sexta-feira, 29 de abril de 2011

Dica de Brasileiros


Rede Senai: Especialistas atendem demandas em qualquer cidade e estado

As 797 unidades do Senai estão ampliando ações de maneira cooperativa e em rede, o que permite multiplicar e maximizar competências. Exemplo é a capacitação praticada na Indústria Gráfica Dalla Rosa, de Herval do Oeste, trabalho realizado em parceria entre a Escola Theobaldo de Nigris do Senai de São Paulo e do Senai de Luzerna.

O instrutor Alexandre Maltez - da escola paulistana, que é especializada em artes gráficas -, ministra curso em processos tecnológicos de impressão, suporte, tecnologias de tintas e controle de qualidade nas novas tecnologia de impressão offset. Maltez explica que mercado gráfico brasileiro tem crescido acentuadamente no ramo de embalagens, tanto em offset (em papelão e cartolina) quanto em flexografia (plástico), e o atendimento à Dalla Rosa é um exemplo desta nova realidade do mercado.

"Temos o propósito de responder a todas as demandas do setor industrial da região e, para isso, vamos buscar os profissionais adequados onde eles estiverem", explica o diretor do Senai de Luzerna, Claudemir Bonatto. Essa flexibilidade de atendimento, segundo ele, demonstra a força da rede. "Independentemente da necessidade apresentada pela indústria, se a unidade não apresentar solução podemos acionar a rede para prestar o atendimento", acrescenta. Da mesma forma, os técnicos do Senai-SC se deslocam para outros estados para atendimento em diversas áreas.

Pronatec: Programa de expansão de cursos técnicos deverá beneficiar 8 milhões

A presidenta da República, Dilma Rousseff, e o ministro da Educação, Fernando Haddad, lançaram nesta quinta (28/4), no Palácio do Planalto, em Brasília, o projeto de lei que cria o Pronatec. O texto segue para o Congresso Nacional, onde tramitará em regime de urgência. R$ 1 bilhão serão investidos ainda este ano para concessão de bolsas e para o financiamento de cursos de Educação profissional. A previsão é de que 8 milhões de pessoas sejam beneficiadas pelo programa no prazo de 4 anos.

A presidenta Dilma discursa no lançamento do Pronatec – Foto José Cruz/ABr
A presidenta Dilma discursa no lançamento do Pronatec – Foto José Cruz/ABr

“Temos pela frente a perspectiva de um rigoroso processo de desenvolvimento econômico e precisamos de mão de obra qualificada para manter esse crescimento sustentável”, destacou a presidenta Dilma Rousseff, na cerimônia de lançamento do projeto. O Pronatec funcionará como uma espécie de 'guarda-chuva', unindo e financiando programas vinculados à Educação profissional.

Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica será expandida com mais 81 escolas ainda este ano, que deverão funcionar no primeiro semestre de 2012. Outras 120 escolas técnicas federais serão entregues nos próximos quatro anos. E o Fies passará a atender também a estudantes de nível médio que estejam frequentando cursos técnicos.

Haverá ainda a concessão de 3,5 milhões de bolsas de estudo até o final de 2014, tanto para estudantes de nível médio quanto para trabalhadores. “Temos 7 milhões de estudantes cursando nível médio. A concessão dessas bolsas para cursos técnicos dá a idéia do impacto desse programa”, afirmou Haddad.

O Pronatec pretende ainda aumentar a rede de escolas estaduais, por meio do programa Brasil Profissionalizado, e de organizações como o Senai e outras ligadas ao Sistema S. Pesquisa recente da FGV demonstra que ter formação profissional aumenta em 48% as chances de um indivíduo em idade ativa ingressar no mercado de trabalho.

O estudo A educação profissional e você no mercado de trabalho também constata que os salários daqueles que têm um curso profissionalizante são até 12,94% mais altos e é de 38% a probabilidade de se conseguir um trabalho com carteira assinada, em confronto com candidatos com escolaridade inferior.
Fonte: Portal MEC

Frase de Hoje

"Gosto não se discute, se lamenta."

Movimento pela inovação: Sistema Fieac lança Núcleo Estadual de apoio à indústria

Maximizar a cultura da inovação no setor produtivo do Acre. Essa é a tarefa do novo Núcleo de Inovação do estado, uma parceria do Sistema Fieac com a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI). Neste sexta (29/4), às 17h, em Rio Branco, será realizado o lançamento do Núcleo, com a assinatura do termo de adesão à MEI.

Empresários da indústria assistirão ainda a palestra Inovação: o novo imperativo da indústria, com Filipe Cassapo, líder de Gestão do Conhecimento e Inovação no Sistema Fiep. A ideia é sensibilizá-los para a importância de inovar e a realizar atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I) dentro da empresa.

“Com base na premissa de que inovação é o principal vetor que possibilitou a sobrevivência da espécie humana, a MEI visa fazer dessa prerrogativa um tema prioritário da alta direção das empresas brasileiras”, explicou o empresário João Francisco Salomão, presidente do Sistema Fieac. “A inovação é a chave para a competitividade das empresas e o desenvolvimento do país, além de determinante para o aumento da produtividade e da renda real."

A meta da MEI é sensibilizar 30 mil empresas em todo o país para a importância do protagonismo privado na agenda da inovação, implantar 35 Núcleos de Inovação – 15 já foram implantados e 11 estão em fase de implantação –, além de oferecer pelo menos 4 mil planos de Inovação até 2013.

O Sistema Fieac, por meio do IEL e do Senai e com o apoio de outras organizações, já realiza uma série de iniciativas em prol da inovação no setor produtivo. Entre elas, seminários nas áreas de móveis e madeira e panificação, o curso de Elaboração de Projetos para Captação de Recursos para Inovação e o Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA).

Por dentro do sapato: Vídeos analisam dez modelos para o inverno 2012

A parceria entre o diretor criativo da Sergio Rossi, Francesco Russo, e o diretor de moda do SHOWstudio, Alexander Furry, rendeu uma profunda análise, gravadas em vídeos (em inglês), de dez modelos que fazem parte da coleção do inverno 2012 da marca.


Sobre fundo preto, cada modelo é desfilado por cerca de um minuto e meio, enquanto a narração expõe as razões e referências por trás de cada calçado. É uma análise minuciosa, na qual desenho, matéria-prima, construção e acabamentos são apresentados em close, ao mesmo tempo em que cada item é explicado. O recurso expande a ideia superficial do que é o produto revelando um mundo de motivações e referências por trás dele.

