o diretor regional do Senai-AL, Marben Loureiro.
 
“O Psai já apresenta números significativos nestes oito anos em que está sendo aplicado. No entanto, sentimos a necessidade de ampliar este trabalho, por isso firmamos este convênio”, explica a assessora de Educação do Senai-AL, Nívia Andrade. Estiveram presentes na assinatura das parcerias, na sexta (17/6, na sede do Sistema Fiea, em Maceió, o presidente da Fedefal, João Ferreira, e da Associação dos Deficientes Físicos do estado (Adefal), Luiz Carlos Santana, entre outros.

Inovação na sala de aula: Edital aprova projeto do Senai-PB baseado em tecnologia da informação

O RPG utilizado na Educação profissionalizante é o projeto do Senai da Paraíba que está sendo apoiado pelo 2º Edital de Inovação com Tecnologias Educacionais baseadas em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). O edital faz parte do Programa de Inovação com Tecnologias Educacionais (Pite), lançado pelo Senai Nacional. O projeto paraibano cria uma metodologia baseada no desenvolvimento de um jogo educativo e a montagem de um kit didático na área de mecânica de usinagem.

A ideia parte da união da tecnologia de simulação em uma realidade tridimensional dos jogos computacionais, e da filosofia do jogo RPG (Role Playing Game), que fornecerá ao educador uma ferramenta de maior eficiência para o aprendizado. Esta metodologia possibilita maior aproximação da realidade da vida digital – na qual os jovens estão envolvidos – com o aprendizado de uma profissão.

A proposta do Pite é acompanhar as transformações no contexto educacional e estimular a cultura da inovação e o uso das TICs por parte dos alunos e docentes do Senai em todo o país. O programa apoia dois pilares: estimular a cultura da inovação no processo educacional e aprimorar o suporte para mediação da aprendizagem. “As tecnologias devem se submeter aos objetivos educacionais, levando em conta o contexto de aplicação e pedagógico. Quando isso acontece temos, de fato, uma tecnologia educacional em ação”, afirma Fabiano Bachmann, gerente de Tecnologia Educacional do Senai Nacional.

O Edital serve para incrementar ações que, por vezes, vem sendo desenvolvidas mas que precisam de apoio técnico e financeiro "para gerar resultados que de fato nos permitam avaliar a pertinência dos investimentos tendo em vista os ganhos para o processo educacional", destaca Bruno Duarte, gestor nacional do projeto. Também foram escolhidos pelo Pite iniciativas inovadoras do Senai de Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Norte, Amazonas, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Mato Grosso.

Programa resgata jovens gaúchos em situação de risco social

O Programa Novos Horizontes está com as inscrições abertas em unidades do Sesi e do Senai do Rio Grande do Sul, iniciativa do Sistema Fiergs que prepara jovens em situação de vulnerabilidade social para o mercado de trabalho. São cursos com duração de um ano realizados em diversas áreas, além de atividades de reinclusão de jovens meninos e meninas na sociedade.

O Novos Horizontes contribui com mudança cultural e estimular a permanência na escola. O pré-requisito de escolaridade e faixa etária depende do curso que será ministrado, e varia entre 15 a 18 anos e da quinta a sétima série do ensino fundamental concluída. O programa conta também com a participação de parceiros: indústrias e empresas comerciais e de serviços, órgão públicos, organizações não-governamentais e pessoas físicas.
Clique aqui para saber quais unidades e cursos oferecidos.

Inovação na indústria: Senai apresenta projetos na Conferência Anpei e no Inova 2011

Sete projetos de alunos, docentes e profissionais do Senai do Ceará estão sendo apresentados no Inova 2011, que está sendo realizado nesta semana (20 a 22/6), na XI Conferência Anpei – Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras, no Centro de Convenções do Ceará. Os autores são das unidades da Barra do Ceará, do Jacarecanga e de Maracanaú, todas em Fortaleza. A Conferência e o Inova promovem a integração dos principais elos da cadeia da inovação: instituições públicas, academia e setor privado. A proposta é apresentar soluções inovadoras e rodadas de negócios e incentivar a "cultura da inovação" para a geração de resultados para as empresas.

Os projetos são:
  • Volante Adaptado para Deficientes Físicos, dos docentes Robney Fiúza e Wellington Belo;
  • Protótipo para automatizar os processos de fechamento e teste dos transformadores utilizados em estabilizadores e nobreaks microprocessados, dos alunos Edmilson Queiroz dos Santos Filho e Rogério Augusto de Melo Lima;
  • Plataforma de Teste Automatizada do Equipamento TSW900ETH, da colaboradora Michelle Queiroz da Silva e a empresa Datacom;
  • Construção de Torre de Telecomunicações sem Estaios, da colaboradora Michelle Queiroz da Silva e a empresa Icasol;
  • Mesa de Ensaios de Vibração para Cargas e Produtos, do colaborador Edmilson Queiroz dos Santos;
  • Redução da Perda Metálica Durante a Fabricação do Alumínio Fundido, dos colaboradores Frank Webston Pontes, Rogério Augusto de Melo e João Rodrigues de Barros Neto;
  • Grupo de Robótica e Automação em Soldagem, dos colaboradores José Leonardo Nunes da silva, José Rogério Maciel Ferreira Filho, Dyonatha Rodrigues Costa, Josias Guimarães Batista e João Paulo Sousa Nascimento e a Tecg Engenharia;

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Especialização em segurança na construção

O Senai de Mato Grosso inicia nesta segunda (20/6), em Cuiabá, a Especialização Técnica em Gerenciamento de Segurança em Canteiro de Obras. "O déficit de profissionais especializados no mercado da construção é crescente. A construção civil representa uma das oportunidades de emprego e a demanda deverá crescer graças à Copa do Mundo", explica a gerente do Senai de Cuiabá, Rose Gregório. Esta é a primeira especialização técnica oferecida pelo Senai-MT, que é dirigido a técnicos, engenheiros, especialistas e profissionais de áreas correlatas à segurança do trabalho.
Saiba mais: 65 3612-1700.