É uma boa oportunidade para descobrir um pouco mais sobre o processo de criação por meio do qual novos produtos de moda são concebidos. Considerando que o acesso à informação de moda tem sido facilitado em termos de tempo e variedade de conteúdo, o que se observa em iniciativas como essa de Rossi + SHOWstudio é a qualificação da informação, contemplando um entendimento sofisticado do que a moda significa além do seus usos como objeto.
Fonte: Portal Senai Design

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Design de moda: Cores e tendências para o verão 2012 serão apresentadas no Recife

Empresários, profissionais e estudantes de moda do Recife e região vão conhecer na próxima segunda (2/5), as cores, modelagens e tendências que farão sucesso no verão 2012 com o lançamento de caderno de tendências produzido pelo Programa Senai de Gestão do Design. O lançamento será na Livraria Cultura, ao lado do Paço Alfândega, às 19h.


A publicação antecipa as macrotendências, cartelas de cores e modelagens. Ela foi desenvolvida por uma equipe de pesquisadores e consultores de moda de unidades do Senai em 16 estados. Os especialistas visitam feiras internacionais do setor, pesquisando matéria-prima, beneficiamentos e lançamentos alinhados às possibilidades de produção da indústria brasileira.

O caderno conta com as participações das Escolas de Moda do Senai de Pernambuco localizadas em Caruaru, Paulista e Santa Cruz do Capibaribe. A publicação, que já foi lançada em Caruaru, cidade integrante do Polo de Confecções do estado, traduz as correntes de comportamento que irão orientar as próximas atividades do setor e ao mesmo tempo, resgata o uso das histórias e culturas regionais para o desenvolvimento de produtos diferenciados.

Mel certificado: Senai audita empresas do Piauí que miram o mercado externo

O Centro de Tecnologia em Alimentos (CTA) do Senai do Piauí realizou auditoria do Sistema Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) em dois entrepostos de mel e em 30 unidades de extração de produtos das abelhas. A iniciativa, que faz parte do Programa Alimentos Seguros (PAS), ocorreu sete meses após o final da implantação do sistema para medir o rastreamento durante a safra de mel.

Produtos saudáveis encontram mercados na Europa e podem conquistar novos países - Foto Senai-PI
Produtos saudáveis encontram mercados na Europa e podem conquistar novos países - Foto Senai-PI

As unidades auditadas são vinculadas à Central de Cooperativas Apícolas do Semi-árido Brasileiro (Casa Apis), localizada na cidade de Picos, no sul do Piauí, e à Cooperativa Mista dos Apicultores da Microrregião de Simplício (Comapi), em Simplício Mendes, na mesma região. De acordo com o coordenador do Comitê Gestor Estadual do PAS, Paulo Sérgio Pires, as empresas receberam apoio também do Sebrae-PI, por meio de consultoria técnica e tecnológica.

Segundo Pires, o trabalho proporcionou o rastreamento do mel a granel para exportação, desde os apiários, passando pelas unidades de extração de produtos das abelhas até os entrepostos. “Possibilitamos um produto final com segurança e inocuidade, principalmente atendendo às exigências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e do mercado internacional. Conforme o coordenador, os entrepostos Casa Apis e Comapi, que agora estão sendo avaliados pelo Ministério da Agricultura, também poderão exportar para outros países.


terça-feira, 26 de abril de 2011

As rosas não falam - Luciana Mello

Inova Senai: Tocantins vai premiar alunos e docentes inovadores

Alunos e docentes do Senai do Tocantins têm até 12 de junho para inscrever projetos na etapa estadual do concurso Inova Senai 2011. A iniciativa premia a elaboração e implementação de novas tecnologias e projetos com aplicabilidade nas indústrias.

Podem participar alunos regularmente matriculados no Senai e egressos de até um ano e docentes (instrutores e técnicos), os quais poderão inscrever-se em equipes de dois até quatro participantes, de forma mista. Para concorrer os projetos devem ser de interesse do Senai e da indústria e ter caráter inovador no produto ou no processo, sendo com a apresentação de novas características no produto ou novos métodos e técnicas de produção no processo, ou quando o desempenho é significativamente melhorado ou elevado para ambos.

A inscrição deve ser realizada pelo inovasenai@fieto.com.br, com o envio da ficha de inscrição, relatório de pesquisa de anterioridade, projeto elaborador e termo de cessão de direitos de propriedade e de imagem. Os formulários estão disponíveis para download no www.fieto.com.br ou www.senai.to.br, no link Inova Senai. Os participantes dos projetos selecionados deverão desenvolvê-los até novembro próximo, e deverão apresentar um artigo técnico. Os trabalhos serão expostos, apresentados, julgados e premiados durante a Mostra Inova Senai, também em novembro.

Os trabalhos classificados nos três primeiros lugares das duas categorias, produto inovador e processo inovador, receberão R$ 1.500, R$ 1.000 e R$ 500, respectivamente. Os participantes vencedores receberão certificado de classificação e troféu. Os trabalhos classificados serão indicados para participarem da fase nacional do Inova Senai, promoção do Senai Nacional que será realizado em 2012.
Saiba mais sobre o regulamento acessando http://bit.ly/eeI6uc.

Sob nova direção: Novos diretores assumem comandos em unidades do Senai-SC

Senai de Santa Catarina promoveu ontem (25/4) mudanças na direção de quatro de suas. No início da manhã, Rogério Oliveira de Mattos assumiu a direção das unidades de Tijucas e de São João Batista, em substituição a Miriam Rosa Nicolau, que se aposentou. Mattos era diretor em Concórdia, onde foi substituído por Geferson Luiz dos Santos, transferido da unidade de São Miguel do Oeste. À noite, Ivanor Roberto Finato foi empossado na direção do Senai de São Miguel do Oeste.

A série de mudanças foi deflagrada pela aposentadoria da ex-diretora de Tijucas e pelos desafios pessoais e da instituição. Geferson Santos, por exemplo, terá a seu encargo a construção da nova unidade de Concórdia.

Os três diretores integraram do Programa de Desenvolvimento de Líderes (PDL), que, em quatro edições, já totalizou 96 participantes. Dos atuais 27 diretores ou diretores adjuntos de unidades do Senai catarinense, 11 passaram pelo PDL.

Olimpíada do Conhecimento: Rio de Janeiro formará equipe para disputar a final da competição

Com o envolvimento de 175 alunos de seus cursos técnicos, o Senai do Rio de Janeiro promove de hoje até quinta (26 a 28/4), a etapa estadual da próxima Olimpíada do Conhecimento. Eles, que já venceram na fase escolar, realizada em novembro do ano passado, disputarão vagas na equipe fluminense que disputará etapa nacional do torneio, que será promovida pelo Senai em outubro de 2012, em São Paulo. O Senac também participa da competição em ocupações nas áreas comercial e de serviços.

Os simulados da etapa estadual serão realizados das 9h às 18h, nos Centros de Tecnologia em Automação e Simulação e de Solda, e nas unidades do Maracanã e Tijuca, todas na capital do estado, e de Petrópolis.

Durante as provas, os competidores interpretam e resolvem situações semelhantes às que enfrentariam no ambiente real de trabalho. A competição também é um importante instrumento de avaliação das ações educativas das organizações.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Formação de tecnólogos: Senai oferece nove programas em São Paulo

O Senai de São Paulo está com as inscrições abertas até 20 de maio para nove cursos superiores de tecnologia. As inscrições podem ser feitas viawww.sp.senai.br/faculdades, ou na faculdade do Senai onde será oferecido o curso pretendido.

Os candidatos aprovados podem se beneficiar de um modelo inédito de financiamento estudantil, beneficiando alunos com renda familiar per capita de até três salários mínimos. Os estudantes apenas se comprometem, sem a assinatura de nenhum instrumento jurídico, a pagar, após seis meses de formados, o equivalente à mensalidade em vigor. Existem também bolsas de estudo por índice econômico familiar, monitoria ou iniciação científica, que permitem descontos de até 38% nas mensalidades.

A oferta dos cursos está diretamente vinculada ao novo perfil das empresas, que adotam cada vez mais estratégias visando à competitividade. O grande diferencial do Senai para se manter sintonizado com essa realidade é a criação de comitês técnicos setoriais, com representantes da indústria, dos sindicatos, dos educadores e dos tecnólogos, para a elaboração do currículo.

“Ouvimos o mercado para que as competências profissionais que as indústrias necessitam sejam desenvolvidas no curso”, afirma José Carlos Mendes Manzano, Auditor Educacional do Senai-SP. O resultado é que 90% dos alunos formados há um ano já estão empregados na área escolhida.

A expansão da oferta de matrículas dos cursos tecnólogos reforça a necessidade de qualificação no país. De 2001 a 2009, o total de vagas saltou de 70 mil para 680 mil e, atualmente, representa 11% das matrículas existentes nos cursos de graduação.
Saiba mais no www.sp.senai.br/faculdades.

Metrologia tridimensional: Novo programa vai qualificar pessoal para o Polo Industrial de Manaus

Até recentemente os profissionais que trabalhavam com máquinas de medir por coordenadas no Polo Industrial de Manaus precisavam ser capacitados ou atualizados tecnologicamente em São Paulo ou cidades longe do Amazonas. Agora, essa demanda será atendida pelo Senai-AM, que acaba de lançar os cursos de metrologia avançada em medição tridimensional com softwares Geopak Win e QM Data 300 Manual.

A medição tridimensional é o recurso metrológico mais poderoso que as empresas possuem para o controle geométrico do produto. O instrutor de metalmecânica do Senai-AM, Sílvio Rapozo, explica que a metrologia está no cotidiano de todos nós, como no horário em que o despertador toca, na pressão dos pneus, ou no peso do alimento a quilo.

Sílvio Rapozo e Marcus Sales - Foto Senai-AM
É impossível pensar numa civilização avançada sem a metrologia. "É uma atividade que está presente em todo o ciclo de vida do produto, desde o seu desenvolvimento e processo até o controle seriado", explica Rapozo. Segundo ele, a metrologia tem motivado muitas empresas a adotar a tecnologia tridimensional, um recurso de maior precisão de seus produtos, trazendo vantagens em termos de flexibilidade, automatização, exatidão e potencialidades matemáticas.

Os cursos podem ser desenvolvidas no prazo de duas a três semanas. De acordo com um dos responsáveis pelo treinamento, instrutor Arlindo Ribeiro, as turmas serão fechadas com cinco a seis alunos, promovendo assim maior aproveitamento do aprendizado. A prática será realizada no laboratório de metrologia do Senai de Cachoeirinha, onde estão instaladas as máquinas de medição tridimensional com os softwares Geopak Win e QM Data 300.

A metrologia avançada está cada vez mais presente no processo de controle de fabricação nas empresas do Polo Industrial. A elevada velocidade de medição, a riqueza de detalhes das peças e componentes mecânicos e o nível de automação tornam a qualificação em medição tridimensional um pré-requisito indispensável ao profissional da capital. “As empresas de médio porte também estão aderindo a este recurso, pois os custos na aquisição das máquinas de metrologia avançada se tornam relativamente acessível com relação aos benefícios que o serviço traz, tanto pelo aumento do volume de serviços quando ao crescimento do número de clientes”, ressalta o metrologista da empresa Tutiplast, Marcus Antônio Sales.

As matrículas para as primeiras turmas dos cursos, que devem ser iniciados em junho, estão abertas.
Mais informações: 92 3133-6414.


Mineral e tecnológico: Designer cria novas silhuetas e volumes com roupas em 3D

Foto Divulgação

À margem das referências de estação e de olho em possibilidades de repensar a roupa, vários criadores dedicam-se a explorar as relações entre vestuário e tecnologias, configurando um nicho curioso voltado à experimentação. O não-alinhamento com as tendências da hora não impede que as formas sugestivas obtidas por eles estabeleçam conexões com as estéticas atuais. Muito menos com as do futuro, em vista da grande liberdade na hora da pesquisa e da criação.


Living Clothes, ou Roupas Vivas, é um projeto da designer Alice Ziccheddu que lida, em termos estritamente da forma, com a silhueta. Ela dominou uma técnica que permite que o desenho do corpo vestido se modifique de infinitas maneiras, por um processo de reação dos tecidos quando expostos à luz.

O ponto de partida é o mundo mineral, com os desdobramentos de planos e camadas dando origem a volumes que brotam como pop ups. Alice planeja esses volumes em um software de 3D, para chegar a esse híbrido de tecnologia e formas do mundo natural.

O resultado tem bastante impacto visual e nem se afasta do usável tanto assim. Além disso, dobraduras e volumes angulados e geométricos fazem parte do repertório da moda atual. Modificar a silhueta também. Portanto...
Saiba mais sobre gestão do design em mobiliário, calçados e artefatos de couro e moda no Portal Senai Design.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Para alunos e empresas Senai lança novidades no portal Indústria de Talentos

O Senai do Rio Grande do Sul acaba de lançar o novo portal Indústria de Talentos, canal direto entre as empresas que necessitam contratar pessoas com a qualificação profissional desejada e os alunos da organização que procuram oportunidades para conquistar o mercado de trabalho. A principal interatividade do espaço é que o aluno pode se cadastrar sem a necessidade de formulário impresso.