Pesquisa e tecnologia na indústria: Empresa de inovação deve funcionar já no segundo semestre

O presidente do Sistema Indústria, Robson Braga de Andrade, anunciou na sexta (17/6), que o setor tem pressa na constituição do novo organismo de pesquisa e inovação tecnológica. “No segundo semestre tem de estar funcionando, porque temos um sentido de urgência muito grande. Essas ações têm de ser imediatas.” Segundo ele, a constituição de uma organização nos moldes da Embrapa, deverá ter capital privado. “O investimento não é muito grande, é palatável para o setor. Talvez seja uma empresa criada com capital entre R$ 40 milhões e R$ 50 milhões”, afirmou Andrade, ao final da reunião da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), no escritório da CNI em São Paulo, que teve a presença de cerca de 80 empresários e o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante.

Segundo o ministro, a empresa não será criada do nada. “Ela aproveitará os laboratórios e centros de apoio tecnológico do Senai e outros”. Lembrou que seu ministério reconhece centros do Senai como de excelência pelo alto desempenho. O novo organismo, que deverá ser um parcerio entre o governo e o setor privado, vai dar suporte às pequenas e médias empresas para que tenham a inovação como estratégia de desenvolvimento de negócios. A “Embrapi”, como tem sido chamada (ainda não há nome oficial), direcionará os recursos para inovação.

“O importante é que ela tenha a capacidade de fazer gestão de fundos setoriais e privados que estejam interessados no investimento em empresas inovadoras. Esses fundos teriam valores muito mais elevados do que o aporte inicial”, completou o presidente da CNI. Ele acredita que governo participe do planejamento dos investimentos. "Podemos ter uma espécie de golden share para o governo, para colocar a visão do Estado em questões fundamentais de política de desenvolvimento e ter a participação da iniciativa privada”, disse.

Robson Andrade e Aloizio Mercadante no encontro da MEI em São Paulo – Foto Marcos Ribolli
Robson Andrade e Aloizio Mercadante no encontro da MEI em São Paulo – Foto Marcos Ribolli


Mercadante antecipou que o a iniciativa privada terá mais participantes na gestão, mas o governo exercerá poder de veto. O ministro revelou ainda que a empresa de pesquisa e inovação tecnológica da indústria deverá firmar parceria com o Instituto Fraunhofer, da Alemanha, um dos maiores centros tecnológicos do mundo e que já mantém parceria com o Senai.

A MEI é um programa coordenado pela CNI para duplicar o número de empresas inovadoras no país, que era de pouco mais de 40 mil em 2008, último dado oficial disponível. Desde sua criação, há três anos, a MEI tem realizado interlocução mais rápida e fácil entre empresas e governo.

Andrade apoiou a intenção do governo, expressa pelo ministro Mercadante, de condicionar eventuais incentivos fiscais para inovação e também para a produção na indústria à nacionalização de conteúdo. “É uma visão de que, se a União coloca recursos de incentivos, sejam fiscais, tributários ou de crédito, no desenvolvimento de setores produtivos, é preciso que esses setores estejam também comprometidos com a geração de emprego, de renda e de investimentos no país. É um caminho correto e que no mundo inteiro é adotado."

Falta de profissionais adia instalação de empresa chinesa no Brasil
O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou na sexta (17/6) que a empresa chinesa Foxconn adiou de julho para setembro o início de suas atividades no Brasil. Segundo Mercadante, problemas com o recrutamento de engenheiros e com obras viárias em Jundiaí, interior de São Paulo, acabaram atrasando o cronograma de instalação de uma fábrica da empresa no país. A chegada da Foxconn ao Brasil foi anunciada pela presidenta Dilma Rousseff durante sua viagem à China, em abril. A unidade da empresa deve produzir telas para celulares de terceira geração e para os chamados tablets (computadores em forma de prancheta).

Mercadante disse que a Foxconn teve dificuldades no processo de seleção de engenheiros que trabalharão na sua fábrica. A empresa já contratou 175 profissionais e os enviou para um treinamento na China. Porém, ainda precisa contratar mais 200. “Eles se atrasaram em selecionar”, afirmou ele. “Nós temos um problema de escassez de mão de obra em algumas áreas”.

Mercadante ressaltou, entretanto, que a Foxconn é apenas uma das empresas que pretende produzir tablets no Brasil. Segundo ele, oito empresas já têm planos de produzir os equipamentos no país, já contando com o incentivo fiscal anunciado pelo governo federal em maio. O ministro disse que os incentivos reduzem em 31% a carga tributária dos tablets vendidos no país. Para obter a isenção, os produtos devem ter, no mínimo, 20% de seus componentes produzidos no Brasil.