Com layout fácil de navegar, o portal permite às empresas incluírem ofertas de trabalho e de filtrarem as buscas inclusive por candidatos portadores de deficiência. A expectativa agora é ampliar o número de currículos e empresas cadastradas, possibilitando aos alunos ingressar de forma mais rápida no mercado de trabalho.

Atualmente são 12.900 alunos e 2.500 empresas cadastradas. Em 2010, foram feitas 17.268 consultas por alunos e 30.245, por empresas.


Evangelho segundo o Twitter



quarta-feira, 20 de abril de 2011

Indústrias de bebidas: Carga tributária e falta de profissionais são os principais gargalos do setor

Em mais um Fórum Setorial, a coordenação de desenvolvimento do Sistema Fiep se reuniu com representantes das indústrias de bebidas para elaborar a agenda do setor que será discutida durante o Congresso da Indústria, em junho deste ano. O encontro realizado nesta terça (19/4), em Curitiba, contou com as participações dos presidentes do Sistema, Rodrigo da Rocha Loures, e do Sindibebidas-PR, Nilo Cini Junior, representantes de empresas com sede em diversas regiões do estado e gestores da Diretoria de Relações com Sindicatos e da Diretoria de Desenvolvimento e Negócios da Fiep.

Ponto comum entre os representantes do setor, a carga tributária aparece como maior vilão dos empresários. “A questão tributária não é um problema apenas do setor de bebidas. Mas no nosso caso, devido à grande concorrência, tem sido impossível repassar estes custos aos produtos”, explica Cini.

Rocha Loren: Sistema Fiep auxilia indústrias a fazer da inovação uma ferramenta de competitividade – Foto Gilson Abreu
Rocha Loren: Sistema Fiep auxilia indústrias a fazer da inovação uma ferramenta de competitividade – Foto Gilson Abreu

Para Rocha Loures, a questão tributária deve ser discutida exaustivamente e em todas as esferas. “Promovemos campanhas que envolvem todos os setores da sociedade para discutir as altas cargas tributárias sob diferentes óticas. Uma delas é a iniciativa da cartilha Sombra do Imposto, distribuída recentemente para conscientizar a sociedade sobre a quantidade de impostos pagos em produtos e serviços consumidos. Apenas com a Educação de todos é que atingiremos o objetivo comum."

Outro entrave apontado no Fórum é a falta de profissionais capacitados para atender o crescimento do setor. O Paraná tem 116 indústrias de bebidas, que empregam cerca de 5,5 mil pessoas. De acordo com representante da AmBev, Juvenal Fonseca, o governo brasileiro atuou fortemente para diminuir o índice de desemprego no país com medidas que fortaleceram a economia, mas pecou na capacitação de profissionais. “Uma saída para suprir essa falta pode estar na inclusão social com a contratação de portadores de deficiência. Isso poderia resolver dois problemas sociais. Mas para isso é preciso capacitar essas pessoas de forma técnica e psicológica."

Rocha Loures apontou outras iniciativas que podem ajudar a aumentar a competitividade do setor. “Esses fóruns de discussão nos quais são levantados os gargalos de cada setor também servem para os empresários se atualizarem quanto às iniciativas do Sistema Fiep. Como os serviços ofertados pelo Centro Internacional de Inovação (C2i), que auxilia as empresas a fazer da inovação uma ferramenta de competitividade, e os produtos do Senai e do Sesi."

Até o início de junho serão 20 Fóruns Setoriais com foco na elaboração da agenda de cada setor, que será apresentada e discutida com representantes de todos os sindicatos, e também dos governos municipais, estadual e federal. Tudo para aumentar o poder competitivo do setor produtivo. O próximo encontro será em 28 de abril, com representantes da indústria da borracha.

Dia do Têxtil: Veja dicas sobre salário e oportunidades profissionais do setor

Muitos catarinenses comemoram em 21 de abril o Dia do Têxtil. O setor é o terceiro que mais emprega no estado, com mais de 59,2 mil trabalhadores, segundo Ministério do Trabalho e Emprego, contratados por cerca de 1.800 indústrias. Mas mesmo com tantas vagas, a prioridade das empresas é por profissionais qualificados, desde os níveis operacionais até os estratégicos. Essa realidade é confirmada por especialistas do Senai de Santa Catarina na área de tecelagem, que acompanham de perto as necessidades do setor.

Quem se dedica à formação profissional tem um leque de opções para trabalhar: atuar em indústrias têxteis de beneficiamento plano ou de malharias, tinturarias, estamparias, fiações, laboratórios químicos ou físicos têxteis e em confecções. Segundo Maria Elisa Severino, coordenadora do curso técnico em tecelagem do Senai de Brusque, a cerca de 100 quilômetros de Florianópolis, os salários de um profissional de nível técnico da área têxtil variam de R$ 1.000 até R$ 1.800. "E podem chegar a valores bem maiores, dependendo da experiência do profissional."

Laboratório de tecelagem de Brusque: é aqui que futuros profissionais adquirem conhecimentos e habilidades desejadas pelo mercado – Foto Banco de Imagens Senai-SC
Laboratório de tecelagem de Brusque: é aqui que futuros profissionais adquirem conhecimentos e habilidades desejadas pelo mercado – Foto Banco de Imagens Senai-SC

Em Blumenau, a profissão também é destaque. "Por incrível que pareça, mesmo com a concorrência com a China, ainda recebemos diversas solicitação de empresas procurando profissionais", afirma Marcos Antônio Viana, coordenador do curso técnico de Tecelagem do Senai local. "Muitos dos nossos alunos já estão trabalhando. E os que perdem o emprego conseguem se reinserir facilmente com indicação de colegas."

A principal organização de qualificação profissional do país oferece o curso técnico em Tecelagem em suas unidades de Brusque, Joinville, Blumenau e Jaraguá do Sul. Segundo Viana, os alunos que concluem o programa costumam ocupar cargos como de encarregado, coordenador, supervisor ou mesmo de gerente. Para quem possui formação em nível superior, o Senai de Brusque está formando lista de interessados no MBA na Cadeia Têxtil, que tem início previsto para este ano. A especialização pode ajudar profissionais com ou sem formação na área têxtil a exercer funções estratégicas em empresas do ramo.

Outra função de relevância é a de revisor de tecidos acabados. Só em 2010, foram mais de 5.700 admissões no cargo e um saldo de 777 novas vagas. Para os interessados, os docentes do Senai indicam qualificações como as de colorimetria, tintureiro, análise de malha e controle de qualidade têxtil. A organização ainda ministra cursos de iniciação profissional e de aperfeiçoamento em mecânico para malharia de tear circular, tintureiro e técnicas de estamparia e outros.

Em Brusque, o Senai mantém laboratórios de fiação, tecelagem plana e tecelagem de malha, além de laboratórios de física e de química têxtil. Esses ambientes educacionais reproduzem o mais próximo possível a estrutura e os processos das indústrias da região. Na unidade de Blumenau, os cursos da área também têm ligação direta com a realidade das empresas, com aulas ministradas dentro das fábricas.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Plantação de calçados: Marca lança tênis com apelo ecológico, pensando no ciclo de vida do produto

Na última Amsterdam Fashion Week, a alemã OAT lançou uma coleção de tênis com apelo ecológico 
Calçado da Virgin Collection é totalmente biodegradável – Foto Peter Stigter
Calçado da Virgin Collection é totalmente biodegradável – Foto Peter Stigter
original. Todo o ciclo de vida do produto foi pensado e alinhado com princípios de preocupação ambiental. Os calçados da Virgin Collection são totalmente biodegradáveis. Se este por si só é um apelo poderoso na hora de atrair o cliente, a OAT foi ainda mais longe e embutiu sementes na língua de cada um dos modelos de tênis.


O material de comunicação sugere que, depois de determinado tempo de uso, o proprietário cave um buraco no jardim e enterre seu modelo. Daí é só esperar que dali vai brotar algum tipo de vegetal. Para evitar surpresas, as sementes são devidamente identificadas e ninguém corre o risco de ver nascer uma grande árvore em um canteiro de apartamento. As sementes são de flores silvestres, a coleção tem modelos para homens e mulheres e o projeto já ganhou alguns prêmios em função da boa ideia.
Fonte: Portal Senai Design

Abrace essa causa: 50 mil tweets contra a exploração sexual de crianças e jovens

Cerca de cem artistas e atletas de destaque na sociedade brasileira, Senai, Sesi e outras organizações do Sistema S e diversas instituições parceiras, governamentais e não governamentais participarão de uma das maiores ações públicas já realizadas em redes sociais em defesa de crianças e adolescentes vitimados pela exploração sexual comercial ou em situação de vulnerabilidade social.


Twitter, Facebook, Orkut e Flickr serão palcos até 18 de maio da ação 50 mil tweets contra a exploração sexual. A intenção é ampliar a adesão à causa, fomentar o debate público sobre o tema e sensibilizar a sociedade para estimular um comportamento pró-ativo no que diz respeito ao enfrentamento deste problema social que atinge milhares de crianças e jovens.

A ação conta com a participação de atores e atrizes como Reynaldo Gianechinni, Suzana Vieira, Preta Gil, Bruno Gagliasso e Márcio Garcia, incluídos num grupo de cerca 70 artistas. Também já aderiram atletas como Oscar Schmidt, Robson Caetano e Aurélio Miguel, entre outros.

A iniciativa culminará com um grande twitaço no Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, quando a organização da campanha espera atingir, pelo menos, os 50 mil tweets que colocaria o tema da exploração sexual infantojuvenil entre os mais twitados do dia, integrando a lista do trend topics nacional. A atividade integra o calendário oficial das atividades de 18 de maio organizado pelo governo federal.

Resgate e emprego
Essa ação faz parte da campanha Carinho de Verdade – um gesto contra a exploração sexual é um desdobramento do Programa ViraVida, desenvolvido pelo Conselho Nacional do Sesi desde 2008, envolvendo jovens e adolescentes de 16 a 21 anos em situação de exploração sexual. O resgate social desses jovens se dá por meio da formação socioeducativa e capacitação profissional, com posterior inserção no mercado de trabalho.



Com o apoio de Xuxa Meneghel e a adesão de vários artistas, personalidades, celebridades, empresários, atletas e outras lideranças, a Carinho de Verdade procura abrir o debate franco sobre o problema. A questão passa pelo envolvimento dos diversos atores da sociedade na busca de soluções que garantam aos jovens o direito a ter uma vida protegida da violência sexual.

A campanha elegeu como espaço prioritário de ação as redes sociais da internet. A ideia é que a rede ajude a ampliar a visibilidade do tema e permita uma maior participação dos diversos segmentos organizados da sociedade que já integram/apoiam a iniciativa, como as organizações do Sistema “S” ministérios e empresas públicas; poder legislativo federal, estadual e municipal; organizações da sociedade civil, OAB e a rede social de enfrentamento da violência sexual existente em todo o País.

Qualquer um pode aderir a essa mobilização social e ser um multiplicador da ação. Pessoas físicas, organizações da sociedade civil, órgãos públicos e privados, com presença em redes sociais, poderão a partir de suas páginas pessoais ou institucionais divulgar a mobilização utilizando a hashtag #carinhodeverdade em suas redes. Aqueles que ainda não tiverem presença em redes sociais poderão acessar o site oficial da campanha www.carinhodeverdade.org.br e fazer sua adesão.

Nova engenharia: Plano Nacional vai atenuar escassez de engenheiros

Propostas para redução da evasão e para o preenchimento das vagas ociosas dos cursos de engenharia de instituições públicas e privadas farão parte do Plano Nacional de Engenharia, que estará concluído até o final do mês e será entregue ao governo.

O Plano está sendo elaborado pelo Comitê de Engenharia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que tem a participação do Sistema Indústria e do programa Inova Engenharia. O programa foi criado pela CNI em 2006 para aproximar os currículos dos cursos de engenharia das necessidades do mercado de trabalho.

O economista Marcos Formiga (foto), assessor da diretoria do Sistema Indústria, informa que a evasão nos cursos de engenharia é superior a 50%. A maior parte das desistências ocorre nos dois primeiros anos da graduação. Uma das possíveis causas do problema, segundo ele, é a distância entre os currículos dos cursos e a solução de problemas concretos imposta pela realidade do mercado.

Formiga ressaltou a importância do Plano e da articulação entre diferentes segmentos da sociedade para ampliar a quantidade de engenheiros no país. “É cada dia mais importante valorizar essa profissão, necessária para se fazer inovação e aumentar a competitividade da indústria brasileira”.

Gerônimo Sodré

Se a economia brasileira crescer mais de 4,5% ao ano, a oferta de engenheiros no mercado de trabalho não será suficiente para atender à demanda da indústria, da agroindústria, do comércio e das áreas de tecnologia em geral em 2020. A conclusão é do estudo Potenciais Gargalos e Prováveis Caminhos de Ajustes da Engenharia no Brasil, realizado pelo Ipea.

“Se o Brasil quer crescer mais de 4,5% em média até 2020, teremos de ajustar essa capacidade de oferta. Mas não basta formar mais engenheiros. Será necessário melhorar a qualidade desses profissionais”, enfatizou o técnico do Ipea Divonzir Gusso.

De acordo com o Instituto, se a economia crescer 6% anualmente, a quantidade de engenheiros necessários para a área de petróleo e gás subirá 19,3% até 2020. Mas o número de profissionais não será suficiente para atender a essa demanda. Nesse mesmo cenário, a indústria extrativa mineral precisará de 10,3% a mais de engenheiros e a procura na indústria de transformação crescerá 8,4%. A pesquisa foi discutida na terça (12/4), no Ipea, por técnicos do programa Inova Engenharia.

Formiga revela que o Brasil forma menos engenheiros por ano do que a Rússia, a Índia e a China, integrantes do chamado grupo dos BRICs, os países emergentes. “O engenheiro foi um dos agentes propulsores do crescimento acelerado da China e da Índia. Para o Brasil ter um projeto de nação, sairmos da 7ª maior economia do mundo para a 5ª, esse profissional é indispensável.”

60 anos do Senai de Londrina: Câmara reconhece importância da organização para o crescimento do município

O Senai Londrina recebeu em 13 de abril, na Câmara de Vereadores, a Comenda Ouro Verde, em reconhecimento pelos 60 anos da organização. “Essa comenda é um estímulo para o Senai ir muito além do que já alcançou no município. O Senai foi um ativo estruturante para a industrialização de Londrina. O desenvolvimento de uma região possui relação direta com o desenvolvimento de sua indústria, por isso podemos afirmar que o Senai ajudou no progresso de Londrina”, destacou o presidente do Sistema Fiep, Rodrigo da Rocha Loures.

Nesses 60 anos, cerca de 300 mil alunos já passaram pela organização. O vereador Tito Valle é um deles. “Fui aluno do Senai na área de segurança do trabalho na década de 1980. Com esse curso consegui a empregabilidade e cresci na vida. Essa é uma instituição que foi, é e será importante para o desenvolvimento de Londrina”, disse Valle, destacando o papel do Senai para a economia do município. “Além de formar mão-de-obra qualificada, o Senai forma empreendedores. E é isso que nosso município precisa.”

Gerson Araújo, presidente da Câmara de Vereadores, também foi aluno do Senai. “Essa não é uma homenagem apenas da Câmara, mas de toda sociedade que usufrui dos benefícios que o Senai proporcionou e proporciona ao município”, disse.

Segundo o prefeito Barbosa Neto, um dos motivos que levou Londrina a atingir o 15º lugar no ranking dos municípios que mais geram empregos no Brasil foi a formação de novos profissionais, principalmente pelo Senai.

“Todas as cidades da região sentem-se orgulhosas por termos cursos de capacitação ofertados pelo Senai. A capacitação profissional é uma das maiores riquezas que faz o homem voltar para a sociedade”.

Rocha Loures identifica no município uma série de oportunidades que possam aproveitar o potencial das pessoas e os novos profissionais que chegam ao mercado. “Londrina tem todas as condições para se converter em um grande laboratório para o desenvolvimento de modelos de formação do indivíduo. O Senai é um especo onde se desenvolve a tecnologia que será aplicada pelas pessoas na sociedade.”

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Frase de Hoje

Quando tua mão direita estiver hábil,
pinta com a esquerda; quando a esquerda
ficar hábil, pinta com os pés.”

Inclusão social: Fundação Schneider e Senai são destaques na Paraíba

A coordenadora de Sustentabilidade e Projetos Corporativos da Schneider Electric, Denise Lana, e o fotógrafo da Agénce V'U, da Foundación de France, que audita a Fundação Schneider Electric no mundo, Rodrigo Rovira, acompanhados pela colaboradora do Senai Nacional Paula Nadai, conheceram o trabalho das unidades móveis do Senai da Paraíba.

O alvo da visita estava na cidade de Monteiro, no Cariri Paraibano, a unidade de Instalador Elétrico Residencial I. Os trabalhos foram registrados por Rovira, que irá produzir um livro com as fotografias realizadas no local. A publicação também mostrará a rotina de alunos do Senai e será produzida da Fundação Schneider para percorrer o mundo.

Denise explica que a Fundação Schneider decidiu conhecer de perto o trabalho do Senai-PB porque a organização têm se destacado na formação de profissionais. “Ficamos impressionados com o número de turmas que o Senai-PB consegue formar, levando conhecimento para todas as regiões do estado. Não encontramos isso em nenhum outro lugar."

Em 2010, o Centro de Ações Móveis do Senai-PB contribuiu para a capacitação de cerca de 10 mil profissionais para a indústria, principalmente nas regiões em desenvolvimento econômico, como o vale do Piancó, Sertão e Cariri Paraibano. A parceria Senai, Schneider Electric e Fundação Schneider se dá com o projeto BIP BOP, que busca garantir o acesso à energia segura e confiável, bem como promover a integração profissional de jovens carentes. Na Paraíba, o projeto está em vários municípios graças às unidades móveis, que transformam a exclusão social e o desemprego em cidadania e oportunidade de trabalho. 

O BIP BOP oferece o curso Instalador Elétrico Residencial I, que já contabilizou 364 matrículas no primeiro trimestre deste ano, em 11 municípios paraibanos. O gerente do Centro e interlocutor do projeto, Janildo Sales Figueiredo, destaca que a visita “demonstra o comprometimento de todos em promover emprego para os cidadãos."
Saiba mais: 83 3182-0222.

WorldSkills 2011: Competidor em TI se prepara em Alagoas para ser o melhor do mundo

Paolo Hagi de Carvalho Bueno, de 20 anos, quer ser o melhor do mundo na ocupação Tecnologia da Informação (TI) no WorldSkills Internacional, que ocorrerá de 5 a 8 de outubro, em Londres. Por São Paulo, ele foi o melhor da 6ª Olimpíada do Conhecimento e no WorldSkills Americas, competições realizadas pelo Senai e parceiros em 2010, no Rio de Janeiro.

Saiba mais sobre a Olimpíada e o WorldSkills

Alagoano radicado em São Paulo, Paolo é estudante do Senai, do curso de Sistemas de Informação da USP e desenvolvedor de sistemas de um banco privado. Ele esteve se aperfeiçoando no Núcleo de Tecnologia do Senai de Alagoas, considerado uma referência no Brasil.l

O plano de treinamento foi conduzido pelo coordenador do Núcleo e expert internacional da competição, Robert Knowles, que conta com o apoio de dois especialistas em TI, o ex-aluno e hoje colaborador do Senai de Pernambuco Anderson Carlos Moreira Tavares, vencedor do WorldSkills 2007, no Japão, e o alagoano Tiago Souza, medalha de ouro no WorldSkills 2009, no Canadá. O encontro com os campeões proporciona a troca de experiências e muita motivação.

“Foi muito bom encontrar com os meus predecessores, além de visitar a terra em que nasci”, afirmou Paolo, que já está de volta a São Paulo, lugar onde mora desde que tinha um ano. Ele tem uma rotina de dedicação ao trabalho, à faculdade e à preparação para a competição mundial que se realiza a cada dois anos. “São quatro horas em cada atividade”, conta.

A organização é fundamental. Afinal, até Londres, ele ainda precisa passar por duas avaliações realizadas pelo Senai, para mostrar que está afiado e em condições de subir no pódio. “O garoto tem que tirar a nota mínima de 9,1”, esclarece Knowles, que acompanhará o jovem durante a preparação e a competição.

Para ir além do ouro e conquistar o primeiro lugar na classificação geral, Paolo precisa estudar muito ter equilíbrio emocional, pois serão mil competidores, de 50 países, disputando medalhas em 45 ocupações profissionais.

Educação em domicílio: Minas Gerais vai incrementar formação profissional com a Escola Móvel Sesi e Senai

Moradores de Minas Gerais terão acesso gratuitamente a diversos cursos básicos profissionalizantes, além de serviços, oficinas e palestras nas áreas de educação, cultura, saúde, desenvolvimento social, lazer e esportes. O Sistema Fiemg e o Governo de Minas Gerais acabam de fechar protocolo de intenções para a criação da Escola Móvel Sesi e Senai, que irá formar e capacitar profissionais.

O governador Antônio Anastasia destaca a importância do projeto para o desenvolvimento das localidades beneficiadas pela iniciativa. “Muitas vezes o governo leva a determinada região saneamento, asfalto, melhorias nas escolas e telefonia celular. Contudo, a criação de empregos e a geração de renda dependem do apoio e do investimento dos agentes econômicos”, afirma.

Segundo Anastasia, o programa contribuirá para diminuir a escassez de pessoal em alguns segmentos que apresentam significativas taxas de crescimento. “Temos carência de trabalhadores em ofícios que o projeto irá contribuir para a formação”, conclui. A Escola Móvel Sesi e Senai vai formar pedreiro de alvenaria, carpinteiro, armador, eletricidade básica, fabricação de alimentos, costura e noções de mecânica geral, hidráulica e bombeiro domiciliar.

Eletroeletrônicos e construção civil: Novos negócios geram mais renda e empregos para Londrina

“Estamos levando daqui muitas solicitações de orçamentos para cotações de diversos produtos”. É com este otimismo que a encarregada do setor de vendas da Otto Sistemas Hidráulicos, Yara Gall Manchini, define a participação da empresa londrinense na 1ª Rodada de Negócios, que se realizou durante a 7ª Feira Eletromecânica e Construção Civil, na semana passada, no Senai de Londrina, no Paraná.

Participaram compradores da construtora A.Yoshii, de Londrina; da MGL Mecânica de Precisão, de Cambé, e da Cooperativa Integrada, de Assaí. “Pedimos alguns orçamentos e vamos avaliá-los após a feira. Estamos buscando fornecedores para atender os nossos projetos de automação, especialmente no novo centro empresarial do Jardim Sul, na Gleba Palhano”, revela Wilson Hossaka, diretor comercial da construtora A.Yoshii. “Foi muito válido porque diariamente não temos o tempo suficiente para ouvir as propostas dos fornecedores”.

Clodoaldo Martins, encarregado do setor de almoxarifado da indústria têxtil da Cooperativa Integrada, ficou impressionado com a possibilidade na redução dos custos. “Tem produtos que a gente busca lá fora e que nos foram apresentados por empresários daqui da região. Poderemos assim reduzir gastos com fretes e ter uma melhor garantia da entrega do produto”, ressalta.

Para a gerente do setor de compras da MGL Mecânica, Alessandra Simões, a interação com os fornecedores foi o grande diferencial do encontro. “Pudemos conhecer todos os produtos do fabricante e não apenas uma determinada linha. Além disso, descobrimos novos fornecedores na Rodada”, destaca Simões.

“Para nós que somos de Londrina e que trabalhamos há mais de 25 anos no mercado de uniformização profissional, este encontro de negócios nos deu a oportunidade de conversar com grandes empresários da construção civil”, afirma o proprietário da FG Uniformes, Claudenilson Daniel.

Também participaram da Rodada os representantes de vendas da Rolemax, Bianchini, PID, Indusfrio, Vtech, SKA, Hidromatic, HP Eletromecânica, Plaenge e Junbo Indústria Mecânica . “Nosso objetivo era facilitar o surgimento de novas oportunidades de negócios. E saímos muito satisfeitos ao final desta primeira etapa. Certamente podemos afirmar que novos empregos serão criados e que haverá uma geração maior de renda para a nossa região”, diz, Paulo Dichiara, consultor empresarial e coordenador da Rodada de Negócios.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Som de Hoje


Frase de Hoje

"A coisa mais importante é nunca cessar de questionar."

Construção naval: Sergipe vai formar técnicos para o setor

Evitar que profissionais sejam 'importados' de outros estados será uma das soluções que o futuro programa de capacitação de técnicos vai oferecer ao setor da construção civil de Sergipe. Para o Capitão dos Portos do estado, Belivaldo Vieira Figueiredo, essa iniciativa que o Senai-SE deverá lançar em breve será benéfica também para a Marinha. “Com o desenvolvimento da indústria naval no estado, aqui pode ser mais um lugar onde poderemos fazer reparos nos nossos navios."
Como afirma a coordenadora técnica do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do estado (Crea-SE), Rúbia Teixeira Moisinho, “essa atitude pioneira do Senai formará profissionais capacitados, técnicos prontos para o mercado de trabalho."

A criação do curso também repercute na maior empresa da construção naval do estado, o Grupo H. Dantas, do Estaleiro Santa Cruz. O gerente administrativo-financeiro da empresa, Bruno Loeser, crê que o potencial sergipano na área ainda tem muito a ser desenvolvido. “O curso será fundamental para o desenvolvimento da construção naval no estado."

Esse projeto nasceu pela demanda das empresas do setor por pessoal especializado. O município da Barra dos Coqueiros, local do Porto de Sergipe, será um dos grandes beneficiados, pois, possivelmente haverá aumento da produção industrial. Em recente encontro na sede do Sistema Fies, forma apresentadas as diretrizes técnicas para a formulação do curso de nível técnico, com a participação de consultores do Rio de Janeiro. "Acredito que a iniciativa trará muitos ganhos para a economia do estado", explica a gerente de Educação Profissional do Senai-SE, Sílvia Regina Delmondes. As aulas devem ser iniciadas no segundo semestre deste ano.

Educação de excelência: Escola dos EUA reverter quadro negativo no aprendizado

Quando um aluno vai ao campo de futebol, ele pode jogar, mas também pode ser desafiado a fazer uma redação explicando como dar um chute. Essa foi uma das estratégias destacas pelo professor Matthew Crowley ao explicar como a Brockton High School, da rede municipal de Brockton, no estado de Massachusetts, nos Estados Unidos, reverteu em uma década o desempenho extremamente negativo no Massachusetts Comprehensive Assessment System (MCAS), o Enem local.

"Escrever é pensar", afirmou o Crowley, que também é diretor-assistente da escola. Ele usou o exemplo do futebol para mostrar a gestores e coordenadores do ensino médio do Senai de Santa Catarina que a Brockton investiu na leitura, na expressão oral e escrita, no desenvolvimento do raciocínio lógico, na atenção especial a cada aluno e na motivação.

Em 1998, logo que o MCAS foi criado, 75% dos alunos foram reprovados em matemática e 44%, em inglês, contra índices de proficiência de 7% e 22%, respectivamente. Em 2010, os indicadores se inverteram: o percentual de reprovação caiu para 14% em matemática e para 5%, em inglês, enquanto os índices de proficiência se elevaram para 61% na matemática e 74% no inglês.

"Mas ainda não estamos satisfeitos", avisa o diretor. A escola atende um público com carência social. Dos cerca de 4,3 mil alunos, 70% estão abaixo do nível de pobreza, 73% pertencem a minorias étnicas e 50% falam outro idioma em casa. Os desafios da mudança foram maiores também pelo tamanho da escola, que abriga seus alunos em sete prédios e possui mais de 300 professores.

O sucesso motivou o Senai-SC a promover um workshop para compreender como o resultado foi alcançado e quais as práticas podem ser adaptadas nos seus cursos. "Este workshop integra o programa Educação em Movimento, com o qual pretendemos ampliar a qualidade dos nossos cursos e contribuir para a melhoria do padrão de ensino no Brasil e no estado", explica o diretor regional do Senai-SC, Sérgio Roberto Arruda.

Acompanhado da diretora do Departamento Bilíngue, Anna Carreiro, Crowley explicou que ao receber os resultados do primeiro exame, os gestores da Brockton ficaram estarrecidos e perceberam o grau de dificuldade que teriam que enfrentar. "Tínhamos o melhor time de futebol americano do estado, mas corríamos o risco de ver um número muito elevado de estudantes impedidos de receber o diploma", explicou o professor.

Matthew Crowle e Anna Carreiro no workshop – Foto Ivonei Fazzioni
Matthew Crowle e Anna Carreiro no workshop – Foto Ivonei Fazzioni

A primeira estratégia dos gestores foi colocar em suas salas as fotos dos estudantes que apresentavam os piores desempenhos. A prática continuou por muito tempo e, se preciso é retomada. "Quando se fala em números e estatísticas, às vezes esquecemos que elas se referem a pessoas reais", explica Anna. Era uma forma de relembrar continuamente que o fracasso da escola tinha faces e rostos.

Como outra iniciativa de sucesso, a escola estabeleceu uma carga de cinco aulas de 66 minutos por dia, contra um pouco mais de meia hora. Além disso, em nome da consistência de ensino, as disciplinas de matemática, inglês e ciências passaram a ser ministradas em todos os dias letivos. As atividades em tempo integral, com oficinas no período oposto do das aulas, realizadas antes de 1998 foram mantidas.

Crowley e Anna também ressaltaram que a escola passou a adotar novo comportamento na relação professor e aluno. "Até então, os professores não tinham voz – as reuniões eram para discutir temas específicos – nem se comunicavam entre si, ficavam isolados em suas salas", disse o diretor. E a virada começou exatamente pelos professores. Liderados por Suzan Szachowicz, hoje diretora-geral da instituição, seis professores compuseram o comitê de reestruturação, que continua existindo e hoje é composto por 30 docentes, que se reúnem numa manhã de sábado por mês.

Até receber a notícia do baixo desempenho, a escola de Brockton aceitava como normal que os alunos tivessem o "direito de ser reprovado". Segundo Crowley, essa possibilidade permitia que os alunos relaxassem. "Hoje entendemos que ninguém tem esse direito, e obrigação da escola é impedir que isso ocorra. Não há aluno sem prestar atenção: se a aula está tediosa, o professor precisa atrair a atenção dos estudantes".

Os professores, que hoje caminham pela escola nos intervalos, fazem um monitoramento geral dos estudantes. "Exigimos que todos os estudantes usem crachás e eles somente são autorizados a deixar a sala de aula com autorização escrita do docente para ir à secretaria ou á enfermaria, etc.", afirma Anna Carreiro.

"Os outros docentes ficam atentos no corredor, monitorando, acompanhando e abordam os estudantes que estejam fora da sala. É um trabalho um tanto policial, mas a abordagem é numa boa", revela a professora, que é filha de portugueses, especialista em língua e cultura portuguesa e em estudos brasileiros e portugueses e fala com fluência a língua portuguesa com o sotaque brasileiro.

Em seu relacionamento com os pais dos alunos, a escola apresenta uma nova forma, pois grande parte deles nem fala o inglês: cidade é povoada de imigrantes hispânicos e da Ilha do Cabo Verde. "As pessoas das famílias oriundas de Cabo Verde quando são alfabetizadas falam o português, caso contrário, falam o dialeto crioulo", explica Anna.

"Se os pais não comparecem às reuniões, não é porque não se interessam pelos filhos, mas é por que às vezes têm vários empregos", salienta o diretor substituto. "Por isso, adotamos estratégias como gravar mensagens telefônicas nas línguas nativas dos pais para a comunicação e para, caso necessário, solicitar que se dirijam ao colégio", acrescenta Crowley.

Os diretores da escola norte-americana asseguram que a grande revolução não teve financeiro. "Não se trata de verba; não custa nada mudar as expectativas, mas exige muito trabalho, esforço e reuniões difíceis", destaca Crowley. Ele observa que a cidade de Brockton investe 12 mil dólares por ano com cada estudante, metade do que é investido pela cidade de Cambridge, do mesmo estado e sede da Universidade de Harvard.

No entanto, na avaliação do exame de avaliação dos alunos do ensino médio, os estudantes de Brockton obtiveram uma média ponderada de 88 pontos, ante 87,5 dos de Cambridge. Porém, a falta de recursos atrapalha a Brockton High School na contratação de professores, já que a cidade de Boston, a 50 quilômetros, paga em média 10 mil dólares a mais por ano.